Empreendedorismo

Um empreendedor está sempre à procura de novas inovações e formas de se reinventar. Se essas inovações vêm de dentro ou de fontes externas, elas buscam inspiração para encontrar melhores maneiras de conduzir seus negócios e aperfeiçoar os produtos e serviços que oferecem.

Além de sua natureza inovadora, os empreendedores de sucesso também têm a flexibilidade de aceitar e adotar mudanças quando necessário para o crescimento de seus negócios. Eles podem ser persistentes, mas não são muito obstinados em não reconhecer quando novos métodos podem superar os já existentes.

Persistência para transformar seu sonho de negócios em realidade

Muitos de nós já estiveram lá antes: sentados em nossas poltronas em casa, assistindo à televisão com nossos entes queridos e, no anúncio, um novo anúncio aparece vendendo um produto ou serviço que deixa você dizendo: “Pensei em fazer isso há muito tempo ! ‘

Infelizmente, há uma diferença marcante entre pensar sobre uma ideia de negócio e buscar uma ideia de negócio e fazê-la funcionar. Aqueles com a natureza inquisitiva e perseverança para seguir idéias e aspirações são considerados como tendo o espírito empreendedor e bom senso.

Criativo: de um homem a uma empresa próspera

Um ingrediente-chave para qualquer empreendedor que pretenda obter êxito em seu próprio negócio é maximizar os recursos que têm à mão. Como uma banda de um homem só, os empreendedores precisam ser capazes de gerenciar seu tempo com eficiência suprema e também ter a visão de buscar ajuda quando precisam.

Os empreendedores engenhosos criam uma rede de pessoas nas quais podem confiar e aproveitar quando procuram uma tarefa especializada concluída.

Nos estágios iniciais de qualquer negócio, as linhas da bolsa são geralmente tão apertadas quanto sempre serão. Você precisa ser capaz de aprender a sobreviver como um negócio antes de poder prosperar. A capacidade de descobrir o que funciona antes de ampliá-lo, lançando um produto ou serviço viável, é uma característica importante de qualquer empreendedor de sucesso.

Confortável tendo um risco

Um empreendedor precisa estar disposto a assumir riscos depois de identificar uma oportunidade em potencial, investindo tempo e esforço nela para torná-la um sucesso. Muitas vezes, esses riscos serão bem calculados, ponderando os possíveis benefícios de assumir um risco. Em muitos casos, não assumir riscos pode abafar um novo negócio antes mesmo de decolar!

Empreendedorismo

Por estarem buscando uma nova oportunidade sem acesso aos recursos necessários, os empreendedores enfrentam riscos consideráveis, que vêm em quatro tipos principais. O risco de demanda está relacionado à disposição dos clientes em potencial de adotar a solução imaginada pelo empreendedor. O risco de tecnologia é alto quando são necessários avanços científicos ou de engenharia para levar a solução a bom termo. O risco de execução está relacionado à capacidade do empreendedor de atrair funcionários e parceiros que possam implementar os planos do empreendimento. O risco de financiamento diz respeito a se o capital externo estará disponível em termos razoáveis. A tarefa do empreendedor é gerenciar essa incerteza, embora reconhecendo que certos riscos não podem ser influenciados por suas ações.

 

Empresários enfrentam um Catch-22. Por um lado, pode ser difícil reduzir o risco sem recursos. Por exemplo, pode ser necessário capital externo para desenvolver e comercializar um produto e, assim, demonstrar que os riscos técnicos e de mercado são limitados. Por outro lado, pode ser difícil persuadir os proprietários de recursos a se comprometerem com um empreendimento quando o risco ainda é alto. Empreendedores empregam quatro táticas para lidar com este Catch-22:

A experimentação enxuta permite que eles resolvam riscos rapidamente e com um gasto de recursos limitado, confiando em um “ produto mínimo viável”, ou seja, o menor conjunto possível de atividades necessárias para testar rigorosamente uma hipótese de modelo de negócios.

O investimento em etapas permite que os empreendedores lidem com riscos seqüencialmente, gastando apenas os recursos necessários para atender a um determinado marco – antes de comprometer os recursos necessários para alcançar o próximo marco.

