Sonia Bueno, dona de restaurante em Nova York, faturou 2,5 milhões em 2016

A trajetória de Sonia Bueno, 53, em outro país, não foi tão fácil quanto poderia imaginar quem hoje vê o seu restaurante bem-sucedido próximo da Times Square, em Nova York. O Brazil Brazil 46 oferece pratos típicos da culinária brasileira, entre as opções estão pão de queijo, feijoada, salgadinhos (coxinha e pastel), frango a passarinho, picanha e caipirinhas. O cliente também pode se deliciar com a picanha na chapa e o camarão de coco, pratos mais requisitados da casa.

Para alcançar o sucesso que tem hoje, Sonia que trabalhava no negócio da família, uma pequena fábrica de bijuterias no bairro do Tatuapé, decidiu viajar em busca de uma renda maior quando a empresa começou a ter uma queda nos rendimentos.

Em sua casa quem ajudava no sustento de sua mãe e sua vó era Sonia, depois de vender duas linhas telefônicas, ela deixou o dinheiro para sua família e viajou para os Estados Unidos. Foi a primeira vez que ela tinha viajado para um país sem falar uma palavra em inglês. Depois de dois anos, Sonia conseguiu se legalizar quando se casou com um inglês com cidadania americana. O divórcio do casamento se deu em 2002, hoje ela está em um casamento com um mineiro de Belo Horizonte, João Zacarias.

A adaptação ao novo país não foi fácil. Na cidade de Newark, Nova Jersey, ela foi recebida na casa da tia de uma amiga enquanto procurava se manter trabalhando como garçonete em restaurantes e bares portugueses. As diferenças culturais, a dificuldade com o idioma e o clima frio não foram fatores que ajudaram a brasileira a se sentir confortável. Todos os fatores desfavoráveis culminaram numa depressão que perdurou por 5 anos.

Apesar das adversidades Sonia não desistiu dos seus sonhos e persistiu. Em 1997, ela se muda para Nova York para trabalhar em restaurantes, um deles é o Brazil Grill, em 2003 foi promovida como gerente. Progressivamente ela recebeu uma proposta para comprar o restaurante Brazil, Brazil. Depois de comprar o negócio descobriu que tinha uma dívida de US$ 500 mil. Passados 2 anos ela conseguiu quitar a dívida e reerguer a empresa. Em 2016 o seu restaurante faturou US$ 2,5 milhões (R$ 7,9 milhões).

 

Inovações tecnológicos estão aumentando a produtividade no campo

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Todo ano o mundo é presenteado com diversas inovações tecnológicas proveniente de mentes visionárias, seja com o intuito de colher os frutos de algo único ou para promover a solução de algum problema, o fato é que elas facilitam a vida das pessoas e aumentam significativamente a produção.

Uma setor que possui a necessidade de amadurecer novas tecnologias é o agro negocio. Isso porque com o intenso crescimento populacional do mundo, cria a necessidade de aumentar a produtividade, conseguir fazer mais com menos espaço.

Atualmente já é realidade o uso de drones para mapear a evolução da lavoura e auxiliar em decisões estratégicas. E muitas dessas decisões já são feitas por programas de inteligência artificial.

“Produtores de menor porte superaram o estágio do desconhecimento e do ceticismo e estão adotando soluções criadas por startups”, explicou Raffael Piedade, sócio SP Ventures, um investidor brasileiro em novas empresas de tecnologia.

Em setembro de 2017, a Monsanto, empresa multinacional de agricultura e biotecnologia, reportou que vai investir cerca de R$1 milhão na Tbit, que é uma empresa de Minas Gerais que desenvolveu um programa que automatiza a analise de grãos, que ainda é feita de forma manual. Outras gigantes da tecnologia, como a Intel e a Microsoft, também estão investindo em tecnologias brasileiras voltada para o campo.

Desde 2007 já surgiram aproximadamente 50 novas empresas direcionadas a criar novas tecnologias para produção no campo. A SP Ventures, por exemplo, se baseia na compra de participação acionária de startups inovadoras com grande chance de crescimento a curto prazo. Atualmente ela conta com mais de R$69 milhões investidos em cerca de 12 empresas do segmento de agro negócio.

Apesar desse setor estar muito aquecido, ainda existem muitos problemas a serem resolvidos no agro negócio. Existe um consenso sobre a necessidade do setor se organizar. Pois é comprovado que existe verba disposta a efetuar investimentos, o agro negócio brasileiro precisa aprender a se promover melhor no exterior, aprender a se vender, de acordo com o publicitário Nizan Guanaes.

