Entenda como a comunicação pode ser um diferencial no mercado de trabalho

A falta de reconhecimento do talento de determinado profissional pode encontrar sua causa na forma inexpressiva como este se comunica, sobretudo em público. Isso decorre do fato da pessoa em questão não conseguir transmitir devidamente a mensagem que o trouxe à frente de uma mesa de reuniões, ainda que suas ideias possam ser interessantes para o crescimento da empresa em que atua.

Assim como a embalagem que guarda um presente e por vezes se torna até mais interessante que o produto em si, o modo como cada indivíduo decide discorrer sobre determinado assunto acaba se tornando um diferencial em situações diversas, principalmente em ambientes profissionais. Dessa forma, é comum que alguns sejam bem vistos em decorrência da maneira como expõe suas informações. O contrário também se observa: pessoas com bons conteúdos, mas que não sabem se comunicar de forma eficiente.

Especialistas destacam que a crença de que um currículo repleto de qualificações possa ser uma garantia de manutenção do emprego tem levado muitas pessoas a se descuidarem de outros quesitos tão importantes como a formação acadêmica. Mesmo que o domínio técnico seja importante, a boa comunicação não deve ser deixada de lado, uma vez que se trata de um diferencial diante de cenários tão competitivos do mercado de trabalho.

Em uma entrevista, pode ser que o nível entre os profissionais seja parecido, mas sempre haverá alguém que se destacará por ser bem articulado nas interações com o entrevistador. Assim sendo, alguém poderá se sobressair perante os demais candidatos justamente por ter habilidades com a comunicação, mesmo que não seja tão qualificado tecnicamente como os outros ali presentes.

Diversos são os fatores que levam alguém a ter dificuldades no momento em que se faz necessário algum tipo de comunicação. Dentre eles, a timidez costuma ser uma das principais barreiras até o caminho do sucesso. Dessa forma, é importante que cada um consiga falar de maneira positiva acerca das próprias realizações.

Caso o profissional não consiga expor o que de benéfico tem realizado no trabalho, isso pode culminar em uma total falta de reconhecimento por parte dos gestores da empresa. Ao contrário do que possa parecer, falar sobre o que se faz de relevante torna-se um modo de demonstrar dedicação pela atividade realizada.

 

 

Projetos de restauração ecológica mundial, por Michel Terpins

Com intenção de promover a máxima cooperação em prol da recuperação das florestas do planeta, em setembro de 2011, durante um evento que ocorreu na cidade de Bonn, situada ao norte da Alemanha, foi criado o Desafio Bonn. Segundo Michel Terpins, empresário engajado com a restruturação ambiental, a ação consiste em incentivar o restabelecimento de 150 milhões de hectares de regiões degradadas ou desmatadas até 2020. Além disso, existe também a proposta de estimulo à adição de uma extensão de 200 milhões de hectares até o ano de 2030.

Diante deste esforço de âmbito internacional, como parte da iniciativa 20×20, os governos da América Latina e do Caribe se comprometeram em restaurar cerca de 20 milhões de hectares.

É estimado que, em todo o mundo, haja mais de dois bilhões de hectares de terras a espera de restauração. Esta extensão de área supera o tamanho da América do Sul e se encontra, em sua maioria, em áreas temperadas e tropicais como noticiam os irmãos Michel e Rodrigo Terpins, sócios da Floresvale, empreendimento voltado para o reflorestamento ambiental.

Bethanie Walder, diretora da Society for Ecological Restauration, revela que o investimento destinado a restruturação ecológica é vantajoso tanto para o setor ambiental quanto econômico. Neste contexto, Michel Terpins e Rodrigo Terpins salientam que o World Resources Institute (WRI) estima que o valor de US$1,15 bilhões já destinados à ação 20×20 poderia gerar nos próximos 50 anos um retorno de US$23 bilhões. Ainda levando em conta a estimativa reportada por Michel Terpins, durante este mesmo período, a iniciativa poderia ser responsável por “sequestrar” aproximadamente cinco gigatoneladas de CO2.

Michel Terpins também destaca que o Brasil participa do Desafio Bonn e da iniciativa 20×20 contribuindo com a restauração de cinco milhões de hectares de campos degradados a serem restaurados até 2020 e para a recuperação natural de 12 milhões de hectares até 2030, o que ajudará a minimizar os efeitos das alterações climáticas.