A parceria permite que os empreendedores aproveitem os recursos de outra organização e, assim, transferem riscos para as partes mais capazes / mais dispostas a suportá-los. Em uma variação dessa tática, os empreendedores alugam recursos para manter os custos variáveis e evitar os grandes gastos fixos associados à propriedade de recursos.

“Contar histórias” por empreendedores – evocando uma visão de um mundo melhor que poderia ser trazido por seu empreendimento – pode incentivar os donos de recursos a minimizar os riscos e, no processo, comprometer mais recursos do que se não fossem inspirados. Steve Jobs, por exemplo, era famoso por seu hipnotizante “campo de distorção da realidade”, através do qual ele impeliu funcionários, parceiros e investidores a ir a extremos para ajudar a realizar seus sonhos.

Empreendedorismo Social e Inovação

Os empreendedores sociais estão ganhando atenção em negócios internacionais motivada pelo desejo de mudança e de ver o mundo como ele pode ser, não como é. Os alunos do curso aprenderão como empreendedores sociais desenvolveram soluções criativas para lidar com problemas sociais.

Esta especialização se concentra em como o campo emergente do empreendedorismo social está promovendo abordagens inovadoras, impactantes e sustentáveis para abordar os problemas sociais e ambientais. A especialização analisa como o empreendedorismo social é definido e expresso em três contextos essenciais: inovação e impacto em todos os setores, empreendimento social e transformação social.

Os alunos aprenderão a alavancar os recursos de investidores, consumidores, partes interessadas e comunidades para enfrentar problemas sociais e ambientais urgentes e inovar soluções para mudanças sistêmicas, seja em empreendimentos sociais recém-criados; organizações sem fins lucrativos existentes, agências governamentais e fundações filantrópicas; ou instituições dedicadas ao impacto social de start-up e investimento.

As ideias para soluções inovadoras e empreendimentos sociais estão enraizadas na vida e nas experiências acadêmicas dos estudantes e desenvolvidas por meio de um currículo e atividades co-curriculares que vinculam a teoria à prática. Os alunos serão incentivados a participar de uma experiência de estágio que lhes permita aplicar suas habilidades e conhecimentos, praticar inovando, aprofundar seu aprendizado e ser orientados por líderes da área. Estágios competitivos estão sendo desenvolvidos e oferecerão experiências únicas e de alta qualidade em contextos locais, nacionais e internacionais.

Para concluir a especialização Empreendedorismo Social e Inovação (SEI) da ISS, os alunos devem concluir com sucesso o curso Fundamentos de Empreendedorismo e Inovação Social (ISS 4931-0002) mais três disciplinas eletivas escolhidas de uma lista de cursos com base em habilidades pré-aprovadas. de toda a universidade. As disciplinas eletivas baseadas em habilidades incluem cursos focados na criação e implementação de empreendimentos sociais e inovação, empreendedorismo, liderança, comunicação intercultural, financiamento e desenvolvimento de recursos, finanças e contabilidade e marketing.

Para encorajar o cultivo de uma diversidade de habilidades necessárias, cada eletivo deve vir de uma área de habilidades diferente (em outras palavras, os alunos podem aplicar apenas um curso de qualquer área de habilidades). Os estudantes também são encorajados a frequentar cursos relevantes “baseados em questões / teorias” focados nas áreas temáticas em que estão interessados e apaixonados, como desenvolvimento internacional, meio ambiente, pobreza, educação, etc. os requisitos de especialização).

Guilherme Paulus – um gênio do empreendedorismo brasileiro

Guilherme Paulus é um dos empresários mais bem-sucedidos e respeitados, não só do Brasil, mas de toda a América Latina. Foi Guilherme quem criou a empresa CVC Viagens, presente em todos os estados brasileiros, internet e principais shoppings.

Há alguns anos ele vendeu a maior parte dessa empresa por R$ 750 milhões, mas ainda é dono de 8% das ações da agência CVC, que atualmente tem o incrível valor de mercado de quase R$ 7 bilhões.