Relembre a história da incorporadora JHSF desde a sua criação

Fundada na cidade de São Paulo, a empresa surgiu de uma parceria entre os irmãos José Roberto e Fábio Auriemo, que em sociedade com mais dois empresários, fundaram a JHS Construção e Planejamento Ltda, uma corporação com foco na área da construção.

Ao longo da década de 80, a JHS cresceu muito e começou a se destacar entre as maiores do país, se envolvendo em projetos de grande porte, como é o caso da construção do imenso complexo do Hotel Transamérica, no estado da Bahia, e também do circuito de testes da General Motors, situado no interior de São Paulo. Em crescimento contínuo e acelerado, a empresa decidiu se expandir para o segmento da incorporação imobiliária.

Algumas diferenças de opinião causaram uma cisão entre os sócios da empresa, fazendo assim com que o empresário Fábio Auriemo assumisse o cargo de presidente da corporação. Nesse período, ele decidiu modificar o nome da empresa para JHSF e redirecionar a maior parte dos negócios para o setor da incorporação, que estava em alta na época. Assim, a corporação começou a trabalhar em projetos envolvendo edifícios comerciais para locação, um mercado bastante aquecido em todo o país.

No ano de 2001, a JHSF avançou em suas investidas na área da incorporação, passando a investir em shopping centers. Entre os primeiros projetos da empresa na área, estão o Shopping Metrô Santa Cruz e o Shopping Metrô Tucuruvi, ambos na capital paulista.

Alguns anos após a empresa se estabelecer nesse novo mercado, o presidente Fábio Auriemo se aposentou e passou a administração dos negócios da família para o filho, José Auriemo Neto, que mesmo sendo jovem, assumiu a responsabilidade do cargo com grande excelência, exercendo um ótimo trabalho no comando da JHSF. Entre as estratégias adotadas por ele, a corporação passou a investir na incorporação de alta renda, um segmento com ótimo potencial na época.

O projeto mais audacioso da incorporadora nesse mercado de luxo consistiu na viabilização do complexo Parque Cidade Jardim, finalizado em 2006. No interior do complexo, está o famoso Shopping Cidade Jardim, alguns prédios residenciais que fazem parte de um dos condomínios de alta renda mais renomados de São Paulo, edifícios comerciais e uma sede do Hotel Fasano.

Com o Parque Cidade Jardim, a JHSF alcançou lucros substanciais, que elevaram o status da empresa a uma das maiores do Brasil nesse ramo. A construção do complexo também funcionou como pontapé inicial para que a incorporadora investisse em outros projetos de luxo, como a construção do condomínio de veraneio de alta renda Las Piedras, localizado na cidade Punta del Este, no Uruguai. Sendo assim, os investimentos adequados em conjunto com um trabalho minucioso e exemplar desenvolvido pela empresa foram os fatores que a levaram a ter o seu capital aberto para ser negociado na Bolsa de Valores.

Nos anos recentes, um dos projetos mais desafiadores da JHSF foi o Shopping Catarina Fashion Outlet, que é um centro de compras focado no setor de luxo, com descontos e promoções que duram o ano inteiro.

 

Uma empresa se dedica a criar nomes para outras empresas e está tendo sucesso

Mesmo com a certeza de haver criatividade, é normal que empreendedores acabem ficando sem ideias para a criação do nome de seus empreendimentos. Devido a isso, uma outra empresa, a iNomes, percebeu a oportunidade de negócio visando ajudar outros empreendedores a criar o nome para outras empresas.

A iNomes conta com pessoas especializadas nos setores que irão fazer a diferença para o nome oferecido por ela a outra empresa. A equipe tem especialistas em linguística, semiologia, marketing e fonética para a elaboração do nome das empresas.

A empresa foi fundada por duas mulheres, Sandra Birman e Adriana Calderoni, tendo uma plataforma online para atender seus clientes. A forma de abordagem da empresa segue sua própria metodologia, que é inovadora, fácil de ser compreendida e objetiva na elaboração de um nome para um negócio, para produtos oferecidos por uma empresa e os serviços que uma empresa dispõem.

