Com Luiz Carlos Trabuco Cappi na liderança, Bradesco criará setor para lidar com altas rendas

Presidido por Luiz Carlos Trabuco Cappi, o Bradesco planeja expandir seu leque de serviços aos clientes que possuírem altas rendas. Com vistas a este filão de sua clientela, o banco anunciou que criará uma área que se destinará aos clientes portadores de grandes capitais. As inovações favorecerão os consumidores já consolidados dentro da empresa e também servirá como meio para que outros tragam seu dinheiro para que o grupo financeiro possa administrá-lo. O espaço destinado à construção do novo departamento será o que atualmente comporta a diretoria executiva.

A responsabilidade pela gestão direta do novo setor ficará por conta de um profissional já atuante na empresa. Trata-se de Guilherme Muller Leal, cuja última experiência foi no segmento designado a atender empresas classificados como de grandes dimensões. Assim como o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi, Leal presta serviços ao Bradesco há muito tempo e entregará à Bruno Melo Boetger a missão de continuar o trabalho que iniciou, uma vez que este o sucederá.

O presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi ressaltou que diversos estudos foram realizados pela instituição a fim de se analisar o atual cenário econômico que receberá a criação do setor em questão. Dessa forma, o executivo salientou que existem indicativos de que o novo departamento será criado em um bom momento, já que os dados levantados apontam crescimento do fluxo desse tipo de cliente nas empresas do ramo. Outros fatores que colaboraram para a intenção de se ampliar o atendimento foram a estabilidade que esse tipo de capital apresenta, bem como a possibilidade de expressivos aumentos com o passar do tempo.

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro foi o berço da formação universitária de Leal. O executivo é formado em Economia e Finanças, além de ter realizado outros cursos em faculdades estrangeiras. Em relação à Boetger, contudo, as instituições de ensino escolhidas foram a Fundação Getúlio Vargas (FGV), onde estudou Administração e a Universidade Cornell, onde concluiu seu mestrado na área de Finanças. Ele, por sua vez, destacou-se perante a instituição financeira em razão de trabalhar há uma década no banco, algo que proporcionou-lhe prestígio, já que foi chamado para fazer parte de um grupo de executivos da diretoria da organização.

A criação de um departamento dedicado somente aos consumidores com altas rendas fez com que algumas transformações estruturais se tornassem uma realidade na empresa em que Luiz Carlos Trabuco Cappi trabalha. Dessa forma, determinados colaboradores trocaram de funções com seus colegas. Esse tipo de troca teve maior prevalência nos departamentos que tratam de produtos e varejo e fizeram com que os executivos João Carlos Gomes e Aurélio Guido Pagani assumissem novas tarefas em setores ainda novos para eles.

O líder do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, destacou que tais mudanças na dinâmica de trabalho dos executivos do banco foram implantadas dada a importância que a instituição atribui ao fortalecimento do desenvolvimento desses gestores. Além disso, o presidente da organização explicou que um grupo voltado à liderança será criado para que as experiências possam ser aplicadas no ramo financeiro.

 

Vendas de pudins se torna profissão por inspiração de infância

Para Marcos André Martins, 52, que atuava na área comercial da companhia aérea TAM, o seu passatempo se tornou um negócio quando ele decidiu abrir a loja Senhor Pudim em São Paulo.

São diversos sabores para experimentar, entre as opções estão macadâmia, pistache, limão siciliano e baunilha. Alguns sabores depende da estação, como a água de flor de laranjeira, vendida apenas na primavera, quem procurar por milho verde, paçoca e quentão, vai encontrar na época das festas juninas, no Natal a garantia é de panetone e chocotone.

Para investir na empresa foi necessário inicialmente R$ 23 mil que foram distribuídos com os custos em fornos e utensílios. Por não pagar o aluguel do espaço da loja, o retorno do investimento se deu em oito meses. No ano passado foram faturados R$ 450 mil, com um lucro de 25%, neste ano são estimados 18% a mais.

A loja está localizada na região de Moema (zona sul de São Paulo), o sabor mais pedido no Senhor Pudim é o de baunilha, depois vem o de pistache. Para o empresário o toque especial está em fazer com fava e não com essência de baunilha.