De acordo com a definição promovida pela Sociedade para a Restauração Ecológica, a reparação ambiental é um processo destinado à prestação de auxilio ao restabelecimento de ecossistemas que apresentem algum tipo de degradação ou destruição. A ideia do conceito é contribuir ao máximo com melhorias e devolver ao ecossistema a sua condição natural em todos os contextos possíveis, reporta Michel Terpins.

A Floresvale busca contribuir como pode para a sustentabilidade do planeta. Seu polo madeireiro sustentável conta com cerca de 4.000 hectares de florestas manejadas. O emprego da preservação ambiental é benéfico não somente para natureza, mas também para a geração de postos de trabalho e oportunidades de negócios na região.

A empresa de reflorestamento dos irmãos Terpins vem atuando desde 2009. Seu foco é voltado para o manejo consciente de florestas de eucalipto, sendo, a mesma, considerada a principal do setor ligada ao fornecimento de madeira sólida de eucalipto (DAP 30cm) na área do Vale do Paraíba. O material é fornecido para serraria sediada no Vale do Paraíba na região localizada entre os estados Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Funcionários de uma empresa japonesa poderão receber parte do salário em Bitcoin

Após tanta valorização, o Bitcoin se tornou mundialmente conhecido e é atualmente uma das moedas mais requisitadas no mundo. Com uma supervalorização de 1500% somente em 2017, o Bitcoin chamou a atenção e despertou a curiosidade tanto de investidores quanto de pessoas que antes nem mesmo sabia o que era uma criptomoeda.

Assim como o dólar, o euro e o real, o Bitcoin também é uma moeda e é utilizada como troca em transações mais seguras e não rastreáveis. Mas diferente das moedas físicas, o Bitcoin é totalmente descentralizado, o que significa que nenhum governo exerce poder sobre ele. Isso também garante que sua valorização não seja influenciada por nenhum governo, o que fez com que o preço do Bitcoin saltasse de US$ 1 mil em janeiro deste ano para US$ 17 mil no mês de dezembro de 2017.

A criptomoeda ficou tão “na moda” que fez com que uma empresa se interessasse pelo negócio. Atualmente, para conseguir um Bitcoin é preciso desembolsar mais de R$ 65 mil. Contudo, frações do Bitcoin podem ser vendidas para que o investidor consiga entrar no negócio sem ter que pagar tão caro. Mas para investir na moeda, é preciso uma série de requisitos, como possuir uma carteira virtual.

Pensando em facilitar esse processo, uma empresa japonesa que atua no setor de TI decidiu facilitar os investimentos para seus funcionários. Segundo a empresa, seus 4 mil funcionários poderão optar a partir de fevereiro de 2018 por receber parte do salário em Bitcoin.

A porta voz da empresa GMO Internet, Harumi Ishii, disse sobre a nova mudança de pagamento: “Esperamos melhorar nossa compreensão em relação à moeda virtual usando-a”. Segundo a empresa, a ideia de utilizar a criptomoeda como forma de pagamento deriva da mineração do Bitcoin. Ao realizar transações de terceiros com a criptomoeda, a empresa espera conseguir minerar a moeda mais facilmente.

Contudo, a empresa também declarou que não pretende implantar a mudança como algo obrigatório, o que garante aos funcionários o poder de escolher ter ou não parte do pagamento realizado em Bitcoin.

Embora possa parecer mais complicado, esse é um ótimo negócio para os funcionários, que poderão ver seu salário aumentar apenas com parte do pagamento em Bitcoin. Para aqueles que decidirem guardar fragmentos em uma carteira virtual, a valorização do Bitcoin permitirá que o dinheiro trabalhe sozinho. Mas mesmo que o funcionário decida tirar o dinheiro no mesmo dia que recebeu o pagamento, o valor poderá ser maior que aquele que ele receberia normalmente, pois o Bitcoin valoriza todos os dias.

 

Mês de novembro registra alta de 15% na produção de veículos no Brasil

A Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, revelou no dia 6 de dezembro de 2017 que o mês de novembro fechou em alta de 15,2% para o setor da produção de veículos no país, em uma comparação com o mesmo mês em 2016.

