Nova Zelândia cria bolsa para novos empreendedores estrangeiros atuarem no país

A Nova Zelândia, um dos países mais atrativos para brasileiros que sejam atuar no exterior, acaba de anunciar que está de olho em novos empreendedores e investidores de todas as partes do mundo, incluindo portanto os brasileiros. Para isso, governo neozelandês lançara um programa de bolsas, nomeado de Edmund Hillary Fellowship, que será responsável por conceder um visto de três anos para que os mais variados empreendedores possam colocar as suas ideias em prática.

Se o projeto for considerado bem sucedido, o empreendedor terá a chance de se candidatar para conseguir uma residência permanente na Nova Zelândi, e não faltam motivos e vantagens para se abrir uma empresa ou investir em negócios no país, de acordo com Yoseph Ayele, CEO da Edmund Hillary Fellowship.

Segundo ele, na Nova Zelândia existe uma base bem forte para o empreendedorismo. É rápido e fácil de se abrir e operar um negócio por lá, pois o país é um dos menos corruptos do mundo; tem boas relações comerciais e diplomáticas; possui um excelente sistema de ensino com ótimas universidades por todo o país; possui várias áreas de concentração de empreendedores; e permite que os empreendedores utilizem tanto a infraestrutura governamental como também a privada para desenvolverem seus projetos.

O nome da bolsa, por sua vez, é uma homenagem à Edmund Hillary, o primeiro homem a ter escalado o monte Everest na história. Após escalá-lo, Edmund Hillary se transformou em um grande líder humanitário, se destacando por sua postura humilde e a vontade de atuar em conjunto com diversas comunidades de regiões montanhosas por todo o planeta. Esse é o tipo de pessoa que o programa está procurando: pessoas que reúnam características semelhantes a ele e se tornem embaixadoras do empreendedorismo por todos os lugares que passem.

O maior critério de seleção da bolsa Edmund Hillary Fellowship é o impacto, seja qual for o setor de atuação do empreendedor ou do investidor, é essencial que as consequências que seu projeto trará ao mundo sejam bem sucedidas. Além disso, o projeto deve ser capaz de desafiar o status quo e resolver problemas globais de caráter urgente, mudando assim o curso da humanidade, de acordo com o site de inscrição.

Além da ideia, outro aspecto muito importante é a capacidade empreendedora do indivíduo ou da sua equipe, levando-se em conta as habilidades técnicas e gerenciais. Para completa, é analisado se a Nova Zelândia tem o potencial de ajudar o candidato a ser bem sucedido, através do questionamento: “Como você se encaixa com o ecossistema já existente?” É preciso comprovar que o país pode colaborar para a concretização do projeto, o que impossibilita a aprovação de quem deseja se inscrever apenas com o intuito de sair do Brasil.

 

 

 

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