FGV/IBRE aponta alta no preço do material escolar em 2019 e diz como economizar

O preço dos produtos são reajustados ano após ano, sendo o material escolar um dos mais preocupantes no início de cada ano. Em 2018, o acumulado do preço do material escolar encerrou o ano abaixo da inflação, de acordo com um levantamento realizado pelo FGV/IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

A oscilação do preço do material escolar no período que vai de janeiro a dezembro de 2018, também encerrou o ano abaixo do IPC-S (Índice de Preços do Consumidor), com 4,32% de recuo. Esse é um dos índices medidos pela FGV/IBRE em 2018 e divulgados através de notícias no início deste ano.

Um estudo realizado pelo economista André Braz, economista do IBRE, apontou diversos produtos e serviços ligados diretamente às atividades escolares. Esses produtos tiveram uma alta considerável em 2018. Um dos grandes vilões foi o “transporte escolar”, que teve alta de 5,19% no ano passado.

Os materiais didáticos tiveram alta de preço de 0,50% no ano passado, seguidos por uma alta de 0,46% em materiais não didáticos, como livros literários e outros materiais utilizados para consulta em sala de aula.

De acordo com a FGV, é importante que as famílias façam muita pesquisa de preço antes de realizarem a compra do material escolar este ano. Desta forma é possível encontrar preços de produtos melhores em comparação com outros estabelecimentos dentro de cada município ou em outras cidades próximas. “Ao decorrer do mês de janeiro de 2019, o material escolar de um modo geral irá sofrer variação diante da procura em larga escala”, diz Braz.

Analisar com calma cada item da lista de material lançada pela escola, antecipar a compra dos produtos e pesquisar bastante o preço em cada loja, são dicas importantes dadas por Braz e outros economistas experientes.

Outro índice que mede a inflação ligada às famílias brasileiras é o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor da Classe 1). Esse índice monitora as famílias com rendimentos entre 1 e 2,5 salários mínimos. O IPC-C1 de dezembro do ano passado apresentou uma variação de 0,32%, de acordo com o FGV.

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