Quem quiser comprar os pudins pode escolher entre os preços de R$ 10 para a porção individual, ou de R$ 83 na versão de um quilo, a forma de alumínio acompanha os pedidos.

Uma das estratégias para que os clientes retornem é fornecer os sabores sazonais e assim gerar uma expectativa para comprar os pudins com os sabores diferentes.

Desde criança Martins sempre gostou dos pudins que a sua mãe fazia, como eram dez filhos, a quantidade era grande. Hoje, o empresário usa a inspiração dos pudins de sua infância para avançar no seu negócio.

Foram diversos cursos sobre doces diferentes, algumas aulas contaram com professores renomados da escola francesa “Le Cordon Bleu”. Não houve nenhum curso específico para pudins.

Alguns pudins tiveram receitas baseadas nos pedidos de clientes, o sabor Parmesão por exemplo, é um deles. Depois de alguns testes, o pudim deu certo, mas esse tipo de pedido não é feito para pronta entrega.

 

Peças com tricô se torna negócio

O tricô está naturalmente associado com a atividade que as senhoras fazem para passar o tempo. O estilo da roupa, antes mais usado e visto como algo antigo hoje faz sucesso entre a juventude que gosta de andar com estilo. É isso o que a mineira Renata Campos, 46, está conseguindo fazer desde que começou a empreender com confecção de roupas em tricô em 1996. Em 2018 a previsão é de que lojas em seis filiais sejam abertas.

Durante 20 anos, a empresária tinha como principal ramo do negócio a fabricação de suas roupas que eram distribuídas em mais de cem lojas multimarcas no Brasil. Depois Renata decidiu investir em suas lojas próprias, no início o nome da sua marca era Squadro, posteriormente a empresária entendeu que era mais atrativo colocar o próprio nome na marca.

No ano de 2015 foram investidos R$ 50 mil em uma loja online e em 2017 mais R$ 500 mil em uma loja em Belo Horizonte. O retorno do investimento de acordo com a empresária deve acontecer até o final do ano.

A parceria com a blogueira de moda Helena Bordon é uma estratégia que ela está utilizando para divulgar a sua marca. Em 2018 os planos são de abrir uma nova loja em mais cinco capitais: São Paulo (até fevereiro), Goiânia, Rio de Janeiro e mais outra que no momento está sendo verificada.

Dependendo da peça, até 30 dias é preciso para que fiquem prontas. A confecção das roupas é realizada por um maquinário de tear, a técnica também utiliza trabalho manual. O processo exige o desenho da peça, a confecção do tecido por completo e então os cortes para construir a roupa. Em Belo Horizonte a fábrica tem 85 funcionários que trabalha produzindo as roupas apenas para o público feminino.

A família de Renata sempre trabalhou na área de vestuário, o que a influenciou em sua escolha no momento de decidir a sua carreira. Formada em engenharia em civil, a empresária nunca atuou na área porque percebeu que tinha um perfil mais voltado para a moda e por isso investiu no ramo.

 

Nova linha de crédito do BID concede US$ 100 milhões para mulheres empresárias

O BID, uma união entre dois grandes bancos: Banco Interamericano de Desenvolvimento e Itaú Unibanco, revelou recentemente que abriu uma linha de crédito especializada em empreendedorismo feminino no país. Ao todo, o BID revelou que irá repassar um valor de US$ 100 milhões ao banco brasileiro para ativar a linha de crédito.

Segundo o anúncio feito pelo BID, o valor repassado terá como objetivo ampliar o acesso das micro, pequenas e médias empresas a linhas de crédito, que deverão ser concedidas para mulheres empreendedoras que detenham no mínimo 51% de todo o capital social da empresa. O BID revelou que o foco será para empresas atuantes no país que tenham um faturamento anual no valor de no máximo R$ 8 milhões.

A nova linha de crédito do BID é uma celebração do dia 19 de novembro, que marca o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. Para comemorar, o BID anunciou sua nova linha de crédito que deverá atender grande parte das empreendedoras brasileiras.

