Fundação Getúlio Vargas anuncia recuo da inflação em relação a algumas despesas

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) informou por meio de uma publicação que a inflação percebida pelo consumidor sofreu diminuição em novembro de 2018. Os dados apontados foram divulgados no final da primeira quinzena do mês. Vale salientar que a instituição toma por base o IGP-10 (Índice Geral de Preços – 10), um instrumento de mensuração de alguns dados econômicos inflacionários.

Outro mecanismo empregado pela FGV como maneira de se medir as oscilações da inflação no país, o IPC-10 (Índice de Preços ao Consumidor – 10), apresentou discreta elevação, terminando o período avaliado com aumento de 0,29%. Os resultados do mês de outubro, entretanto, foram maiores, já que este foi de 0,52%.

Dentre os tipos de despesas que apresentaram recuo de caráter inflacionário, quatro delas se destacam: transporte, que havia sofrido elevação de 1,43% e passou para 0,33%; a gasolina, que se elevou em 0,44%, valor significativamente inferior ao mês anterior, quando se registrou alta de 4,68%. Além disso, as categorias que compreende os gastos com habitação e educação ficaram respectivamente com 0,37% e 0,33% na avaliação.

Estima-se que as baixas em alguns aspectos da inflação sejam desdobramentos de fatos ocorridos na economia, tais como diminuição da taxa de eletricidade de natureza residencial e baixas com gastos envolvendo lazer, por exemplo.

Em contrapartida, algumas despesas respondem por aumentos na inflação. A alimentação, que é um grupo de gastos indispensáveis, costuma sofrer elevações de acordo com as oscilações da economia, bem como em razão de fatores climáticos. No período considerado, contudo, foi justamente um dos gastos que mais contribuíram para o aumento inflacionário, passando de 0,47% para 0,83%.

Os cuidados pessoais e a saúde foram agrupados em mesmo grupo. Neste caso, estes gastos também fizeram com que a inflação se elevasse, ou seja, se no período anterior os índices inflacionários eram de 0,40%, estes passaram para os atuais 0,45%.

O setor de vestuário foi um dos que mais sentiram a alta da inflação no período adotado para estudos. Segundo os dados levantados pela FGV, a inflação decorrente de gastos com peças desse tipo foram de 0,22% em outubro para 0,50% em novembro.

 

Saiba mais:

https://www.istoedinheiro.com.br/energia-e-gasolina-arrefecem-inflacao-ao-consumidor-no-igp-10-diz-fgv/

Chery e CAOA – como a parceria entre a empresa chinesa e a de Carlos Alberto de Oliveira Andrade pode dar certo?

A empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, a CAOA, dá um passo importante com a parceria com a Chery, montadora chinesa. Com uma postura bastante agressiva, as duas pretendem aquecer o mercado interno. Leia o post e saiba mais.

Há pouco mais de um ano a CAOA passou a conduzir a operação brasileira da Chery, o que inclui a fabricação na unidade industrial de Jacareí (SP) e a revenda dos modelos chineses. Era o início de um plano ousado com lançamentos de modelos considerados “chave”, bem como a expansão da rede de concessionárias.

CAOA Chery – uma parceria que promete

A montadora chinesa desembarcou no país em agosto de 2009 como parte de um planejamento que previa a internacionalização da marca. Cinco anos depois, a empresa inaugurava sua primeira fábrica fora do país de origem em Jacareí, no Vale do Paraíba (SP). Na ocasião foram investidos mais de US$ 400 milhões.

A realidade era bem diferentes de hoje. Se antes a marca detinha apenas uma pequena parcela de vendas com os modelos QQ e Cele, hoje o portfólio é maior e inclui o crossover Tiggo 2, com boa aceitação no mercado e planos para lançar outros modelos ainda no primeiro semestre de 2019.

São esperados para o ano que vem mais veículos da linha Tiggo, como o Tiggo 5x e Tiggo 7, além do sedã Arrizo 5. Ambos apresentam o novo motor 1.5 turbo e marcam o avanço da marca no que diz respeito ao design e equipamento. Também é esperado o Tiggo 8 para o mercado nacional. O SUV será o primeiro da marca de 7 lugares a chegar ao país.

Essa série de lançamentos mostram o nível de ousadia da parceria, principalmente pelo fato dos segmentos de SUV e sedã serem os mais disputados no mercado nacional. O acordo entre as duas empresas teve o aval de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que apesar de estar afastado do comando direto da CAOA, ainda é presidente do conselho administrativo do grupo e acompanha tudo de perto.