 

Guilherme Paulus é mais do que um empresário: é um visionário que ama o que faz. O empreendedor começou seus negócios do zero, como vendedor de pacotes de viagens, e hoje é referência no ramo turístico, tanto na venda de passagens, pacotes de lazer com excursões, como também em hospedagens intermediárias e de luxo.

 

Atualmente Guilherme atua em um negócio promissor e que cresce ano após ano, que também está ligado com o mercado turístico do Brasil. Ele dispõe de uma rede hoteleira com vinte empreendimentos de três, quatro e cinco estrelas, além de hospedagens exclusivas da Premium Saint Andrews, localizadas em Gramado.

 

Os hotéis de Guilherme não só atendem quase cem mil hóspedes todos os anos, como emprega quase duas mil pessoas. O empresário sente orgulho de contribuir para o crescimento econômico do Brasil, através da geração de emprego e atendimento de qualidade aos turistas que ajudam a movimentar a economia nacional.

 

O melhor hotel de golfe do Brasil, o Wish Foz do Iguaçu, no Paraná, também é um dos empreendimentos de Guilherme Paulus, que planeja ampliar a rede hoteleira e não para de investir no ramo. Sua visão empreendedora é exemplo para os colegas na área, que admiram a coragem de Paulus em investir elevados valores em uma época que o turismo não é tão rentável no país como há dez anos. Guilherme sempre age focando no futuro, realizando seus investimentos em hotéis e outras empresas do ramo, a fim de obter resultados tão grandes quanto o valor investido a médio e longo prazo.

 

A empresa de Guilherme Paulus, GJP, já desembolsou bilhões de reais nos últimos anos para comprar o Submarino Viagens, empresa que pertencia integralmente ao Grupo B2W, e que consiste na venda de pacotes de viagens online. Também adquiriu a empresa turística Rextur Advance, a Trend, que vende pacotes diversificados de lazer, o que inclui excursões, a Experimento Intercâmbio Cultural, e a Visual Turismo. Juntas, todas as empresas do Grupo CVC, movimentam atualmente mais de R$ 10 bilhões por ano.

 

O segredo de tanto sucesso? Segundo o empresário Guilherme Paulus é a sua dedicação e o prazer em trabalhar todos os dias. O empresário não trabalha apenas pelo dinheiro, mas sim pela satisfação em fazer algo que gosta, tornando o dinheiro consequência de um trabalho bem feito. Por sua humildade e seu império empresarial, Guilherme ocupa o importante papel de influenciar os novos empreendedores brasileiros que possuem um sonho e estão dispostos a torná-los uma valiosa realidade em um futuro não muito distante.

Qual é o significado do empreendedorismo?

Qual é o significado do empreendedorismo?

O significado de empreendedorismo é complexo. O significado de empreendedorismo envolve um empreendedor que age para fazer uma mudança no mundo. Quer os empreendedores iniciantes resolvam um problema com o qual muitos lutam a cada dia, unam as pessoas de uma maneira que ninguém antes, ou construam algo revolucionário que avance a sociedade, todas elas têm uma coisa em comum: a ação.

Não é uma ideia que está na sua cabeça. Empresários pegam a ideia e executam nela. Empreendedorismo é sobre a execução de idéias.

Empreendedor Significado dos Empresários Reais

o que é empreendedorismo

“É tudo sobre fazer algo melhor do que já foi feito antes. Tornar algo mais simples, mais barato, mais agradável. Vivemos no mundo onde a criação de produtos “novos” é difícil, mas aperfeiçoar e melhorar um produto, serviço ou entrega de produtos é mais fácil de fazer. ”- Adam Pearce, Diretor de Marketing e Gestão da Blend Commerce compartilha sua cotação de empreendedor.

“Se você acha que está em você, apenas comece. Construir seu próprio negócio não é para todos. Você precisa realmente se perguntar se está pronto para dedicar e sacrificar tudo ao seu redor para o que você espera construir. ”Parker Burr, fundador da Feat Socks, dá o conselho que poucos seguem em sua citação empreendedora.