Os dados deste ano revelaram que no mês de novembro, foram fabricados um total de 249.089 veículos, sendo eles caminhões, ônibus e comerciais leves. Em relação ao mês de novembro de 2016, o total da fabricação desses mesmos veículos alcançou 216.297 unidades.

Já em relação ao acumulado do ano, considerando do mês de janeiro a novembro deste ano, o crescimento da fabricação de veículos atingiu 27,1%, o que indicou um total de 2,48 milhões de novos veículos produzidos pela indústria. No ano passado, o mesmo período somava 1,95 milhão de veículos produzidos pela indústria.

A retomada para o setor de produção de veículos foi impulsionado pelo alto número de exportações, que atingiu também no mês de novembro uma alta de 28,8% em uma comparação com o mês de novembro do ano passado. Neste ano, o mês de novembro exportou um total de 73.073 veículos, sendo considerado o maior volume mensal do ano. A variação acumulada para 2017 é de 53,3%.

O presidente da Anfavea, Antonio Megale, revelou sobre os novos dados: “A produção foi puxada por essa magnífica exportação, que faz o número ser maior que o de licenciamentos”.

Para o acumulado do ano, de janeiro a novembro de 2017, o setor já exportou um total de 700.893 veículos que foram montados aqui no Brasil. O número é o maior registro na história do setor, superando a alta histórica de 2005, ano em que o número de exportações foi de 547 mil unidades.

O setor ainda contribuiu para a indústria brasileira, que teve também no mês de novembro deste ano um crescimento de 5,3% em cima da produção nacional.

Com isso, as vendas para o mercado interno também começaram a se recuperar no mês de novembro de 2017. A média da alta atingiu 15,8% em novembro deste ano, tendo como maiores responsáveis no número de emplacamentos os veículos leves, que somaram um total de 14,9% das vendas.

 

Nubank começou a sua expansão internacional e abriu um escritório na Alemanha

A empresa brasileira de fintech acaba de promover a sua expansão internacional, abrindo um escritório em outro país. A fintech que começou lançando um cartão de crédito com isenção de anuidade e que tinha as menores taxas, está com um escritório na Alemanha, localizado na cidade de Berlim.

Segundo Edward Wible, um dos fundadores e CTO do Nubank, a cidade alemã de Berlim apresenta uma ligação ampla com o grupo tecnológico europeu. A escolha da cidade aconteceu de forma quase natural, graças à identidade filosófica e cultural da empresa, que juntamente com o grupo que faz parte da equipe de engenharia, encontrou nessa cidade alemã uma grande identificação com os  ideais do Nubank.

David Vélez, um dos fundadores e CEO da empresa, contou que quatro dos engenheiros brasileiros mudaram para Berlim, para conseguir realizar toda a implantação dos sistemas necessários para a abertura do escritório internacional. Ele também falou que devido às questões culturais da empresa, o Nubank oferece serviços diferenciados e deseja que o novo escritório, apesar da distância, possa apresentar a mesma qualidade existente da que é encontrada no Brasil.

Os engenheiros que estão na Alemanha, irão trabalhar nos serviços de infraestrutura e também no setor de engenharia de dados, sem uma ligação direta com o grupo que ficou no escritório paulista.

O Nubank precisou admitir funcionários na Alemanha, contratando por exemplo o engenheiro sênior, Gavin Bell, que trabalhou três anos na plataforma de dados chamada Soundcloud.

O objetivo da empresa em abrir um escritório fora do Brasil e principalmente no continente europeu, foi estar ligado com o conhecimento e as renovações que o mercado da Europa tem apresentado nos últimos anos, além de atingir um grupo maior de engenheiros, fazendo com que eles sejam atraídos pelo trabalho que vem sendo desenvolvido na empresa.

A empresa aqui no Brasil possui 110 engenheiros do setor de software, que estão incluídos nos seus 750 empregados. Esses engenheiros representam a segunda maior ocupação do Nubank, ficando atrás somente do atendimento ao cliente.

O Nubank começou a sua história em 2013, mais foi em 2014 que lançou um cartão de crédito internacional da bandeira MasterCard, sem qualquer taxa ou anuidade. A empresa desde a sua fundação, já recebeu cerca de U$ 180 milhões através de investimentos, que até o momento totalizam cinco rodadas.