Você gosta de empreender? Saiba a importância da gestão estratégica de pessoas para sua empresa

A arte de empreender não é para qualquer pessoa. Ela requer criatividade, motivação e inovação, que são ferramentas essenciais para impulsionar o seu projeto empresarial. Além disso, é inevitável que haja comprometimento e disposição para enfrentar os desafios que surgirão quando for colocá-lo em prática. Mas não precisa se preocupar, pois com uma boa gestão estratégica de pessoas, esses desafios podem ser facilmente superados.

A gestão estratégica de pessoas é, de fato, fundamental para estimular o crescimento da empresa. É muito difícil colocar todas suas ideias em prática sem contar com a ajuda de outros profissionais. Portanto, um dos principais objetivos dessa gestão é ajudar a organização a alcançar os seus propósitos, através da valorização das pessoas, uma vez que, na maioria dos casos, são os funcionários responsáveis pelo desenvolvimento da empresa.

Manter a qualidade de vida no trabalho e saber equilibrar os interesses das pessoas e os das empresas é o caminho inicial para obter sucesso na implantação desse tipo de gestão. Assim, é possível promover as mudanças e satisfazer ambos os lados. Porém, a principal dúvida que aparece é: por onde devemos começar?

O primeiro passo é o processo de recrutamento e seleção. Identificar as qualidades da pessoa e colocá-la no lugar certo é sinônimo de fazer com que ela se comprometa ainda mais com as finalidades da empresa. Por isso essa etapa é muito importante, para evitar que um processo mal realizado possa trazer consequências futuras para a organização.

O empreendedor também deve investir no capital humano, para que o seu pessoal possa estar engajado em cumprir com os objetivos da empresa, sendo devidamente recompensados pelas metas que foram alcançadas. Essa ferramenta produz grande valor econômico para a organização e deve ser vista como forma de investimento, na medida em que melhora a formação dos profissionais que nela estejam envolvidos.

Através do planejamento, a empresa vai buscar nos seus funcionários a melhor orientação e caminhos, oferecer benefícios, revisar remunerações, aplicar treinamentos, dentre outros. Todos esses fatores devem ser levados em consideração para o sucesso da gestão estratégica de pessoas. Dessa forma, criar uma cultura dentro da empresa que permita que os trabalhadores tenham orgulho em executar suas tarefas é um aspecto bastante positivo.

Outro ponto importante da gestão é a parte de competência, já que é por meio dela que o funcionário se torna capacitado para atender rapidamente as necessidades dos clientes, bem como se encontra preparado para enfrentar os desafios. Logo, a empresa deve estar preocupada com os recursos e como estes se ajustam ao ambiente de trabalho.

Portanto, a gestão estratégica de pessoas é um método eficaz para que os empreendedores tenham sucesso no seu negócio. Se quiser saber mais sobre esse assunto, veja uma reportagem especial que a TV Clube do Piauí preparou.

 

 

Como criar uma marca forte e original para o seu novo negócio

Da concepção da ideia até a concretização de um novo negócio na prática, todo empreendedor passa por uma extensa jornada. Ao longo desse caminho ele invariavelmente irá se deparar com uma importante tarefa: criar o nome e a identidade visual da empresa. Ou seja, a sua marca.

Sendo a marca uma das principais formas de identificação do público com a empresa, ela deve ser desenvolvida de forma estratégica e cuidadosa. Confira algumas dicas para acertar nesse processo e começar a empreender com o pé direito.

Hora do batizado

Mais do que um termo que agrade os fundadores da empresa, é preciso escolher um nome original e que gere conexão com o público para a qual a mesma está sendo concebida.

Algumas perguntas a se fazer nessa etapa são: o nome representa o que eu vou oferecer? A pronúncia do nome é fácil para o mercado que eu quero atingir? É um nome memorável, simples de lembrar?

Por fim, confirme se o nome desejado está disponível no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e se há um domínio disponível na internet para esse nome.

Investimento na arte

De nada adianta conceber um nome perfeito para a marca e pecar na sua transformação em elementos visuais. Se a primeira impressão é a que fica, vale a pena caprichar nessa etapa.