“Eu acho que no clima de negócios de hoje ser um empreendedor é como seu nível básico criar algo próprio. Pode começar como algo pequeno, mas ter sua própria fonte de renda que você cria diretamente é mais fácil de fazer do que com qualquer ferramenta. A partir daí você pode testar, ver o que é escalonável e depois ir all in. ”- Travis Nagle, co-fundador da Stem.

Empreendedores são muitas vezes super-humanos. Suas habilidades de negócios incluem ser inteligente, criativo e ambicioso. Um empreendedor é a pessoa que vê um problema no mundo e se concentra imediatamente na criação da solução. Eles são os líderes que saem sozinhos para melhorar a sociedade. Quer estejam criando empregos ou um novo produto, eles constantemente agem para garantir o progresso mundial. No processo de entender o que é empreendedorismo, vamos ver por que os empreendedores são importantes na sociedade.

Trabalho em casa: como criar uma boa rede de contatos para o seu negócio

Atualmente algo que estão muito em alta são negócios onde se trabalha em casa.

Seja a pessoa um freelancer, profissional autônomo ou que tenha uma loja virtual, trabalhar em casa se tornou uma realidade na última década.

Em parte isso se deu com o avanço da tecnologia. A internet e a possibilidade de trabalhar remotamente transformaram isso em uma realidade cada vez mais presente até mesmo em pequenas empresas.

Porém, quando se trabalha em casa, principalmente como freelancer ou profissional autônomo, uma das dificuldades é criar uma boa network para você.

Network é aquela rede de contatos que a pessoa cria no seu meio profissional ou pessoal. Seus amigos, por exemplo, são a sua network da vida pessoal.

A grande dificuldade para as pessoas que tem seus negócios em casa é que não existe a convivência real, dentro de uma empresa, onde naturalmente se conhece outras pessoas e empresas e que possibilitam criar uma boa rede de contatos para você do ponto de vista profissional.

Para isso, os especialistas dão algumas dicas a seguir, se você quer ter uma boa network e alavancar o seu nome ou negócios no meio profissional.

  1. Tenha uma boa desenvoltura ao conversar com potenciais clientes, seja transparente e esclareça todas as dúvidas que ele pode ter. Isso fará com que ele se torne um cliente satisfeito (principalmente se esse cliente for uma empresa), e poderá te indicar os seus serviços para outras empresas.
  2. Se você é tímido, seja para conversar, ou expressar as suas ideias, existem cursos, até mesmo online, para melhorar essa sua interpersonalidade.
  3. Promova encontros com seus colegas de profissão ou até mesmo os donos de empresa que você tem mais proximidade e para quem já prestou serviço. O contato pessoal é uma excelente forma de estreitar os laços na network.
  4. Por fim, tenha relacionamentos estratégicos que vão expandir sua network. Por exemplo, se você trabalha com revisão de textos, fechar uma parceria com um escritor conhecido pode ser muito bom para você.

 

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O empreendedorismo não é para qualquer pessoa e seus riscos

Muitas pessoas dizem e comentam que gostariam de largar seus empregos e se tornarem empreendedoras por 100% do tempo que têm, porém falam isso devido a algum sentimento de insatisfação momentânea ou algo que as incomoda como um todo e não param para pensar no quão pode ser desgastante, estressante e até meio desesperador não ter uma certeza de como estarão financeiramente futuramente, já que ser empreendedor é se dedicar ao trabalho de forma totalmente integral, por 24 horas do dia, já que não há uma rotina a que se precisa manter de forma religiosa, assim como acontece com os empregos formais, em que a pessoas terá certeza de quanto receberá no final do mês. E é por isso que às vezes surge como uma grande falha ou até mentira a vontade em querer viver do empreendedorismo, pode até ser uma tendência, porém quando algumas pessoas que não se prepararam para esse estilo de vida, já que é totalmente diferente das atividades formais, e se veem dentro desse mundo é que percebem que não há tanta liberdade e nem retorno financeiro como esperado, muitas delas acabam desistindo.