A superintendente que cuida dos processos de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do banco Itaú, Denise Hills, disse: “Para nós, do Itaú Unibanco, investir em mulheres é investir no desenvolvimento econômico e social do país. Com essa parceria, queremos contribuir ainda mais para a expansão de crédito ao mercado de empreendedoras, bem como para o desenvolvimento de companhias lideradas por mulheres”.

O BID, que é a parceria dos dois bancos, existe desde o ano de 2010. Contudo, está é a primeira vez que uma linha de crédito é lançada pela parceria com foco em mulheres empreendedoras. Essa iniciativa faz parte de uma nova operação adotada pelo BID em 2013, onde os dois bancos firmaram um acordo de estudar diversas políticas de crédito que possam a oferecer serviços e produtos para empresárias.

Nos últimos cinco anos, o acordo firmado pelo BID já concedeu apoio técnico para um total de 18 instituições financeiras espalhadas em 11 países presentes na América Latina e no Caribe. Segundo o próprio BID, essa transação para linhas de crédito que beneficiem as mulheres empreendedoras já é a maior operação do programa desde que ele foi lançado.

 

É possível começar um negócio do zero? Aprenda seguindo estes passos!

Começar um negócio do zero não é fácil, por isso é necessário ter um bom planejamento alinhado com os ideias da empresa para que você não perca dinheiro e consiga fazer com que o empreendimento prospere.

Empreendimentos que não dependem de um capital são aqueles conhecidos como home Office, onde é possível trabalhar pela internet, através de programas de afiliados, consultoria, prestação de serviços ou até mesmo como freelancer. Nestes casos já é possível começar tendo apenas um blog ou uma e-commerce.

Caso opte por um negócio na internet é necessário realizar um planejamento que aborde todos os possíveis aspectos positivos e negativos do negócio. Neste sentido realizar uma especialização na área para ter uma base teórica maior seria de muita utilidade.

No caso da prestação de serviços é essencial pensar nos meios do cliente contatar a empresa e como o produto será ofertado, além de estratégias para captar novos clientes.

Quando o negócio escolhido é um do tipo e-commerce, o ideal é tentar estratégias de web marketing, como, SEO, programas de afiliados, produção de conteúdo, etc.. Além de procurar conhecer e estudar a concorrência para assim diferenciar-se dela e agarranhar cada vez mais clientes.

Outro ponto essencial para ter um negócio bem sucedido é traçar metas, já que quando se estipula o objetivo mensal é possível manter um padrão e um ritmo de produtividade durante o mês e se manter estimulado a sempre alcançar esta meta, o que auxilia no crescimento do empreendimento.

E como é conhecido por todos, a disciplina e o comprometimento são essenciais para que o negócio funcione e dê certo. Quando se abre um negócio, você fica livre do “chefe chato”, o que para alguns pode ser um benefício, mas também pode ser o que derruba muitas pessoas, já que o crescimento e a produtividade do negócio depende só de você.

Traçar metas e algumas regras básicas, como os horários em que você irá trabalhar, quais ferramentas, processos e ações são essenciais no dia-a-dia para que o plano de negócio idealizado dê certo. Metas a curto, médio e longo prazo também são essências para que tudo funcione.

Portanto a palavra chave para que tudo dê certo é planejamento , calma e muito estudo para que mesmo com pouca experiência, você consiga analisar o todo e ter menos surpresas ao longo do caminho.

