Fatores de conteúdo que afetam e não afetam a classificação

Quais fatores de conteúdo influenciam a classificação e quais são inúteis para otimizar. Nunca saberemos como vários fatores de classificação influenciam a saída da página. Mas não deixaremos de oferecer várias recomendações garantidas para ajudar seu site a melhorar para os usuários e para a pesquisa.

Fatores de classificação – A otimização de conteúdo é a base para a economia e promoção de qualquer site. E o que é tão incomum aqui? É o fato de que nem todo o conteúdo funciona e nem toda otimização é eficaz. O que é importante considerar ao otimizar o conteúdo para que a página seja classificada:

Relevância do conteúdo para a intenção do usuário – Compreender a intenção do usuário ajudará a criar o conteúdo certo para atender às expectativas do visitante alvo. Este é o futuro da pesquisa e otimização.

O Google está constantemente trabalhando em algoritmos para processar solicitações de usuários, a fim de entender melhor o que o usuário quer dizer e o que ele quer.

De fato, a conformidade do conteúdo com a intenção do usuário acaba sendo um fator de classificação mais forte do que a qualidade, facilidade de interação, exclusividade, volume e disponibilidade de imagens no texto.

Como aumentar a relevância do conteúdo – Não basta coletar as chaves. É importante entender a qual intenção do usuário eles correspondem. O que o usuário deseja obter inserindo uma consulta em um mecanismo de pesquisa.

Determinamos qual a intenção do usuário inserindo uma solicitação de chave.

Analisamos os resultados da pesquisa para uma consulta principal e determinamos que tipo de conteúdo é classificado entre os 10 principais para essa consulta.

Analisamos chaves adicionais – blocos de problemas, também pesquisamos.

Profundidade do conteúdo – Quanto mais profundo o conteúdo é desenvolvido, mais problemas relacionados ao usuário ele cobre. Existem vários estudos que comprovam que o conteúdo longo (LongRid) é melhor classificado.

No entanto, nem para todos os tópicos e nem para todas as áreas, esse volume de conteúdo é justificado. Ao contrário das recomendações para criar conteúdo longo, tente cobrir o máximo de perguntas possível.

É muito difícil estruturar um conteúdo longo para que o usuário possa digitalizar facilmente texto volumoso. Falamos sobre a qualidade da formatação para escanear em uma publicação separada.

Geração de leads PPC

Qual é a parte mais importante de qualquer negócio? Clientes é claro! Não importa o quão bem o negócio funcione em outros aspectos, sem clientes, não há economia. Mas não importa como os negócios se desenvolvam na rede, a geração de leads ainda permanece um ponto-chave na atração de clientes. Vamos ver como você pode expandir sua base de clientes com Pay Per Click (PPC)!

O PPC é a abordagem certa para você? A publicidade PPC está focada em pagar por cada visitante que acessou o site por meio de publicidade. Isso aumenta a relevância, o tráfego e, como resultado, gera leads. A questão é: você deve usar o PPC para geração de leads quando houver várias outras maneiras que levam menos tempo e não custam nada?

Sem pensar muito, a resposta é sim! Porque? Os leads que você gera com as campanhas Pay Per Click são segmentados e eles já pesquisaram o que você ofereceu na página de destino. Como resultado, esses leads são mais prováveis ​​e mais rápidos de converter em clientes. A alta probabilidade de conversão é a principal razão pela qual os profissionais de marketing na Internet preferem o PPC a outros métodos de geração de leads. E o fato de custar dinheiro não importa mais.

Os muitos benefícios do PPC para geração de leads – Pensando em iniciar uma campanha de PPC para o seu negócio? Talvez essa seleção das vantagens dessa ferramenta o encoraje a tomar uma decisão.

Resultados rápidos – Assim que você implantar a campanha PPC correta, seu site começará imediatamente a atrair tráfego.

