Tornar-se um vendedor no comércio eletrônico é alternativa para quem está fora do mercado de trabalho

Com o advento e desenvolvimento das tecnologias ligadas a área da informática, as maneiras de se fazer negócio puderam se diversificar ainda mais, e isso se deve em parte aos líderes e homens de negócios que perceberam que a internet logo se transformaria numa poderosa ferramenta de vendas para os diferentes setores comerciais.

O que se vê atualmente é que tanto as grandes empresas como as pequenas empresas se valem de atividades econômicas centradas no setor do comércio virtual, isto é, a venda de produtos ou de serviços por meio de transações comerciais via internet.

Os chamados e-commerce ou lojas virtuais movimentam a economia do mundo inteiro e são criadas não só para alavancar as vendas de grandes empresas, mas também por pessoas comuns que necessitam ao final do mês de algum tipo de remuneração financeira.

Sem maiores complicações, qualquer pessoa pode montar seu próprio e-commerce, pois para se adentrar em semelhante empreitada, basta apenas ter em mãos um dispositivo que permita estar conectado à rede de computadores.

Além disso, também é necessário que o iniciante na modalidade de venda virtual já tenha uma prévia dos produtos ou serviços que irá oferecer aos seus futuros compradores.

Sendo que as mercadorias que serão comercializadas tanto podem ser produtos novos como usados, já que no comércio eletrônico sempre é possível encontrar interessados na compra de produtos em diferentes estados.

Mesmo para os que pretendem se iniciar no comércio do varejo virtual, mas que não possuem condições financeiras de arcar com o estoque de produtos existem opções. Em casos como esses a opção seria se tornar vendedor virtual de alguma conhecida loja de varejo.

Grandes empresas como o Magazine Luiza, a Casas Bahia e outras, mantêm um serviço de parceria em que qualquer pessoa pode ser transformar em vendedor virtual delas; e conforme uma maior saída de produtos através da parceria, o vendedor conseguirá fazer um bom dinheiro.

Vale lembrar que as redes sociais como o Facebook, o Instagram e o Whatsapp também se apresentam como as grandes aliadas de vendas e de divulgação na área do comércio eletrônico.

 

Computação na nuvem se torna vantajosa na gestão

Em uma gestão é importante estar atento às ferramentas necessárias para facilitar os procedimentos de uma empresa. Além dos recursos básicos que são indispensáveis para qualquer gestão de empresa, existem os que surgem e são frutos de uma dinâmica tecnológica que apenas tende a melhorar e facilitar a forma como atividades são realizadas.

Um ponto que é benéfico tanto para a gestão pública quanto para a privada é a economia que pode ser gerada com os recursos usados. Compor a equipe com especialistas que dominam a melhor maneira de alcançar bons resultados utilizando poucos recursos é fundamental. Na parte computacional de uma empresa é necessário estar cada vez mais atento, porque nessa área o avanço se torna cada vez mais rápido e por isso computadores comprados se tornam obsoletos antes mesmo de terminarem de ser pagos.

A computação em nuvem que pode gerar vários benefícios para a iniciativa privada ou pública é uma vantagem que é amplamente aceita por empreendedores privados, de acordo com uma pesquisa realizada pela GlobalData, estima-se que 97% dos líderes de gestão têm interesse em migrar para a computação em nuvem (cloud computing) até 2020. A Cisco foi a empresa que se interessou para a realização dessa pesquisa.

Com o investimento em computação em nuvem existe uma redução no uso de equipamentos, nos procedimentos para adquiri-los e também com os esforços necessários para a manutenção e com o pessoal técnico preparado. Além dessa economia, as maiores empresas estão atentas à segurança de suas informações, de seus sistemas, e querem garantir que não sejam simplesmente perdidos ou roubados de forma material caso ocorra algum imprevisto ou danos que se tornam irreparáveis.

Insistir em equipamentos que se tornam facilmente atrasados é uma ação que gera mais custos. Investir na nuvem é uma estratégia que traz mais segurança, mais integridade e eficiência dos dados e aos recursos usados. Quando as informações permanecem armazenadas na nuvem existe uma segurança maior através de especialistas desse ramo que monitoram as atividades realizadas. No caso de algum acidente como incêndio ou inundação, os dados dos desktops continuarão intactos em um data center.

 

Estudo indica que pequenas e médias empresas geraram mais postos de trabalho no país

 

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Uma pesquisa realizada pelo Sebrae constatou que os negócios de menor porte têm sido responsáveis pelo recente aquecimento do mercado formal de trabalho. Em 2010, o percentual de contratações foi de 51%, já em 2015, atingiu o índice de cerca de 54% dos serviços com registro em carteira. De modo geral, o salto na empregabilidade gerou quase 17 milhões de empregos, totalizando um aumento de 15%, segundo o levantamento.