Dessa forma, para se tornar empreendedor é obrigatório ter uma mente muito aberta para as oportunidades que podem aparecer, ter em mente que o retorno financeiro será demorado e a longo prazo, porém tudo o que pode ser absorvido dessas experiências são as melhores possíveis, e que certamente um emprego formal de horário integral nunca permitiria, pois o empreendedor tem direito total sob si e não tem que pedir permissão para realizar alguma função já que ele é o chefe do próprio negócio, e seguindo uma rotina e planejamento para conseguir prosperar sua atividade facilmente poderá recolher os frutos daquilo, pois ao se manter em uma atividade a qual é impossível se sentir inspirado, alegre e confiante consigo é impossível se sentir realizado.

Portanto, aos apaixonados por liberdade que têm uma mente aberta para promover novos negócios que possam seduzir seus clientes, ou mesmo fazê-los se sentirem melhores não há tempo a perder em mergulhar fundo e virar um empreendedor, mas é claro que a partir de um longo e prévio planejamento e análise crítica tanto da atividade final como dos percalços durante o caminho rumo ao sucesso.

 

Sinais de que o seu negócio pode dar errado

De tempos em tempos, toda empresa precisa realizar uma avaliação da saúde financeira do empreendimento. Compreender de maneira clara as finanças auxilia no planejamento e assim, a chegar ao sucesso de maneira mais fácil.

questões como uma análise diária dos negócios, agilidade para sair dos problemas e criatividade são essenciais na hora de começar um negócio e ao longo do empreendimento, quando as dificuldades vão surgindo. Prestar atenção nestes sinais é imprescindível para ser bem sucedido.

Outro sinal que também pode demonstrar como o empreendimento pode dar errado é a lucratividade, qual o percentual de lucro em relação ás vendas. Caso a lucratividade esteja negativa, o negócio está dando prejuízo, para sair desta situação é necessário executar um plano de emergência para se recuperar, por isso ter um capital de giro é essencial.

Caso você necessite recorrer de maneira frequente ao capital externo, é bom prestar atenção, pois também pode ser outro indicativo de que algo não está funcionando da maneira correta. Nesta situação, avalie se o estoque está sendo bem gerido, se você está precisando pegar empréstimos com frequência e se o negócio está tendo um custo fixo elevado, maior do que você pode aguentar. Ao analisar todos estes fatores e colocar tudo na “balança” é possível analisar com clareza se o negócio vale ou não a pena.

Ao se trabalhar com varejo é essencial analisar e estar sempre atento ao Ticket Médio, já que o mesmo pode ser um importante indicador. O chamado Ticket Médio nada mais é do que o valor/quantidade média vendida por cliente feito por hora, dia ou vendedor, além de fazer um comparativo a outras operações. Este indicador é importante pois qualquer valor elevado já tem uma diferença quantitativa substancial no faturamento, o que pode ser feito principalmente através de uma oferta maior e variada de produtos.

Outro sinal recorrente, mas que não é muito levado em conta pelos empreendedores é de que se tem muitos clientes entrando no seu estabelecimento, mas poucos comprando, alguma coisa está errada, essa é a chamada taxa de conversão. Quando a taxa de conversão está ruim significa que o empreendedor não está conseguindo realizar o seu principal objetivo, já que não está fechando negócio. Para que a taxa suma é necessário investir de maneira pesada nos vendedores e analisar bem o local do empreendimento para adequar as estratégias de venda, já que shoppings, por exemplo, costumam ser mais baixas as taxas de conversão, enquanto em lojas de rua é bem melhor.

Pequenas e micro empresas tiveram 10 meses de saldo positivo em 2017

A crise financeira que atingiu vários setores da economia ao longo dos últimos anos, afetou a indústria de um modo geral, fechando vários postos de trabalho com registro em carteira em todo o país. Porém, essa crise não abateu o poder de contratação dos micro e pequenos empresários em 2017, sendo as micro e pequenas empresas as principais responsáveis pela geração de emprego no país. Ao contrário do ocorrido com as micro e pequenas empresas, as médias e grandes empresas tiveram um saldo negativo em novembro do ano passado, com 22,1 mil demissões, contra 12,2 mil carteiras assinadas pelos micro e pequenos empresários.