Confie a criação do logotipo da empresa a um profissional qualificado, que saberá ouvir o que você tem a dizer sobre o negócio e traduzir essas informações em elementos gráficos autênticos e harmoniosos.

Manual de identidade visual

Agora que o nome e a identidade visual estão prontos, não esqueça de desenvolver um guia de identidade visual. Esse documento trará todas as diretrizes do que pode ou não ser feito com a marca, pois a sua modificação indiscriminada poderá enfraquecê-la e prejudicar a credibilidade da empresa como um todo.

Mantendo a coerência

Se uma empresa é voltada a um público mais conservador e corporativo, por exemplo, mas a marca criada é despojada e moderna, o posicionamento do novo negócio não ficará claro para o mercado, e a consequência aparecerá na falta de resultados.

Todos os elementos da marca deverão comunicar a essência da organização, seus valores e missão, além de representarem a solução oferecida pela mesma.

Revisar é preciso

Ainda que uma marca precise ser duradoura, isso não significa que ela não deva ser revisada ao longo dos anos. Alguns logotipos acabam ficando muito datados a medida que o tempo passa, ou há casos em que a empresa passa por significativas mudanças internas que fazem a marca ficar incoerente com a nova formatação do negócio.

No entanto, ao fazer qualquer alteração na marca, lembre-se de que toda mudança deve ser sutil, respeitar os alicerces da marca e ser bem comunicada ao mercado.

 

Aprenda a fazer uma Pesquisa de Mercado

Se você pensa em se aventurar no mundo dos negócios, uma das primeiras coisas que precisa fazer é uma pesquisa de mercado. Uma pesquisa de mercado irá informar de forma clara se as necessidades do seu público-alvo estão sendo atendidas pelos seus concorrentes, dessa forma, você poderá ajustar o seu negócio de acordo com os resultados da pesquisa.

Ao criar um novo produto ou serviço, você precisa estar aberto para ouvir os seus clientes, como afirma Carly Fiona no podcast de Entrepreneurial Thought Leaders: “Os clientes não podem sempre dizer o que eles querem, mas eles podem sempre lhe dizer o quê está errado”. Afinal, a sua empresa existe para atender a uma necessidade de mercado, portanto, ouça os seus clientes com atenção, e na medida do possível forneça uma solução para as suas necessidades.

A parte prática da pesquisa de mercado consiste na coleta de dados, que podem ser obtidas através de fontes primárias ou secundárias. Nas fontes primárias o pesquisador poderá encontrar as informações pertinentes ao negócio por conta própria, ou seja, ele irá coletá-las por meio de entrevistas, pesquisas através das redes sociais, questionários disponíveis na empresa, etc. Já as fontes secundárias são dados coletados por instituições de pesquisa, como o IBGE e o IBOPE.

De acordo com o SEBRAE, existem nove passos para a realização de uma pesquisa de mercado:

1º Passo: Definição do público-alvo e objetivos da pesquisa: Defina qual o público que será atendido pelo seu negócio.

2º Passo: Definição da coleta dos dados: Nesse passo, defina como você irá coletar os dados de sua pesquisa.

3º Passo: Definição do método de pesquisa de dados primários: Escolha o tipo de pesquisa ideal para os seus objetivos.

4º Passo: Definição da amostra: Defina o tamanho do público a ser pesquisado.

5º Passo: Elaboração dos instrumentos de pesquisa: Aqui, você terá que elaborar questionários, roteiros de pesquisas e formulários.

6º Passo: Aplicação da pesquisa: Nessa etapa, defina como será a aplicação da sua pesquisa.

7º Passo: Tabulação dos dados: Organize os dados obtidos.

8º Passo: Elaboração do relatório final: Nesse passo, elabore o relatório final com a ajuda dos dados reunidos.

9º Passo: Tomada de decisão: Nessa etapa, você deverá analisar os resultados obtidos através da pesquisa, e após isso, definir as ações que deverão ser colocadas em prática.

