O comércio online é uma grande oportunidade. Mas cuidado, não existe negócio completamente seguro

O modo como fazemos negócio hoje é totalmente diferente de como fazíamos negócio há anos atrás. A maior responsável por isso tem nome: a internet. Cada vez mais as pessoas deixam de comparecer a locais físicos para realizar compras online, do conforto de suas residências. A comodidade, aliada a preços por vezes menores por se tratar de grandes redes de comércio, que tem condições de oferecer preços melhores e entregas rápidas aos consumidores.

Neste sentido, o e-commerce (como é chamado o comércio pela internet) está em alta, não somente por parte do consumidor/cliente, mas por parte de empreendedores também. Isso ocorre porque, em momentos de crise como o que vivemos, o que se busca prioritariamente é o corte de gastos. Assim, não necessitar manter um espaço físico, com todos os seus custos (aluguel, condomínio, luz, água, funcionários) é de grande valia para a sobrevivência da empresa.

Porém, em que pesem todos os benefícios supracitados, o comércio online não é garantia de sucesso. Ainda há gastos, como com o provedor de internet e com os profissionais de design do site – que deve ser atrativo e de fácil manuseio, para não afugentar possíveis consumidores -, além do marketing. Esse último é mais necessário neste novo ambiente de negócio, porque esse deve ser visível; se antes procurávamos lojas caminhando nas ruas de nossas cidades, hoje as procuramos em uma simples pesquisa no Google – e é óbvio que sites colocados nas primeiras posições no buscador têm maiores chances de serem acessados do que endereços que se localizem somente na segunda página de busca, por exemplo.

Além disso, é ainda mais importante a reputação da empresa, uma vez que o “boca-a-boca” sempre será um forte meio de divulgação da marca. Vários sites se dedicam a reclamações de clientes insatisfeitos, e alguma venda cujo produto tenha sido entregue erroneamente poderá ser uma dor de cabeça gigante para o crescimento do negócio – especialmente nos primeiros meses, quando ainda está sendo construída a reputação deste.

Por fim, é importante ressaltar que, apesar de o meio de negócio ser diferente, as regras de concorrência seguem as mesmas: é mais fácil ter sucesso em um nicho de negócio onde a concorrência é menor, e a inovação em produtos e relacionamento com os clientes ainda é o diferencial para adquirir novos consumidores e – mais importante – manter os antigos.

Veja mais informações no site do Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae: http://bit.ly/29lGBH5

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