Quem é Carlos Alberto de Oliveira Andrade

Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o dr. CAOA como é chamado pelas pessoas mais próximas, é cirurgião dentista por formação e “homem forte” do setor automotivo brasileiro por vocação. O empresário começou no segmento por coincidência, depois que adquiriu um Ford Landau que nunca foi entregue devido a falência da concessionária. Ele viu uma boa oportunidade, comprou a loja e deu início a sua nova jornada.

Pouco mais de cinco anos depois, o paraibano já era o maior revendedor da Ford do Brasil. Sempre a frente do seu tempo, Andrade fez parcerias com a Renault para importar oficialmente os veículos da marca, com a Hyundai e outras marcas, até decidir construir sua própria fábrica.

E foi com recursos próprios que Carlos Alberto de Oliveira Andrade desenvolveu a unidade fabril de Anápolis (GO) e a inaugurou em 2007. O intuito era fabricar os modelos Hyundai para o mercado nacional e latino. O que lhe rendeu o título de Distribuidor do Ano de 2012 concedido pela marca coreana, prêmio disputado entre 179 distribuidores da Hyundai em todo o planeta.

Experiência médica avança na luta pela cura de alergias ao amendoim

A exposição a traços de amendoim em biscoitos, bolos ou outros alimentos de contaminação cruzada pode terminar com uma reação alérgica severa e até hospitalização.

No entanto, há boas notícias para quem é alérgico a esse alimento.

Os resultados de um novo estudo podem levar à aprovação de um novo tratamento que reduz o risco desses tipos de reações potencialmente fatais, proporcionando alívio não apenas para as crianças, mas também para seus pais.

O tratamento não é uma cura para a alergia ao amendoim. Também não é projetado para permitir que as crianças comam sanduíches inteiros de manteiga de amendoim e geleia. Em vez disso, o objetivo é permitir que elas tolerem pequenas quantidades do alimento.

“Ser capaz de comer com segurança um ou dois amendoins é uma grande melhoria em termos de qualidade de vida das crianças – como quando elas vão à casa de um amigo durante a noite e estão evitando amendoins, mas ainda podem acidentalmente ingerir uma pequena quantidade”, disse o Dr. Stephen Tilles, um dos co-autores do estudo e ex-presidente da Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia.

Para muitas crianças com alergia ao amendoim, isso é proteção suficiente.

“Algumas crianças nem querem comer comida com amendoim. Elas só querem ser protegidas caso sejam expostas acidentalmente ao alimento”, disse a Dra. Tina Sindher, professora assistente clínica do Centro Sean N. Parker para Pesquisa em Alergia e Asma da Universidade de Stanford, que não esteve envolvida no estudo.

Os resultados da pesquisa foram apresentados no dia 18 de novembro na Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia em Seattle e publicados no dia seguinte no New England Journal of Medicine.

No estudo, 372 crianças com uma alergia a amendoim já diagnosticada consumiram uma quantidade crescente de proteína de amendoim todos os dias, começando com quantidades mínimas. Isto foi seguido por seis meses em uma “dose de manutenção”, o equivalente a um amendoim por dia.

Este tipo de tratamento é conhecido como imunoterapia oral e é projetado para construir a tolerância do sistema imunológico a um alérgeno.

Depois de um ano, mais de dois terços dessas crianças de 4 a 17 anos foram capazes de consumir 600 miligramas de proteína de amendoim – o equivalente a dois amendoins – durante um desafio alimentar “com apenas sintomas leves”.

Em contraste, apenas 4% das 124 crianças que estavam tomando um pó não-amendoim durante todo o estudo – o grupo placebo – foram capazes de tolerar a mesma quantidade de proteína de amendoim.

Metade das crianças no grupo de tratamento também foram capazes de consumir com segurança 1.000 miligramas de proteína de amendoim durante o desafio alimentar.

O que é empreendedorismo social?

Um equívoco comum é que qualquer empresário, ou qualquer pessoa que inicie um negócio, é um empreendedor. Mas começar um negócio, segundo os economistas Say e Schumpeter, não é o principal componente do empreendedorismo. Em vez disso, o empreendedorismo está preocupado em estimular o progresso econômico por meio de inovação e ação. No início do século XIX, o economista francês Jean Baptiste Say descreveu os empreendedores como “os indivíduos aventureiros que estimularam o progresso econômico encontrando maneiras novas e melhores de fazer as coisas”. Em outras palavras, os empreendedores otimizam a alocação e o uso de recursos para gerar lucros máximos.