O texto acima teve a intenção de mostrar aos empreendedores como fazer uma pesquisa de mercado. Além disso, de uma forma resumida, buscou apresentar a importância da pesquisa de mercado para o conhecimento das necessidades do mercado. Dessa forma, o empreendedor pode alinhar os objetivos da sua empresa com as necessidades do seu público-alvo. O seu negócio existe para servir ao mercado, a sua tarefa é definir para qual segmento a sua empresa poderá oferecer as suas soluções.

 

Jornal do almoço – pertencente à RBS, Grupo presidido por Eduardo Sirotsky Melzer – comemora 45 anos de transmissão

No último dia 6 de março, o Grupo RBS – do qual Eduardo Sirotsky Melzer é presidente – esteve em festa. Os parabéns foram para o Jornal do Almoço (JA), que comemorou, junto ao público, os seus 45 anos de transmissão com muita animação, tanto no estúdio e na Redação quanto nas ruas.

Cristina Ranzolin, à frente do JA há 20 anos, comandou a celebração. A apresentação do Jornal do meio dia contou com a presença de telespectadores convidados e matérias especiais. Na Redação, a festa foi por conta de todos os colaboradores que fazem o programa entrar no ar todos os dias.

Nas ruas, Cristina foi ao Centro de Porto Alegre e conversou com o público, que não economizou nas mensagens de feliz aniversário para Jornal do Grupo de Eduardo Sirotsky Melzer. Alguns telespectadores que costumam interagir com as redes sociais da RBS TV foram convidados a participar da atração e falar sobre a sua relação com o JA.

Cristina Ranzolin, apresentadora que a mais tempo comanda o programa, celebrou -“É com muito orgulho que comemoro estes 45 anos, mas também com uma responsabilidade imensa, porque, quando olhamos para trás e vemos tudo que esse programa já representou para o Rio Grande do Sul, percebemos que temos muito o que fazer, muito o que batalhar para que cada dia seja melhor. Que continuemos nos reinventando e atendendo toda a expectativa do nosso telespectador.”

O aniversário também foi marcado pela hashtag “#JA45anos” que se afirmava em 1º lugar entre o trending topics nacional do Twitter. Ainda nas redes sociais, os internautas foram convidados a enviar fotos e vídeos assistindo ao Jornal do Almoço.

Para o diretor de Jornalismo da RBS TV, Cezar Freitas, o sucesso observado quase cinco décadas depois do Jornal que foi fundado em 1972, é resultado da proximidade marcada entre o programa e a sociedade. “O JA é a praça pública, onde os gaúchos se reúnem e discutem seus problemas, as soluções, a gente vê os bons exemplos, as pessoas que nos orgulham e as coisas que podemos melhorar. O futuro do JA é continuar conectado e cada vez mais próximo para entender as pessoas e continuar proporcionando esse espaço para discussão. É um programa extremamente humano, atento à evolução dos hábitos e da cultura geral do Rio Grande do Sul”, considera Cezar Freitas.

 

O presidente do Grupo, Eduardo Sirotsky Melzer

Neto de Maurício Sirotsky Sobrinho – fundador do Grupo RBS – Eduardo Sirotsky Melzer é presidente da companhia de comunicação desde 2012. Em 2015, ele chegou à presidência do Conselho de Administração da instituição.

Foi em 2002 que Eduardo Sirotsky Melzer começou a carreira – nos Estados Unidos, como Analista Financeiro Sênior da Delphi Corporation. Dois anos depois, em 2004, foi Diretor-Geral da empresa de mídia não-tradicional BoxTop Media. Depois de um longo caminho, voltou ao Brasil e, finalmente, chegou ao negócio da família.

Utilizar as datas comemorativas da melhor forma

As épocas festivas e datas especiais sempre foram um paraíso em potencial para grande parte dos pequenos e microempreendedores. Essas épocas costumam alimentar muito mais o caixa, graças à grande procura de presentes ou itens de época, como ovos de páscoa e chocolates, presentes de dia das mães, namorados, natal, entre tantos outros.

No entanto, não é raro que alguns desses comerciantes terem lucro menor do que o esperado ou o retorno acabar sendo o suficiente apenas para recuperar o investimento feito para a própria data. Para que esse tipo de situação não ocorra e a margem de lucros aumente, o empreendedor deve se preparar previamente para essas datas.