Na contramão da crise, as micro e pequenas empresas têm demitido menos ao passo em que contratam mais, afirma Guilherme Afif Domingos, atual presidente do Sebrae. Segundo ele, em períodos em que os movimentos da economia afetam mais as organizações de grande porte, as demais conseguem se preservar financeiramente, servindo de parâmetro para estudos acerca da recuperação da economia do país. No campo do trabalho, ele esclarece que tais companhias sempre indicam quando os períodos críticos irão acabar.

Conforme explica Afif, as empresas menores têm conseguido recolocar diversos colaboradores, de modo a reverterem o cenário de acentuado desemprego que se instalou no país. Ele ressalta que já nos seis primeiros meses de 2017, tais companhias criaram mais de 211 mil vagas de emprego. As organizações maiores, entretanto, demitiram cerca de 160 mil trabalhadores, constatando o impacto maior sofrido, se comparadas com as demais.

A pesquisa realizada pelo Sebrae apontou que na última década, nas ocasiões em que a taxa de emprego foi positiva, as pequenas e médias organizações surgiam como responsáveis pela empregabilidade. Já nos períodos em que o desemprego era maior, as empresas de médio e grande porte figuravam como as que mais desligamentos realizavam.

Diversas foram as fontes empregadas pelo Sebrae quando da realização da pesquisa em questão. Dentre elas, houve a utilização dos dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais, do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), do TST (Tribunal Superior do Trabalho), FGV (Fundação Getúlio Vargas), CNJ (Conselho Nacional de Justiça), etc. Até mesmo materiais de organizações estrangeiras, como aqueles originados pela GEM (Global Enterpreneurship Monitor) foram analisados.

 

Principais termos e conceitos sobre o processo de avaliação comercial

Todas as empresas devem ter uma avaliação comercial, que é atualizada a cada ano. Como um currículo e um plano de negócios atuais, uma avaliação comercial atual pode permitir aproveitar as oportunidades, proteger sua família caso algo aconteça com você e permitir que você se mova rapidamente quando estiver pronto para vender seu negócio.

O que é uma avaliação de negócios?

É um processo semelhante a uma avaliação para venda domiciliar, em que um avaliador de negócios inspeciona e analisa todo o negócio. Esse processo geralmente inclui avaliação de ativos (incluindo depreciação) e outros fatores.

As empresas podem ser avaliadas de várias maneiras, dependendo das circunstâncias da avaliação (venda ou falência, por exemplo). Se uma empresa estiver sendo oferecida para venda, mais de um método de avaliação pode ser apresentado como parte do relatório de avaliação do negócio.

Seções de um relatório de avaliação de negócios, incluindo uma análise econômica, análise da indústria e discussão de métodos de avaliação utilizados.

1 – Por que eu preciso de uma avaliação comercial atualizada?

As coisas acontecem, nos negócios como na vida. Assim como você sempre deve ter um currículo pronto, e você deve manter seu plano de negócios atualizado, você deve preparar uma avaliação de negócios e atualizá-la todos os anos.

2 – Posso usar um avaliador de negócios para avaliar meu negócio?

Um avaliador é um indivíduo que estima o valor de algo. Um avaliador define valor na propriedade ou outros ativos, incluindo os ativos de uma empresa.

Existem muitos tipos diferentes de avaliadores, muitos dos quais se especializam em vários tipos de avaliações.

3 – Qual informação é necessária para preparar uma avaliação comercial?

Se você está pensando em vender um negócio, é essencial elaborar uma lista de documentos e informações que você precisará juntar. Preste especial atenção a dois itens:

O que está sendo vendido?

O que NÃO está sendo vendido?

4 – Como os ativos intangíveis funcionam em uma avaliação comercial

Os ativos intangíveis são esses ativos sem forma física. Esses ativos incluem propriedade intelectual, como patentes, marcas registradas e direitos autorais. Eles também podem incluir contratos e licenças, tecnologia e relacionamentos com clientes.

Nenhuma avaliação de negócios deve ser realizada sem considerar o valor dos intangíveis.

5 – Como as demonstrações financeiras são ajustadas para uma avaliação comercial?

Antes de preparar um relatório de avaliação de negócios, as demonstrações financeiras da empresa são ajustadas, para remover itens discricionários e ocorrências únicas, e para levar as contas ao valor de mercado atual.

 

Os donos de micro e pequenos negócios também precisam de consultoria?