Para atingir seus objetivos econômicos, a mentalidade do empreendedor deve ser inovadora, criativa e orientada para objetivos. Nas palavras do economista do século XX Joseph Schumpeter.

“A função dos empreendedores é reformar ou revolucionar o padrão de produção… explorando uma invenção ou, mais genericamente, uma possibilidade tecnológica inexperiente para produzir uma nova mercadoria ou produzir uma antiga de uma nova maneira, abrindo uma nova fonte de fornecimento de materiais ou um novo ponto de venda de produtos, reorganizando uma indústria e assim por diante.”

Além disso, o empreendedor prospera em problemas e é motivado pela ideia de alterar uma situação desagradável. Em vez de esperar por instruções, o empreendedor inicia uma ação direta. Se o empreendedor enxergar um método mais eficaz de fazer as coisas, ele não hesitará em eliminar os sistemas existentes em favor de uma abordagem totalmente nova para um problema. O empreendedor tem a coragem de assumir riscos calculados, às vezes até fazendo “coisas que os outros pensam que são imprudentes, ou até mesmo desobedientes”. O empreendedor também leva os projetos até a conclusão e é desinibido por contratempos ou desafios ocasionais.

O empreendedor social aproveita as habilidades de empreendedorismo para fazer um bem social. De acordo com J. Gregory Dees, o empreendedorismo social “combina a paixão de uma missão social com uma imagem de disciplina, inovação e determinação de negócios comumente associada, por exemplo, aos pioneiros do Vale do Silício de alta tecnologia.” As energias filantrópicas do empreendedor social são canalizadas para empreendimentos comerciais, criando valor nos negócios para que os consumidores estejam dispostos a pagar pelos bens e serviços e, ao fazê-lo, o empreendedor social ganha um lucro que é investido nos empreendimentos sociais.

A bem-sucedida jornada da vida do estabelecido Flavio Maluf

 

Existem, no entanto, algumas pessoas no mundo que sabem como fazer o equilíbrio perfeito na vida. Entre essas pessoas é Flavio Maluf. Ele é um empresário talentoso e um executivo de negócios do Brasil. Ele lidera o Grupo Eucatex há mais de 30 anos. Ele também é um marido orgulhoso de Jacqueline de Lourdes. Eles estão casados há 31 anos. É seguro dizer que ele é um homem de família há mais tempo do que um líder empresarial executivo.

 

Tendo estudado em uma das instituições mais conceituadas do Brasil, Flavio Maluf se estabeleceu como engenheiro mecânico muito estimado, de acordo com Wikipedia. Ele iniciou sua educação superior na Fundação Armando Alvares Penteado . Mais tarde, ele foi para os Estados Unidos para aprofundar sua educação e aperfeiçoar suas habilidades tão necessárias em administração. Enquanto nos Estados Unidos, ele teve a oportunidade de trabalhar como administrador. Essa oportunidade serviu bem no crescimento de suas habilidades. Foi em 1986 que ele retornou ao Brasil e um ano depois assumiu o cargo de executivo comercial na Eucatex.

 

Sua nova posição na Eucatex está bem alinhada com seus objetivos de desenvolvimento, e ele não poderia estar mais orgulhoso de si mesmo. Essa foi a razão pela qual o Conselho de Administração da Eucatex considerou digno de promovê-lo para liderar a divisão industrial. Não demorou muito, no entanto, antes de ser absorvido pelo braço executivo da Eucatex. Devido à sua impressionante arte, Flavio Maluf foi promovido em 1997 para ser o presidente da empresa. Isso significou um enorme marco no crescimento de sua carreira.

 

Em sua nova posição, Flavio Maluf vem trabalhando no sentido de encontrar formas mais novas e mais modernas de operar na Eucatex. Ele é um líder envolvido e gosta de participar de todos os aspectos do trabalho na empresa. Alguns podem descrevê-lo como um micro-gerente, mas ele não concorda. Ele gosta de pensar em si mesmo como um líder prático. Ele é um líder que sente a necessidade de observar os que estão debaixo dele e ajudá-los a crescer. Sua natureza filantrópica também é evidente quando ele direciona a empresa para programas comunitários, como doações para hospitais como Maternidade Idio Carli.

Veja por quais razões o mês de outubro apresentou elevada taxa de inflação

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovou que a inflação sofreu ligeira elevação em se tratando de itens consumidos no país. Tal constatação se deu por meio dos dados fornecidos pelo Índice de Preços ao Consumidor, mecanismo mais conhecido apenas pela sigla IPCA. De acordo com o instrumento de análise financeira, o mês de outubro de 2018 alcançou o patamar inflacionário de 0,45%.