De acordo com uma pesquisa mensal feita pelo Sebrae com o embasamento dos dados levantados pelo Caged– Cadastro Geral de Empregados e Desempregados -, que é de responsabilidade do MTE – Ministério do Trabalho e Emprego -, o retrospecto positivo das micro e pequenas empresas encerrou o mês de novembro do ano passado com o décimo mês de resultados positivos. Durante o ano passado, não contabilizando o mês de março, as pequenas e micro empresas conseguiram estar na contramão da crise econômica no país, fechando mês após mês com resultados positivos.

O saldo acumulado no ano passado de janeiro a novembro, atingiu a casa dos 486 mil no total de postos de trabalho formais, sendo que o acumulado das médias e grandes empresas foi de 202 mil novos postos de trabalho.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, explicou que esse tipo de empresa é a responsável por gerar a maior parte dos empregos em todo o país. Durante a crise, o presidente do Sebrae relata que as micro e pequenas empresas também são a parte inovadora durante a crise econômica.

Em todo o mês de novembro do ano passado, o Comércio teve a maior participação das micro e pequenas empresas com a criação de 50 mil novos postos de trabalho. Logo em seguida, Serviços foi responsável pela geração de 135 empregos formais. A Indústria da Transformação foi responsável pelo fechamento de 19,5 mil vagas de trabalho das médias e grandes empresas e de 9,5 mil fechamento de postos de trabalho da micro e pequenas empresas, segundo os dados do Caged.

Toyota lidera o ranking das 10 marcas de veículos mais vendidas no mundo em 2017

De acordo com o relatório elaborado e divulgado pela Focus2Move, a fabricante de veículos Toyota foi a que mais vendeu automóveis no mundo todo em 2017. O relatório divulgado revelou que a montadora atingiu a liderança nas vendas globais de automóveis no ano passado, ficando a frente até mesmo da Volkswagens com uma margem de vantagem de mais de 2 milhões de unidades vendidas em todo o mundo durante 2017.

Contudo, a lista atual das marcas de veículos que mais venderam no mundo em 2017 ainda tem os habituais nomes, sendo a única diferença algumas alterações que ocorreram nas ordens em que cada uma delas se apresentaram. Segundo o relatório das marcas de veículos mais vendidas em 2017, a marca Honda foi a que mais subiu em sua classificação em uma comparação com a edição de 2016. A marca saltou da sexta posição para a quarta em 2017, deixando a Nissan e a Hyundai para trás. Já em relação a Hyundai, o registro foi de queda de uma colocação por causa da queda de 9% nas vendas da montadora.

A lista das 10 marcas mais vendidas em 2017 começa com a marca japonesa que vendeu 8,7 milhões de veículos em 2017. O registrou contou com uma alta de 2,7% nas vendas totais da Toyota em todo o mundo. Segundo o relatório, esse ótimo desempenho da marca japonesa ocorreu por causa do modelo Corolla, que foi o modelo de veículo mais vendido no mundo durante o ano passado, superando mais de 1 milhão de unidades do modelo comercializado em todo o mundo.

Em segundo lugar vem a fabricante alemã de veículos, a Volkswagen, com 6,8 milhões de unidades vendidas em todo o mundo em 2017. Esse número representa uma alta de 4,7% nas vendas da montadora em relação aos dados de 2016.

Ainda no pódio, a Ford conquistou o terceiro lugar das marcas mais vendidas em todo o mundo em 2017, mesmo com um registro de queda em relação as vendas do ano de 2016. A Ford vendeu em 2017 6,1 milhões de veículos no mundo inteiro, o que significa uma queda de (-1,2%) comparado ao retrospecto positivo em 2016.

As demais marcas e a ordem de cada uma delas foram as seguintes:

4º Honda, com 5,16 milhões de veículos;

5º Nissan, com 5,14 milhões de veículos;

6º Hyundai, com 4,4 milhões de veículos;

7º Chevrolet, com 4,1 milhões de veículos;

8º Kia, com 2,8 milhões de unidades;

9º Renault, com 2,68 milhões de veículos;

10º Mercedes-Benz, com 2,55 milhões de veículos vendidos no mundo em 2017.