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Por natureza, a maioria dos proprietários de pequenas empresas são práticos e preferem estar envolvidos em todos os aspectos de seus negócios, de decidir sobre o tipo de máquina de café até sobre fazer as declarações fiscais da empresa. As estatísticas mostram que a maioria dos empresários tem dificuldade em delegar tarefas a funcionários ou consultores externos. No entanto, se, como proprietário de uma empresa, o seu tempo está sendo gasto em atividades comerciais não essenciais, provavelmente é hora de fazer a pergunta: sua pequena empresa precisa contratar alguns serviços de consultoria de pequenas empresas?

Na fase inicial ou de crescimento de um negócio, ser um empresário é muitas vezes necessário devido a restrições financeiras ou outras. No entanto, à medida que um negócio amadurece há muitas necessidades de natureza temporária que são melhor atendidas por especialistas na disciplina. As complexidades sempre crescentes da tecnologia da informação, o código tributário e os regulamentos e outros aspectos legais em torno de uma empresa, podem ser muito difíceis para um empresário lidar com tudo isso sozinho.

Contabilidade é uma das atividades de consultoria mais comuns que as pequenas empresas precisam. Tal como acontece com outras atividades comerciais não essenciais, ao decidir se você deve contratar algumas ou todas suas tarefas de contabilidade, você precisa perguntar:

Qual é o valor do meu tempo?

Para uma empresa em solo ou na fase de inicialização de uma pequena empresa, você pode ter tempo para lidar com algumas tarefas de contabilidade se você tiver o desejo (e aptidão) por fazê-lo.

No entanto, à medida que seu negócio cresce e há mais demandas em seu tempo, pode fazer mais sentido delegar algumas dessas funções para profissionais. Além disso, muitos empresários acham contabilidade uma tarefa tediosa, especialmente se o negócio tiver um alto nível de transações.

Não só a contabilidade de sua empresa, mas qualquer outra tarefa que irá exigir mais de você conforme sua empresa evolui, você deve se prontificar a fazer com que essas áreas sejam preenchidas por pessoas que a dominem. Você deve ter o foco no lado empresarial em primeiro lugar em todos os casos e se prontificar em uma consultoria para um planejamento profissional. Mesmo que você esteja feliz produzindo junto com sua equipe, ainda assim, se você precisar se ausentar desta tarefa, deverá existir uma pessoa para te substituir sem prejudicar a produção.

O Microempreendedor Individual (MEI), pequenos empresários e todos os tipos de empreendedores de um modo geral, podem contar com o apoio constante do Sebrae para uma consultoria séria e apropriada para todos os tipos de negócios.

 

L’Oréal relança NYX no Brasil de olho em um mercado que cresce rapidamente

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Após o período de três anos desde que foi adquirida pelo Grupo L’Oréal, a marca de cosméticos NYX Professional foi relançada recentemente no Brasil, com novos objetivos e estratégias. Há alguns meses, a L’Oréal recolheu produtos que estavam sendo vendidos por terceiros e fechou quiosques, como parte dessa nova estratégia.

A partir de agora, com planos mais ambiciosos, a marca pretende abrir lojas próprias no país. A primeira delas já foi inaugurada no Barra Shopping, no Rio de Janeiro, e durante os próximos meses, estão previstas a abertura de mais três lojas conceito: duas delas em São Paulo e outra na capital carioca.

Esse investimento no país é resultado do crescimento que esse setor vem presenciando no Brasil, responsável por torná-lo o quarto maior mercado do mundo em consumo de cosméticos, com uma movimentação anual de cerca de R$ 7 bilhões, de acordo com dados da H&B Make-Up.

Mesmo depois de ter sido comprada pela L’Oréal, a NYX permanece sendo fiel à proposta desenvolvida pela criadora da marca, Toni Ko, cujo intuito sempre foi tornar a NYX um “meio termo” entre as marcas de maquiagem caras e as mais baratas, que são geralmente vendidas nas farmácias. Atualmente, a presença global da companhia é bastante considerável, alcançando mais de 70 países.

De acordo com Bianca Pi, diretora da NYX no Brasil, os objetivos futuros da marca incluem ações de diversos estilos para atrair o público, incluindo aulas sobre como se maquiar. Na inauguração da primeira loja no Rio de Janeiro, a marca também investiu em trazer nomes conhecidos da internet entre os apaixonados por maquiagem e beleza, como por exemplo, as blogueiras e youtubers Camila Nunes, Bianca Andrade e Letícia de Paula.

Após a inauguração das lojas físicas, o próximo passo da NYX no país pode incluir a criação de uma loja online em um futuro próximo. Segundo a diretora da marca, o maior desafio no momento é trabalhar com a cadeia de suprimentos, e por essa razão, a NYX pretende identificar quais são os produtos mais vendidos para, posteriormente, definir sobre o desenvolvimento do seu e-commerce no Brasil.