Única representante do segmento de comunicação, nova/sb recebe prêmio Pró-Ética, por Bruno Fagali

Uma iniciativa conjunta da Controladoria Geral da União (CGU) e do Instituto Ethos premia as empresas que apresentam posturas voltadas à manutenção da integridade corporativa. Dentre as práticas adotadas por tais organizações, está o combate à corrupção. Na edição de 2016 houve a estreia de uma representante do segmento de comunicação. Trata-se da nova/sb, uma agência que possui um setor destinado a manter íntegro o ambiente empresarial, cuja gerência é de incumbência do advogado Bruno Fagali.

Intitulada de Pró-Ética, a premiação contou em sua última edição com um total de 25 organizações participantes. Boa parte das empresas envolvidas possuía filiação com o Instituto Ethos, mas entre as exceções estava a nova/sb. Bruno Fagali, quando do recebimento do prêmio, alegou que a criação de um departamento específico para este tipo de finalidade foi a formalização de um conjunto de condutas já praticadas pela companhia. Segundo ele, houve a elaboração de um código que foi divulgado aos colaboradores de modo didático, o que acabou contribuindo para maior lisura no meio publicitário.

Por ter sido vencedora do Pró-Ética, a agência foi objeto de uma entrevista publicada pelo Instituto Ethos, onde seu representante, Bruno Fagali, discorreu mais detalhadamente acerca do modo como a nova/sb gerencia seus negócios. De acordo com o também executivo, existe um projeto que aborda assuntos relevantes para a sociedade e possuem caráter polêmico, o que inibe outras organizações de discutirem sobre eles. Chamada de “Comunica que muda”, a iniciativa conta com mais de 500 mil seguidores e pode ser acessada de diversas redes sociais.

Composta por diversos profissionais tanto da CGU, quanto do Instituto Ethos, a comissão responsável pela avaliação das empresas inscritas elabora para cada uma delas uma espécie de relatório onde pontos positivos e negativos de cada quesito são elencados. Dessa forma, as organizações recebem uma respectiva pontuação. O gestor ressalta que, de posse de tais informações, é possível aprimorar o que pode não estar indo tão bem ou seguir por determinado caminho quando há grande aprovação por parte dos julgadores.

Para Bruno Fagali, a importância de se receber um prêmio dessa natureza é algo gratificante, pois trata-se de um reconhecimento do trabalho prestado, sobretudo no tocante à sociedade. Mas a maior contribuição da premiação, segundo o profissional, provém justamente da análise oferecida pelos avaliadores, o que permite com que as companhias atinjam um grau de excelência em relação à conduta que disseminam no ambiente corporativo e fora dele. Ele ainda ressaltou que a empresa se filiou ao Ethos no ano de 2017, mas sempre norteou suas práticas nas publicações do Instituto.

Atuando também na Fagali Advocacia, Bruno Fagali acredita que a entrada de novas empresas de comunicação no Pró-Ética é algo importante não apenas para o segmento, mas para a visão que a sociedade possui das companhias do meio. Ele explicou que cada instituição deve elaborar um plano de integridade corporativa de proporções passíveis de serem atingidas e objetivos bastante claros. O gerente também assinalou que vencer os concorrentes não é fácil, uma vez que é preciso atender diversos critérios de seleção.

 

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