Além de ajudar na escolha do nome da empresa, a iNomes oferece uma busca pelo público alvo visando ser um nome que condiz com o negócio em si. A metodologia é focada em transmitir para o público-alvo de uma empresa, um nome que venha a estimular a geração de negócios para aquela empresa.

Em relação a cultura, ao idioma, ao Know-how na hora de estabelecer um nome para um cliente, a iNomes busca agregar o máximo de elementos possíveis que se adéquem de forma simples, coerente e profissional.

“O know-how adquirido ao longo dos 15 anos de gestão em design de logos nos indicou que essa demanda para Naming acompanha o crescimento do empreendedorismo no país. Nomear de forma eficiente e criativa é uma etapa fundamental no planejamento de um negócio e sua identidade estratégica. Considerar se o significado do nome está corretamente inserido dentro dos valores da empresa, além de prevenir-se quanto à sua exclusividade através da proteção no INPI, também é prioritário”, explica Birman.

No site da iNomes, o cliente interessado preencherá um formulário específico para auxiliar na criação do nome da empresa, produto ou serviço que será oferecido. Serão questionados vários pontos como, valores, público-alvo, objetivos, entre outros. Após esse processo, os possíveis nomes oferecidos pela iNomes ao seu cliente ficam disponíveis 48 dias depois, e são entre 10 e 12 nomes pensados para tal empresa.

 

Associação diz que o fim do horário de verão terá impacto negativo em bares

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Com a recente discussão sobre o fim do horário de verão, já tem investidor preocupado com seu negócio. Para alguns comércios, o horário de verão significa mais clientes consumindo, como é o caso dos bares e restaurantes que tem o movimento aumentado durante o período em que o horário de verão entra em vigor.

Mesmo com as projeções de que o horário de verão se tornou ineficiente para a economia de energia do país, e consequentemente para a economia brasileira, a mudança do horário tem reflexo positivo no comércio de todos os estados que passam pela mudança.

Em relação a esse reflexo no comércio, a Abrasel-SP – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, informou que fim do horário de verão terá um impacto negativo sobre o comércio noturno. O presidente da associação, Percival Maricato, revelou que com o horário de verão os bares registram um aumento de 20% no movimento.

Em resposta sobre o impacto do fim do horário de verão, Percival Maricato disse: “Acredito que sem o horário de verão o movimento pode cair um pouco ou deixar de crescer”. Contudo, Maricato afirmou que a associação não fará nenhuma campanha a favor ou contra o horário de verão. Maricato disse: “Não vamos fazer um movimento corporativo. É uma decisão técnica, que tem mais a ver com questões de meio ambiente e economia de energia”.

O reflexo negativo do fim do horário de verão, segundo o presidente da associação, é em relação ao chamado “happy hour” que é favorecido quando o dia se torna mais longo. “As pessoas saem do trabalho e está mais claro. Estimula a interação social e happy hour. Quando é escuro, muita gente quer ir embora logo e tem medo de esperar no ponto de ônibus”, revelou Maricato.

Contudo, os governantes anunciaram recentemente que a decisão sobre o fim da mudança no horário será tomada a partir de “resultados econômicos”. O pronunciamento foi feito pelo ministro Henrique Meirelles do Ministério da Fazenda, durante uma entrevista coletiva nos Estados Unidos. Segundo o ministro que disse gostar do horário de verão, estudos relacionados a economia de energia serão usados para a decisão do fim do horário de verão.

Fundo criado pela Baidu terá US$ 1,5 bilhão para investir em carros autônomos

Em um anuncio realizado no dia 21 de setembro, a empresa chinesa Baidu, conhecida por sua ferramenta de busca, revelou um fundo no valor de 10 bilhões de iuanes, que é equivalente a US$ 1,52 bilhão, destinados ao aperfeiçoamento da direção autônoma nos automóveis. Segundo o anuncio da empresa, o fundo tem como objetivo acelerar e alcançar de uma forma mais abrangente o desenvolvimento técnico da tecnologia para que a empresa possa competir com outros investidores norte-americanos.

O fundo criado pelo Baidu, “Fundo Apollo”, terá um total de 100 projetos voltados para a direção autônoma somente nos próximos três meses, e serão todos financiados pelo fundo da empresa.

Como o nome do próprio fundo sugere, ele será lançado exatamente no mesmo dia em que o Apollo 1.5 será lançado, que consiste na segunda geração do carro com direção autônoma que funciona com código aberto criado pela empresa.