Preparar com antecedência

Um erro frequentemente cometido pelos lojistas quanto a datas comemorativas é não se preparar com antecedência. Como empreendedor, deve-se notar quais as datas são mais apreciadas pelos seus clientes e começar a trabalhar nelas meses antes da data determinada. Assim não haverá problemas como falta de estoque, entregas em cima da hora (ou depois) feita por fornecedores, deixando o empreendedor na mão e esse deixando, por consequência, os seus clientes.

Focar em algumas datas, não todas

Uma forma de evitar o problema anterior e ter melhor controle nesses períodos determinados é focar não em todas as datas comemorativas, mas apenas algumas, aquelas que são de maior apelo de seus clientes. Se o seu negócio for pequeno ou médio, dificilmente conseguira trabalhar natal, carnaval e dia internacional da mulher em sequência. Isso exigiria muito mais trabalho, gastos e infraestrutura. Então para evitar sobrecargas em seu comercio e funcionários, é melhor escolher apenas um dos três feriados e ter um foco maior nele.

Esse tipo de estratégia é focada no ciclo de varejo, tal como conhecido pelos comerciantes e varejistas. Esse ciclo nada mais é que separar o calendário anual, não em meses ou épocas, mas sim em datas comemorativas, ajudando o empreendedor a focalizar os períodos mais propícios para realizar ações.

Acompanhamento econômico

Outra questão importante para que empreendedores não acabem no vermelho ao tentarem utilizar épocas festivas é ficar de olho na economia e fazer comparativos com os anos anteriores. Acompanhar a tendência das datas nos anos anteriores ajudará com que escolha a data para utilizar no ano, ou se vale a pena investir naquele ano ou não, de acordo com o potencial econômico previsto para o ano.

Como o país não anda no seu melhor momento para pequenos empreendedores, é preferível ter cuidado e deixar que algumas datas passem e manter o lucro estável do que correr riscos enquanto a economia do país está incerta.

 

Eu empreendedor? O que você precisa saber para se tornar um

Você já deve ter ouvido muitas reclamações em seu círculo de amizade ou familiar, como está difícil se recolocar no mercado de trabalho por causa da crise econômica que o Brasil e os brasileiros estão passando.

Especialistas em economia dizem que a crise é uma ótima forma de criar oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

E como não se pode perder as chances que a vida proporciona, que tal arregaçar as mangas e colocar em prática o verdadeiro significado de aproveitar as oportunidades e se tornar um empreendedor?

Ser um empreendedor não é sinônimo de se ter uma grande quantia em dinheiro para investir em um negócio próprio. Existem várias histórias de empreendedores que começaram com investimento de menos de R$100,00 e são grandes cases de sucesso, pois se tornaram médias e grandes empresas de referência no mercado, cada um em seu segmento.

Ideias para empreender

Começar algo novo é sempre um desafio empolgante, ainda mais quando você já definiu qual será o produto ou serviço que vai investir. Mas não se desespere se esse não for o seu caso. Veja essas ideias de produtos e serviços com os quais você pode iniciar seu negócio.

  • Confecção de roupas
  • Representante comercial
  • Criação de produtos alimentícios
  • Artesanato
  • Telemarketing
  • Beleza

Percebeu que todas essas atividades dependem só de você para começar? E mesmo que você não tenha as habilidades e competências necessárias para trabalhar em uma dessas áreas, é possível encontrar cursos profissionalizantes em escolas físicas e também pela internet, e o melhor, de graça.

Investimento inicial

Escolher inicialmente trabalhar em casa é a primeira opção para quem está pensando em ser um empreendedor e não tem dinheiro para investir tão cedo.

Com pontos positivos como, a possibilidade de economizar com aluguel, transporte e alimentação, exercer uma atividade profissional é para quem tem disciplina. Mas cuidado, pois as “facilidades” que sua casa trás podem ser armadilhas para sua produtividade.

Dependendo da escolha do seu negócio, é preciso ter apenas uma linha telefônica e acesso a internet. Em outros casos o empreendedor terá que investir na compra de produtos como matéria prima ou maquinários. Dependendo do valor, você pode conseguir um empréstimo pelos programas de incentivo que o governo oferece.