Embora a taxa obtida seja considerada menor do que a observada em setembro, trata-se do maior valor alcançado pelo país para o mês de outubro. Segundo informações divulgadas pelo IBGE, desde 2015 o percentual analisado não atingia o nível verificado.

O chamado “acumulado dos últimos dozes meses”, uma espécie de cálculo que mensura se a inflação está dentro de parâmetros estabelecidos, ultrapassou a meta para o período. Para o ano esperava-se que o índice inflacionário fosse de 4,5, com margem de tolerância de 6% para mais e 3% para menos. Sobre este valor, entretanto, o Brasil mostrou-se mais de 4% acima do estabelecido.

Ao se realizar o levantamento parcial do acumulado, considerando-se que o ano ainda não chegou ao fim, também se pode verificar aumento da taxa de inflação. Nesse caso, contudo, as oscilações da economia ocasionaram o índice de 3,81% em detrimento dos esperados 2,21%.

O segmento que responde por bebidas e alimentos teve grande peso sobre o aumento inesperado da inflação para o mês. Segundo a pesquisa, os itens provenientes desse setor contribuíram para um aumento inflacionário de 0,4%, comparando-se os meses de setembro e outubro. O tomate foi o alimento que mais colaborou para a expressiva alta, de acordo com divulgações realizadas pelo órgão.

O setor de transportes, por sua vez, embora tenha colaborado para a composição do aumento da inflação, conseguiu apresentar uma discreta diminuição, já que em setembro apresentava índice de 1, 69% e em outubro baixou para 0,92%.

Conforme esclarecem os dados da pesquisa, 70% das causas de aumento são provenientes dos dois setores citados. Outro segmento que mereceu destaque foi o de combustíveis. Dentre os itens que mais aumentaram de preço estão o etanol, a gasolina, o óleo diesel e o gás veicular.

Tesouro perdido é encontrado na Croácia

Boas notícias para quem gosta de história. Mergulhadores encontraram um cofre nos destroços do Rei da Itália, navio que naufragou em 1866 no Mar Adriático, durante o confronto conhecido como Batalha de Lissa. Acredita-se que no cofre estejam uma série de objetos valiosos como ouro e joias que estão avaliados em milhões de euros. Por isso a descoberta foi apelidada de “tesouro perdido”.

O grupo que encontrou o artefato é liderado pelo croata Lorenzo Marovic. Nem mesmo os mergulhadores ainda sabem o conteúdo do cofre, por isso solicitaram ao Ministério da Cultura da Croácia para realizar mais missões exploratórias. “Não sabemos o que tem no cofre, mas acredito que, de qualquer forma, isso deve ser trazido à superfície”, ressalta Marovic.

De acordo com Marovic o Rei da Itália encontra-se a 115 metros de profundidade e uma imersão pode ultrapassar as cinco horas. Ele ressalta que é necessário equipamento específico e mergulhadores preparados para as buscas.

Há indícios que a embarcação transportava uma grande quantidade de ouro quando afundou. A quantia avaliada em 250 mil libras na época atualmente pode chegar a milhões de euros. Ela serviria para custear os esforços militares do governo provisório da Itália, se o país vencesse a marinha austríaca na Terceira 3ª Guerra da Independência.

Após avaliado o conteúdo do cofre, a propriedade será destinada ao Ministério dos Bens Culturais da Croácia, contudo parte do valor será cedido aos exploradores que fizeram a descoberta. A equipe de Marovic terá direito a uma recompensa que chega a 10% do valor total do “tesouro”.

A história do navio

O Rei da Itália fez sua última saída no porto de Ancona, na Itália em julho de 1866 com destino a Vis, no sul da Croácia. Durante o percursos atacou todos os fortes das colinas da ilha. Dias mais tarde, o navio foi afundado pela marinha do antigo Império Austro-Húngaro. Dos 367 marinheiros e 27 oficiais somente 167 conseguíram se salvar.

139 anos depois do naufrágio, em 2005, a equipe de Marovic conseguiu encontrar os destroços da embarcação na costa Dálmata, mas só agora localizou o cofre com o “tesouro perdido”.

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Negócios da atualidade

Tem havido muitas notícias e atenção ao tema do empreendedorismo nos últimos anos, decorrente principalmente da descoberta pelos analistas econômicos de que as pequenas empresas contribuem consideravelmente para o crescimento econômico e a vitalidade. Além disso, muitas pessoas escolheram carreiras empresariais, porque isso parece oferecer maiores recompensas econômicas e psicológicas do que a rota das grandes empresas. Programas como o TKMPK se esforçam para identificar potenciais empreendedores dentro do grupo-alvo de graduados desempregados e, até certo ponto, ensinam empreendedorismo.