A empresa desenvolveu o sistema de forma interna durante muitos anos, e só agora decidiu que levaria a tecnologia usada por ela para a condução de veículos autônomos para terceiros. Segundo a empresa, essa medida deverá acelerar todo o desenvolvimento em relação a tecnologia usada nos carros autônomos, e que isso irá permitir a empresa competir com grandes nomes como a Tesla, que tem seu nome registrado nos carros elétricos, e o Google, que possui atualmente o projeto Waymo.

A empresa chinesa fez uma recente atualização em sua plataforma Baidu onde os parceiros possuem acesso as tecnologias usadas pela empresa para perceber os obstáculos e mapear as estradas em alta definição na direção autônoma.

No anuncio, a empresa também informou que está passando por uma reorganização de estratégias de caráter corporativo. A busca atual da empresa é por fontes de lucros que estejam fora da sua modalidade principal de negócios. Assim como muitas empresas de tecnologia, a Baidu tem apostado em veículos com direção autônoma como forma de inovar o mercado automobilístico no mundo todo.

Outros grandes investimentos realizados pelas empresas de tecnologias estão voltados para os motores elétricos que deverão substituir os motores que são movidos a combustíveis fósseis. Além de utilizar energia renovável, os elétricos não poluem o meio ambiente, sendo considerados os carros “verdes”.

 

A Black Friday mudou o hábito de compra do brasileiro e esta beneficiando as pequenas empresas

A cultura do Black Friday esta cada vez mais presente no comercio brasileiro. Quando o dia das megas ofertas foi importado para as lojas no Brasil, muitas pessoas reclamavam sobre as promoções fraudulentas. A velha historia da metade do dobro do preço.

A verdade é que isso tem mudado e muitas lojas estão oferecendo descontos reais. E consequentemente isso tem mudado o hábito de compra do brasileiro. Muita gente planeja essas compras com semanas de antecedência, assim como antecipam as compras do final ano.

A Black Friday tem se tornado uma grande oportunidade para as pequenas empresas. A busca dos consumidores ainda é focada nas grandes redes varejistas, que possuem maior potencial para oferecer descontos. No entanto, essas redes dominam o mercado o ano inteiro. Nessa data, uma pequena empresa que oferece um desconto alto consegue chamar atenção para si.

Isso ocorre por causa da mudança do hábito de compra. A maior parte das despesas não é feita por impulso, e sim por planejamento. Então um cliente antes de fechar um negócio pesquisa em todos os locais possíveis. Dessa forma, uma loja pequena que ofereça um desconto competitivo consegue receber atenção.

Segundo dados estatísticos do Google, na sexta feira de ofertas, os grandes varejistas recebem em torno de 134% mais visitas que os outros dias do ano. Uma loja pequena recebe 164% mais visitas.

Para esses pequenos empresários conseguirem absorver essa demanda extra, eles precisam se planejar. É necessário que eles de fato ofereçam um desconto significativo. E não é apenas o preço que fara ele ter sucesso no maior dia de ofertas do ano. É necessário que o serviço esteja ágil, de modo que o cliente gaste menos tempo e energia para efetuar a compra.

Outro ponto importante são as formas de pagamento. O método de compra mais esperado pelos clientes nesse dia é a compra por parcelamento sem juros com cartão de crédito. Apesar de muitas clientes buscarem a compra vista para galgar uma quantidade de desconto maior, especialistas afirmam que vale mais a pena para o lojista priorizar o parcelamento, pois a vista o cliente tem mais receio de efetuar a compra e acaba pesquisando ainda mais.

Casa de shows do Manaira Shopping de Roberto Santiago é referência na Paraíba

No final de 2017, a Domus Hall, que é atualmente uma das principais casas de espetáculo de João Pessoa, celebra oito anos desde a sua inauguração. Situada na cobertura do principal centro de compras da Paraíba, o Manaira Shopping de Roberto Santiago, a casa de shows foi aberta ao público pela primeira vez no dia 7 de novembro de 2009, com uma apresentação exclusiva da dupla Zezé Di Camargo & Luciano.

O maior destaque da casa de shows concebida pelo empresário Roberto Santiago é a sua estrutura ampla e climatizada, na qual estão equipamentos sonoros e de isolamento acústico de última geração. Ao todo, o ambiente é capaz de receber aproximadamente quatro mil pessoas sentadas, ou então dez mil pessoas de pé, devido ao seu formato ao estilo de uma boate enorme. Dividida em dois andares e um amplo mezanino onde ficam os camarotes individuais, a Domus Hall pode ser adaptada de acordo com o evento recebido, podendo ainda ter mesas, cadeiras ou uma pista de dança, por exemplo.