Formalização

Para não se perder na administração do seu negócio é importante consultar um órgão especialista sobre a importância de ser um trabalhador autônomo, mas de forma legalizada.

O Sebrae pode esclarecer suas dúvidas de como se tornar um MEI(Microempreendedor Individual), que é a modalidade onde o empreendedor trabalha sozinho e pode ter um CNPJ e benefícios sociais, além da orientação para que seu negócio seja bem administrado, cresça e tenha vida longa.

 

 

 

 

Flavio Maluf, empresário destaca a importância de investir em pesquisa e inovação

Flavio Maluf, executivo de trajetória brilhante, presidente da Eucatex desde 1997, mantem-se focado no progresso da empresa, investindo na qualidade e inovação de produtos. Com essa postura, Flavio Maluf, além de garantir a satisfação dos clientes da Eucatex, com investimentos em qualidade; o empresário tende a suprir demandas que, no momento atual da economia, ainda estão ocultas na própria margem do mercado.

Como presidente de uma das maiores produtoras de pisos, portas, divisórias, painéis MDF e MDP, chapas de fibras de madeira, chapas T-HDF e tintas e vernizes do Brasil, o seu conhecimento de economia e do mercado em geral precisa ser muito amplo. Está sempre atento as novas pesquisas, análises, novos nichos, novos empreendimentos, novas tendências; atento, também, ao movimento do mercado de capitais. As suas recomendações e opiniões são veiculadas nos meios de comunicação no que se refere ao mundo dos negócios e investimentos.

No terceiro trimestre de 2016, o Flavio Maluf noticiou a mídia especializada que houve um aumento de oito pontos no Indicador de Intenção de Investimentos da FGV (Fundação Getulio Vargas); que é responsável por medir o nível da disseminação do ímpeto de investimentos no meio industrial.

Esse indicador tem a intensão de estimar quais são as principais tendências econômicas do mercado, sendo um dos mais precisos, segundo especialistas e pesquisadores.

O responsável pelas Estatísticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, Aloisio Campelo Jr afirmou que, de forma alguma, não se pode eliminar uma certa margem de incerteza que se relaciona ao mercado industrial. De acordo com ele, o ritmo de crescimento será lento e gradual, mas, é certo, segundo as previsões, que nos próximos meses é possível que ocorra uma eventual melhora nos índices de investimento produtivo. As previsões se baseiam no fato do Indicador continuar abaixo da margem de 100 pontos, o que denuncia as estimativas pessimistas que muitas empresas fazem em relação aos investimentos para os próximos doze meses, informa o presidente da Eucatex Flavio Maluf.

Pela análise do relatório do terceiro trimestre de 2016, o Indicador também abordou a probabilidade dos planos de investimentos serem revisados no período dos próximos doze meses.

A maioria, 57,6% das empresas, disse acreditar que os investimentos permanecerão dentro do programa prévio de desenvolvimento. Já as empresas restantes que acreditam que os investimentos podem sofrer variações que fogem do plano inicial, 23,8% consideram investir mais do que o planejado e e 18,6% indicaram que os investimentos ficarão abaixo do que havia sido previsto.

O grau de certeza das empresas também foi levantado pelo Indicador de Intenção de Investimentos da Fundação Getúlio Vargas. O resultado demonstrou que, atualmente, o nível de incerteza permanece elevado quando comparado aos anos anteriores. 32,7% das empresas são incertas em relação aos investimentos no setor industrial, superando pela segunda vez consecutiva, os 30,4% das empresas que acreditam que poderão manter os investimentos em suas indústrias, noticiou Flavio Maluf.

Segundo especialistas, o relatório mostra o cenário de incertezas existente no mercado em relação à economia e à política do país, as quais interferem diretamente nas projeções de investimentos do setor produtivo.

Inauguração de açougue vegano surpreendeu até os donos: foi sucesso

No mundo do empreendedorismo, alguns apenas seguem a tendência do que está dando certo no momento, outros já buscam arriscar mais e inovar sem muita certeza sobre o sucesso. Porém, há aqueles que conseguem fazer um pouco dos dois, assim não só apostando em algo promissor, como também ainda causando surpresa.

