“Tô de Olho” – Campanha da Agência Heads do empresário Claudio Loureiro para a Tetra Pak

Juntamente com a agência Heads, do empresário Claudio Loureiro, a Tetra Pak lançou a campanha “Tô de Olho”, com o intuito de despertar à consciência do consumidor acerca do impacto que os produtos disponíveis no mercado têm no meio ambiente, dessa forma, o consumidor é convidado a refletir sobre as suas escolhas. Para sensibilizar o público adulto, a campanha é protagonizada por crianças, os pequenos mostram que estão atentos as escolhas feitas pelos adultos.

Segundo a Diretora de Marketing da Tetra Pak, Vivian Leite, mesmo sendo uma empresa B2B, cujo público-alvo são outras empresas, a Tetra Pak resolveu falar com o consumidor principalmente pelo fato de que existe a necessidade de informá-lo sobre a sustentabilidade das embalagens, que são feitas com materiais renováveis e 100% recicláveis. Vivian Leite, afirma que a empresa abraçou esse desafio, o de conscientizar a população sobre a escolha consciente da embalagem, e para isso, optou por uma comunicação leve e divertida, próxima da realidade dos consumidores.

As embalagens da Tetra Pak são produzidas com polietileno de baixa densidade (LDPE), produzido com base na cana-de-açúcar. Segundo a agência de Claudio Loureiro, as peças da campanha trazem as mensagens de crianças para os seus pais, onde os pequenos alertam sobre a importância da escolha de materiais sustentáveis, que não são prejudiciais ao meio ambiente. De acordo com o Diretor-Geral da Heads Propaganda em São Paulo, Erick Machado, “Convocamos, então as únicas pessoas que tem um poder sobrenatural de mudar o comportamento dos pais e das mães que escolhem os produtos. Chamamos os filhos e filhas. E invertemos a regra. Agora são os filhos que vigiam e dão bronca nos pais”.

A campanha da Heads de Claudio Loureiro foi pensada para o ambiente digital, dessa forma, conta com peças e filmes que serão veiculados nas mídias sociais, como Facebook e Youtube, além de contar com um hotsite cujo endereço é cuidedomeufuturo.com.br. Para as gôndolas dos supermercados, a agência optou por inserir um QR Code na lateral das embalagens que leva os consumidores até a plataforma da campanha.

Foi pensando nessa estratégia ambiental, que é uma das preocupações da Tetra Pak, que a agência de Claudio Loureiro se inspirou para produzir essa campanha. Desde 2008 que as embalagens da empresa são certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council). Dessa forma, é possível rastrear todo o caminho percorrido pelo papel, desde a floresta até a embalagem final, e assim comprovar que todo esse processo foi dirigido de uma forma sustentável.

A Tetra Pak possui cerca de 23 mil colaboradores em mais de 85 países. A empresa é líder em soluções de processamento e envase de alimentos. Além disso, está presente em mais de 170 países. O slogan da Tetra Pak é “PROTEGE O QUE É BOM”.

A Heads Propaganda do empresário Claudio Loureiro, está presente no país há 27 anos. Atua no Brasil, com escritórios no Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e São Paulo. Segundo o Great Place to Work, a agência é uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

 

 

Empreendedorismo sustentável

Ter um negócio com um forte apelo é sempre positivo para qualquer empresa. Quando esse apelo é a preservação do meio ambiente, melhor ainda. A beleza e a elegância de muitos móveis não transparecem de forma alguma, que eles foram construídos com materiais que normalmente iriam para no lixo. São janelas transformadas em molduras, peças de carroceria de caminhão transformadas em cadeiras e grades enferrujadas em mesa.

Também existem os móveis restaurados, quem em vez de ganharem uma pintura, ganham mais desgastes deixando com um ar mais rústico e atraente, um estilo que atrai muito a atenção da professora aposentada, Ana Quirino. Ela é cliente desse tipo de negócio há vários anos e sempre que pode, ela acaba adquirindo alguma peça.

“Um ambiente super aconchegante é resultado desses produtos, eu gosto muito de poder estar nesse ambiente e as pessoas que eu recebo também. Elas sempre querem saber aonde eu adquiri, como elas podem adquirir também, acham as peças muito bonitas. Então, é uma questão também de gosto”, diz a professora.

Mas não são só apenas a beleza e a qualidade que fazem a professora optar por esses produtos. “A questão da reciclagem, de não estar mais jogando coisas fora, ajudando o planeta a reciclar cada vez mais com móveis belíssimos”, explica a professora.

E foi justamente esse fator ambiental, que fez com que Bernadete Peixoto, proprietária de uma loja de produtos reciclados e restaurados, percebesse que esse meio de fabricação dos produtos, poderia sim ser um grande negócio.

“Em uma viagem que eu e meu marido fizemos, tivemos a oportunidade de fazermos uma visita em uma cidade onde tinha esse tipo de móveis. Nós vimos que era muito importante esse tipo de loja de móveis, porque assim, nós não denegrimos o meio ambiente. A iniciativa foi do meu marido, ele gosta muito de móveis e objetos antigos, ele adora o designer rústico empregado nos móveis a serem restaurados e construídos com matérias jogados fora. Tudo isso começou em uma viagem para Minas Gerais, ai quando meu marido viu esses produtos ele ficou apaixonado e firmou o pensamento na produção desses objetos com o foco na preservação do meio ambiente”, diz Bernadete.

“Não cortar uma árvore, não destruir o meio ambiente para poder construir esses produtos, isso é o que temos de melhor ao oferecer”, reforça Bernadete. Hoje o negócio anda muito bem, porque sempre existem clientes a procura de um produto exclusivo. Geralmente procuram um trabalho artesanal, pois assim nunca existirá uma peça repetida, o que também agrega valor na hora da venda. Geralmente, esses móveis acabam custando mais caros do que os convencionais.

“Os tipos de móveis que nós construímos vêm de madeira reutilizada de outros móveis muito antigos, peças de casas antigas e nós reaproveitamos ao máximo para fazer um móvel. O resultado final é maravilhoso, fica artesanal, é um móvel que único, por conta dos detalhes e características que serão únicas para aquela peça”, diz Bernadete.

Veja também: Empreendedorismo Social.