No dia 23 de outubro de 2017, Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae, apontou para a extrema importância de haver mais interação das grandes e médias empresas, com as pequenas e microempresas no Brasil. Segundo a diretora, essa interação tem o poder de ampliar as margens de negócio para os pequenos e grandes empresários, possibilitando ganho para todos, include para a economia do país. A ideia de que mais interação entre as empresas se faz necessária, foi lançada por Menezes três dias antes do 5º Fórum Sebrae de Inovação, que deu início a sequência de atividades da 27ª Conferência Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inovação, considerada o maior evento neste setor na América Latina. Este evento foi realizado no dia 26 de outubro deste ano no Centro de Convenções SulAmérica, localizado no Rio de Janeiro. “Esse fórum dentro do evento da Anprotec é uma parceria importante porque valorizamos nesse ambiente, que reúne incubadoras, parques tecnológicos e gestores, os temas de destaque no ano para os pequenos negócios. E o tema deste ano foi fundamental, porque é um assunto que o Sebrae tem trabalhado fortemente, o apoio ao desenvolvimento de empresas nascentes e de startups, por meio de parcerias com grandes e médias empresas que trazem desafios tecnológicos. Esses desafios podem ser resolvidos por pequenas empresas, por serem mais flexíveis, ágeis e poderem fazer esse processo de inovação de forma mais aberta”, afirmou Heloisa. Em meio ao 5º Fórum Sebrae de Inovação, Heloisa presenciou uma apresentação de 7 startups que trouxeram soluções inovadoras para a gestão pública social. A competição realizada pelo Sebrae junto a MRV, contou com a participação de 42 empresas inscritas, buscando trazer tecnologia e avanços. As empresas tiveram que proporcionar ideias inovadoras para os temas: segurança, sustentabilidade, mobilidade e comunicação. Entre as startups participantes, estava a Asel Tch Tecnologia e Automação Ltda, responsável por um projeto tecnológico em parceria com a USP – Universidade de São Paulo, focado na localização e na solução de rompimentos e vazamentos nas linhas de transportes de fluídos (gás ou líquido). “O nosso objetivo é estimular a inovação e o empreendedorismo que transforma cidades, dentro de uma gestão inteligente, em ambientes mais dinâmicos, com novas vocações e fontes diversas de emprego e renda. A competição também é uma forma de estimular esse ecossistema, além de aproximar as pequenas empresas de base tecnológica com as grandes empresas e investidores”, diz Heloisa.

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No dia 23 de outubro de 2017, Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae, apontou para a extrema importância de haver mais interação das grandes e médias empresas, com as pequenas e microempresas no Brasil. Segundo a diretora, essa interação tem o poder de ampliar as margens de negócio para os pequenos e grandes empresários, possibilitando ganho para todos, include para a economia do país.

A ideia de que mais interação entre as empresas se faz necessária, foi lançada por Menezes três dias antes do 5º Fórum Sebrae de Inovação, que deu início a sequência de atividades da 27ª Conferência Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inovação, considerada o maior evento neste setor na América Latina. Este evento foi realizado no dia 26 de outubro deste ano no Centro de Convenções SulAmérica, localizado no Rio de Janeiro.

“Esse fórum dentro do evento da Anprotec é uma parceria importante porque valorizamos nesse ambiente, que reúne incubadoras, parques tecnológicos e gestores, os temas de destaque no ano para os pequenos negócios. E o tema deste ano foi fundamental, porque é um assunto que o Sebrae tem trabalhado fortemente, o apoio ao desenvolvimento de empresas nascentes e de startups, por meio de parcerias com grandes e médias empresas que trazem desafios tecnológicos. Esses desafios podem ser resolvidos por pequenas empresas, por serem mais flexíveis, ágeis e poderem fazer esse processo de inovação de forma mais aberta”, afirmou Heloisa.

Em meio ao 5º Fórum Sebrae de Inovação, Heloisa presenciou uma apresentação de 7 startups que trouxeram soluções inovadoras para a gestão pública social. A competição realizada pelo Sebrae junto a MRV, contou com a participação de 42 empresas inscritas, buscando trazer tecnologia e avanços. As empresas tiveram que proporcionar ideias inovadoras para os temas: segurança, sustentabilidade, mobilidade e comunicação.

Entre as startups participantes, estava a Asel Tch Tecnologia e Automação Ltda, responsável por um projeto tecnológico em parceria com a USP – Universidade de São Paulo, focado na localização e na solução de rompimentos e vazamentos nas linhas de transportes de fluídos (gás ou líquido).

“O nosso objetivo é estimular a inovação e o empreendedorismo que transforma cidades, dentro de uma gestão inteligente, em ambientes mais dinâmicos, com novas vocações e fontes diversas de emprego e renda. A competição também é uma forma de estimular esse ecossistema, além de aproximar as pequenas empresas de base tecnológica com as grandes empresas e investidores”, diz Heloisa.