Esse é o caso de um “açougue vegano“, por exemplo. Há de fato um nicho de mercado, um público em crescimento que já está buscando alternativas para o consumo de carne, e que talvez até se acentue com os acontecimentos dos últimos tempos, mas é ao mesmo tempo uma baita novidade, até pelo contraditório do termo que une veganismo a um tipo de estabelecimento essencialmente carnívoro.

Como surgiu a ideia de um açougue vegano e como foi inciado

 

Essa invenção que, embora contraditória a princípio, termina por fazer todo o sentido e até render lucro, teve como responsáveis o casal Marcella Izzo e Brunno Barbosa. Esses dois, no dia 12 de março do ano passado, 2016, inauguram o ‘No Bones’, com a promessa de ser o primeiro açougue vegano de todo o estado paulista.

O marido contou, à época, que já era um sonho de sua companheira abrir um negócio, que foi então conciliado com seu gosto por cozinhar e também seu veganismo recente, posto que antes era apenas ‘vegetariana’. Nesse caso, a busca dela por substitutos na cozinha terminou por levá-la a abrir um negócio que poderia atender a outras pessoas com o mesmo tipo de busca.

Detalhando melhor sobre o cardápio que ofereciam na época do lançamento, que, obviamente, despertava a curiosidade até dos carnívoros, dá para dizer que havia uma variedade considerável. Pra começar, só de opções de hambúrguer o cliente tinha ao todo sete, dentre eles um hambúrguer de feijão preto com azeitonas e outro de ervilhas com cenoura. Além desses, também havia costela de cogulemo, nuggets, etc.

A estratégia por trás do conceito inovador

Para se ter uma ideia do sucesso inicial que obtiveram naquela época, vale lembrar que as prateleiras desse estabelecimento foram esvaziadas pelos clientes, curiosos pela novidade ao ponto de terem formado fila na porta da loja antes do horário de abertura, num período médio de duas horas.

Uma situação de fazer brilharem os olhos de qualquer lojista, mas que pode ser explicada em parte pela localização escolhida, o bairro de Perdizes, na capital do Estado de São Paulo. Segundo o próprio empreendedor, nessa região há uma quantidade considerável de vegetarianos. Não à toa que o casal já morava pelas redondezas, inclusive.

Tomado esse rumo, o negócio então lhes trouxe lucro e satisfação, mas mantiveram eles a promessa de não só servir o tal açougue para a obtenção de lucro com pessoas já acostumadas a esse cardápio, mas também apresentá-lo aos que antes desconheciam a culinária vegana. Para isso, afirmaram que seus produtos tinham tanto sabor quanto textura bem gostosos, e ainda com o diferencial de contarem com valores não abusivos, ou seja, nem baratos demais, nem caríssimos, logo justos.

 

Como montar um plano de negócio?

Um plano de negócio descreve o objetivo da empresa e quais passos podem ser dados para atingir esses objetivos. A primeira questão a ser de determinada no seu plano, caro leitor, é a escolha do negócio. Desta forma, o plano é descrito com as especificidades da sua empresa, ou seja, o segmento de atuação, nome fantasia e os principais produtos e serviços. É importante salientar que a partir desta pesquisa você pode reconfigurar seu plano. No portal SEBRAE, existe diversas informações para quem quer montar a sua empresa.

Um plano de negócio não é um documento fechado e pronto, ele deve ser constantemente mudado de acordo com as suas necessidades. Esse documento pode ser usado para conseguir investimentos junto aos bancos, criar parcerias com fornecedores e clientes e conquistar novos sócios e investidores. Siga os passos adiante e capriche no seu plano de negócio!

Principais características do negócio

Nessa parte você identificará seu negócio. Os principais produtos ou serviços da empresa,seus clientes, a localização, o capital de giro, o faturamento mensal e o tempo esperado para que o valor investido retorne na forma de lucro, tudo isso deve ser descrito nessa etapa inicial.