No entanto, apesar de toda a discussão e atenção dada a esta questão, duas questões fundamentais permanecem sem resposta: o que é empreendedorismo? e você pode medir isso? Claramente, no contexto da seleção de participantes do TKMPK, estas são duas perguntas que precisam ser respondidas!

É um animal grande e importante que tem sido caçado por muitos indivíduos usando vários dispositivos de captura engenhosos … Todos os que alegam tê-lo visto relatam que ele é enorme, mas discordam de suas particularidades. Não tendo explorado seu habitat atual com cuidado suficiente, alguns caçadores usaram como isca seus próprios pratos favoritos e depois tentaram persuadir as pessoas de que o que capturaram foi um Heffalump. No entanto, poucos estão convencidos, e a busca continua (Kilby, Hunting the Heffalump: Entrepreurship and Economic Development, 1971).

Muitas definições de empreendedorismo podem ser encontradas na literatura descrevendo processos de negócios. A definição mais antiga de empreendedorismo, datada do século XVIII, usava-a como um termo econômico descrevendo o processo de assumir o risco de comprar a certos preços e de vender a preços incertos. Outros comentaristas posteriores ampliaram a definição para incluir o conceito de reunir os fatores de produção. Essa definição levou outros a questionar se havia alguma função empreendedora única ou se era simplesmente uma forma de gerenciamento. No início deste século, o conceito de inovação foi adicionado à definição de empreendedorismo. Essa inovação pode ser inovação de processo, inovação de mercado, inovação de produto, inovação de fator e até inovação organizacional.

Esforços consideráveis também foram feitos para tentar entender as fontes psicológicas e sociológicas do empreendedorismo. Esses estudos notaram algumas características comuns entre os empreendedores com relação à necessidade de realização, lócus de controle percebido, orientação em relação ao pensamento intuitivo e não sensato e propensão a assumir riscos.

Estudo revela que é preciso inovar para manter empresas em competição

Um novo estudo apontou dados sobre os desafios enfrentados pelas empresas no Brasil. De acordo com o estudo, a inovação está entre as principais necessidades estratégicas para que as empresas se mantenham competitivas.

O estudo revelou que 56% dos empreendedores que foram entrevistados e que já tinha experiência com o corporate venture, relataram que tiveram resultado positivo ao utilizar esse tipo de abordagem. O levantamento que foi chamado de “Corporate Venture: desafios e oportunidades no Brasil” foi realizado pela Endeavor, EY-Parthenon e a Cátedra Insper-Endeavor.

A realização do estudo ocorreu por meio da participação de 300 empreendedores brasileiros, onde 46% desse total revelou que a aceleração e/ou incubação está entre os formatos mais utilizados entre as iniciativas de colaboração.

De acordo com os dados levantados pela pesquisa, as grandes empresas responsáveis por oferecer iniciativas que geram engajamento, são as que buscam cada vez mais o conceito de mindset empreendedor. Além disso, essas empresas também se destacam em relação ao retorno financeiro sustentável, ativação de seus negócios e até mesmo na atração de novos profissionais. A pesquisa ainda revelou que as empresas que mais oferecem engajamento são as que mais apresentam vantagens competitivas. Essas empresas também apresentam maior redução de vulnerabilidade em relação as outras empresas.

Os dados da pesquisa ainda apontaram que houve um aumento mundial em relação ao número de transações realizadas no conceito corporate venture. De acordo com os dados, o total de transações realizadas neste conceito em 2017 foram quase 4 vezes maior do que o total em 2009. No ano passado, os investimentos ultrapassaram os US$ 31 bilhões de negócios realizados no corporate venture. Todos esses dados enfatizam ainda mais a busca por parcerias entre empreendedores e as vantagens que essas estratégias oferecem para as empresas.

Mesmo com esse potencial maior em gerar vários benefícios para os empreendedores e empresas, o corporate venture apresentou um enorme ruído em várias parcerias realizadas aqui no Brasil. Esse ruído pode ser observado em várias notícias que abordam esse tema, onde é possível observar estruturas de arranjos instáveis e frágeis. Nesses casos, o resultado mais comum do corporate venture é uma falha na parceria. Além disso, as iniciativas de engajamento por vezes terminam de forma precoce entre os empreendedores que não estabelecem bons vínculos.