Levantamento de 2016 traz as cinco tendências do varejo online até 2021

em outubro do ano passado, 2016, os próximos anos seriam bons para os que resolvessem intervir no comércio digital, com “boas perspectivas e oportunidades de negócio”. Com essa pesquisa, teve-se a previsão de que as vendas realizadas por meio da internet dobrariam até o ano de 2021, crescendo assim, em média, 12,4% ao ano.

Era também afirmável, a partir desta, que, dentro de cinco anos, a partir do ano passado, o impacto da web no varejo teria aumentado em mais de 70%, atingindo então o marco de 42% de todas as vendas realizadas. Porcentagem essa que, mesmo ao desconsiderarmos o comércio de alimentos e bebidas, já representaria cerca de R$ 365 bilhões.

Desse modo, faz-se válido pontuar aquelas que seriam assim, para os próximos anos do varejo digital, as cinco maiores tendências.

E logo de primeira, pode ser citado o aumento no número de consumidores. No caso, a previsão específica era de que, em cinco anos, a partir de 2016, teríamos mais 27 milhões de pessoas realizando sua primeira compra pela internet. Com esse número a mais, teríamos então um total de 67,4 milhões de consumidores online, comumente chamados de “e-shoppers”. O número representará 44% do total de internautas.

A segunda tendência era em relação aos setores que serão os mais promissores, posto que a avaliação considerou, ao todo, quatorze categorias do varejo, a exemplo das categorias de roupas e de móveis; ou das categorias de cosméticos, televisores e de computadores; além das categoria de livros, eletroportáteis, artigos e roupas esportivas; e até mesmo das categorias de periféricos e alimentos e bebidas. Assim, dentre essas categorias todas, algumas deverão crescer acima da média, nesses próximos anos, como as de artigos e roupas esportivas, com 17%; livros, com também 17%; e a categoria de roupas e beleza, com 15%.

Em terceiro, tínhamos o fato de que o comércio mobile tem ficado cada vez relevante, não à toa que, em 2016, já representavam 30% do total de internautas, aqueles que só poderiam ser atingidos pelo mobile, ou seja, aqueles que não usavam de outros dispositivos para acessarem a internet. E desde o final do ano passado, 2016, que 19% das vendas de e-commerce já iriam ocorrer por meio desses dispositivos, assim movimentando cerca de R$ 9 bilhões. Sendo então previsto, para 2021, que passaria para os 41%, a participação da categoria, pulando-se, consequentemente, para a quantia de R$ 35 bilhões movimentada nesse segmento.

Depois, em quarto, teve-se a descoberta do estudo sobre o fato dos clientes brasileiros que estão envolvidos em todos os canais das marcas, que envolvem tanto aplicativo quanto espaço físico e site, gastarem assim 40% a mais do que aqueles consumidores limitados ao uso de apenas um desses canais, em 2016. Desse modo, tínhamos aí uma tendência forte, indicando maiores investimentos na construção de iniciativas que fossem voltadas para consumidores desse tipo que consumia 40% a mais.

Por fim, a quinta tendência falava dos motivos para que houvesse esse previsto aumento das vendas online. O levantamento indicava então uma maior confiança do consumidor, além de um possível retorno do chamado “consumo das famílias”, além da ascensão daqueles site onde várias empresas podem vender ser respectivos produtos, comumente chamados de “marketplaces”. E também, é claro, havia o motivo de que simplesmente haveriam, com o passar dos anos, mais consumidores ativos.

 

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