Análise de mercado

Essa etapa é uma das mais importantes para sua empresa e ela exige muito trabalho de pesquisa, mas com o estudo você define seu cliente e assim pode oferecer as melhores soluções para seus problemas. Nessa etapa você identificará as características gerais do cliente: faixa etária, gênero, composição familiar, o tipo de trabalho e o salário que ganham. A partir daí você reconhece os interesses e os comportamentos do cliente como, por exemplo, a atitude de compra e o que os leva a consumir. No site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem muitos levantamentos sobre as características do comportamento do brasileiro.

Conhecer os concorrentes

Identifique seus principais concorrentes, suas práticas importantes e suas deficiências. Analise os preços dos produtos, o preço, a localização, a condição de pagamento, o atendimento aos clientes, busque saber se a empresa tem rede social, pode ser uma prática da sua empresa. Enfim, analise a empresa do seu concorrente e tenha a autocrítica como se fosse seu próprio negócio.

Plano de marketing

O último passo é a definição de um plano de vendas. Descreva os produtos que sua empresa possui e apresente estratégias promocionais para aumentar os lucros. Um plano de divulgação também é importante, você pode utilizar a internet, catálogos, carros de som e faixas e participação em feiras e eventos.

Com um plano de negócio você, caro leitor, pode ir muito mais além e conseguir montar ou reestruturar sua empresa e lucrar mais.

Saiba mais

Marcio Alaor do Banco BMG informa sobre os impactos da redução do fluxo de imigrantes que chegam aos EUA

De acordo com uma pesquisa elaborada por economistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, já é possível observar uma desaceleração na imigração de pessoas vindas da América Latina para os Estados Unidos, mesmo sem a existência do muro que o presidente Donald Trump já declarou querer construir, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Os economistas Chen Liu, Craig McIntosh e Gordon Hanson foram além, e durante uma conferência na Brookings Institution, apresentaram um trabalho defendendo que o grande problema dos Estados Unidos para o futuro próximo não é combater o número de trabalhadores estrangeiros no país, e sim aprender a viver com pouca mão de obra de imigrantes.

Segundo eles, os países da América Latina estão passando por um período de crescimento mais lento na oferta de mão de obra e, consequentemente, ocorrerá uma queda no fluxo de imigrantes jovens e com pouca qualificação que vão tentar a vida nos Estados Unidos. Tudo isso independente da implementação dessas novas de controle imigratório defendidas pelo governo Trump, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Entre as promessas feitas durante a campanha de Donald Trump, uma das mais polêmicas foi em relação a construção de um muro na fronteira sul do país com o México, o qual ainda seria pago pelo próprio governo mexicano, de acordo com Trump. Essa proposta ainda tem causado muitas controvérsias no Senado dos Estados Unidos, devido ao impacto negativo que essa medida poderia trazer internacionalmente caso seja de fato aprovada.

Antes mesmo de Trump assumir a presidência, a imigração ilegal já apresentava uma visível tendência de queda. Tanto pelos fatores citados pelos economistas, como também pelo aumento no controle de fronteira, a qual foi intensificada desde os anos 2000 através de um aumento no número de agentes da Patrulha de Fronteira do país, reporta Marcio Alaor, do Banco BMG.

Além disso, os demais países do continente americano, apesar dos períodos esporádicos de crise, estão apresentando um crescimento econômico mais estável, o que tem reduzido a desigualdade de renda entre eles e os Estados Unidos.

Consequências da redução de mão de obra imigrante

Durante a conferência na Brookings Institution, os economistas Liu, McIntosh e Hanson destacaram ainda que com essa queda na oferta de mão de obra pouco qualificada, a tendência é de que aumentem os investimentos no setor de automação, de modo que sejam encontradas alternativas através das máquinas e computadores para substituir o trabalho feito por esses imigrantes, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

As consequências mais perceptíveis deverão ocorrer nos segmentos em que a mão de obra dos imigrantes ainda é muito utilizada, como na agricultura, na construção civil e em restaurantes e lanchonetes.

Como conclusão, os economistas destacaram que os Estados Unidos estariam retrocedendo caso realmente adotem essas políticas anti-imigratórias que impedem fluxos de mão de obra estrangeira de entrarem no país, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG. Ao invés disso, o objetivo deveria ser gerenciar a grande quantidade de imigrantes ilegais que residem há anos no país.