No momento de sua inauguração, há oito anos, a intenção do empresário Roberto Santiago era trazer para João Pessoa artistas do Brasil e do exterior, de diferentes estilos musicais, incluindo sertanejo, pop, samba, rock, música popular brasileira e mais. Entre os muitos artistas que já se apresentaram no local, alguns nomes que marcaram o público foram a cantora Ana Carolina e o sambista Jorge Mário da Silva, mais conhecido como Seu Jorge.

Em 2016, um show que levantou o público da capital paraibana foi de O Rappa, que se apresentou na Domus Hall em comemoração aos sete anos da casa de shows. Criada em 1993 no Rio de Janeiro, a banda O Rappa possui um repertório extenso e marcado de sucessos, como as músicas “Anjo” e “Minha Alma”, que se destacam por suas letras com crítica social e por utilizarem uma mescla de rap, reggae e música popular brasileira.

Além dos espetáculos musicais, a Domus Hall também é apta para receber outros eventos, como por exemplo, festas de casamento, formaturas e eventos privados, o que faz do local um dos ambientes mais completo para a recepção de comemorações na capital paraibana. Para consultar a agenda do local, basta acessar o site oficial da casa de shows.

Roberto Santiago é nascido em João Pessoa e se formou em Administração de Empresas pelo Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ). Depois de formado, ele chegou a trabalhar por alguns anos na Café Santa Rosa, mas logo em seguida optou por investir em sua própria empresa, no segmento da cartonagem, técnica através da qual são confeccionados objetos utilitários e decorativos.

Porém, Roberto Santiago alcançou o sucesso ao investir na área do loteamento, através da qual conseguiu construir os seus dois estabelecimentos de compras, o Manaira Shopping, no final dos anos 80 e, mais recentemente, o Mangabeira Shopping. Ambos são considerados referências entre os shoppings do Nordeste do Brasil, pois reúnem diversas opções de lazer e entretenimento, além de contarem com infraestruturas amplas e modernas.

Uma pesquisa revelou como as pessoas gastam os seus animais de estimação

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Uma pesquisa realizada pelo SPC BRASIL e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Logistas) que contou com a participação que quase 800 internautas em varias capitais do pais concluíram que o brasileiro gasta em torno de R$200 mensais com o seu animal de estimação. A pesquisa ainda constatou que aproximadamente 80% das pessoas com acesso a internet possuem animais.

A despesa mais comum é com a alimentação, a ração foi apontada por quase 90% dos voluntários como um gasto regular, seguidas pelos petiscos que são consumidos por 53% desse público. Um dado interessante é o investimento em ração de qualidade, mais da metade desses consumidores afirmam adquirir produtos do tipo Premium. Dentre os demais gastos, são muito citados os produtos para banho, medicamentos, vitaminas e itens para diversão.

Na área de serviços, os donos de pets gastam consideravelmente vacinando os seus animais e os levando em veterinários. Um hábito de consumo relativamente recente. Há 20 anos as pessoas gastavam menos dinheiro se preocupando com a saúde do animal. Quase 50% das pessoas pesquisadas gastam com veterinário e petshop. Cerca de 13% afirmaram gastar dinheiro com tratamentos estéticos. A mesma quantidade revelou solicitar serviços de passeadores de cães e quase 10% se preocupam com tratamento de obesidade e acompanhamento comportamental.

Segundo Roque Pellizzaro, presidente do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao crédito), o levantamento mostra que cada vez mais os animais estão tendo cuidados humanizados. Ele afirmou que existem meios do ramo de produtos e serviços crescer ainda mais. “Moda e estética, alimentação saudável, hospedagem, atendimento em casa, exercícios físicos e saúde comportamental são algumas das áreas que deverão se desenvolver intensamente nos próximos anos”, afirmou.

Outra informação relevante revelado pela pesquisa são os locais que as pessoas estão habituadas a gastar com os pets. Mais da metade dos voluntários apontaram que costumam efetuar suas comprar nas lojas de bairro mais próxima. Cerca de 1/5 dos entrevistados citaram as grandes franquias de petshop e supermercados. A principal razão dessa preferência são os preços, a qualidade e a confiança.