Você pode criar e alterar campanhas de acordo com as tendências – O uso de ferramentas modernas de rastreamento de palavras-chave permite que você veja mudanças no mercado e faça as alterações necessárias na campanha em tempo real. Veja o que as pessoas estão procurando e atenda a necessidades específicas.

Fácil de rastrear – Com o PPC, é fácil rastrear o ROI com precisão de um centavo! Você vê para onde vai o seu dinheiro e vê claramente os resultados. Encontrou palavras-chave ruins? Não tem problema, substitua-os!

Atrai as pessoas certas – Como mencionado anteriormente, a maior vantagem da publicidade paga por clique é que ela atrai as pessoas que procuram exatamente o que você oferece. Portanto, é altamente provável que seu produto seja comprado.

Cauda longa na loja online

As lojas online têm uma certa vantagem de economia sobre as que vendem seus produtos offline. Antes de tudo, eles podem oferecer uma faixa muito maior do que um concorrente estacionário. O gerenciamento de uma loja online oferece a opção de ter apenas produtos em oferta e eles não estarão fisicamente no armazém do vendedor. Quando você decide sobre essa estratégia – corre alguns riscos, porque essa política de vendas prolonga o tempo necessário para processar seu pedido e, portanto, reduz a qualidade do serviço ao cliente. As exceções são mercadorias vendidas em formato eletrônico – ebooks, mp3.

Gerenciamento de armazém – Para negócios em uma loja estacionária, é praticamente impossível ter um grande número de produtos de baixa rotação. Os custos envolvidos nesse modelo de negócios são simplesmente muito altos. Os proprietários de lojas estacionárias costumam usar indicadores de rotatividade de mercadorias, que ajudam a determinar qual deve ser o valor de venda de um determinado produto para obter lucro no armazenamento. Os itens com a maior taxa de armazenamento devem ser substituídos por outros com menor custo de armazenamento.

As informações e notícias acima garantem que ter uma cauda longa seria muito caro, ou seja, não muito lucrativo. É um pouco diferente na loja virtual, onde esses produtos são apenas virtualmente ou sua quantidade é insignificante.

Cauda longa na loja online – Vender em uma loja virtual não é diferente daquele que ocorre em outros lugares. Geralmente, a loja online é um intermediário entre o produtor e o cliente final, ou seja, o cliente. Ele incorre no custo de compra da mercadoria, no custo de transporte do fabricante e nos custos associados à manutenção do comércio eletrônico. É óbvio que a loja ganha com as diferenças entre o preço oferecido pelo fornecedor e o que aparece no site. Então, por que não apresentar todos os produtos possíveis que aparecem em uma determinada categoria à sua oferta na Internet?

Na cauda longa, há o problema acima mencionado de peças individuais, que permanecem após os pedidos dos clientes. Para “se livrar” desses produtos, você deve usar vendas combinadas, por exemplo, pacotes. Por venda cruzada, entendemos vender produtos adicionais ao cliente final.

Marketing de entrada

A maioria de nós pertence à geração criada e vivida na companhia de formas clássicas de publicidade, que “gritando” em nossa direção encorajavam a tomar decisões de compras. Somos nós quem trabalha “truques de marketing”, que são seduzidos por todas as técnicas psicológicas de todas as lojas: a partir do supermercado, até os grandes shoppings. Mas também estamos nos tornando cada vez mais conscientes de que “promoção” não precisa ser o que estamos contando, mas apenas um estímulo que deve causar uma reação – a compra de um determinado produto. E-shopping é um pouco mais fácil. Lá você não sente o cheiro do pão, o que nos deixa com fome de uma só vez. Não há espelhos para “emagrecer” e iluminação especial que faz a pele parecer radiante. Pareceria que as compras online e offline são duas rotas de compras completamente diferentes. Eles são conectados pelo cliente – como devem ser atendidos. Mas a verdade é que eles são governados por leis e completamente diferentes.

O que estamos acostumados, ou seja, vários tipos de publicidade, notícias, outdoors, folhetos, além de spam, nada mais são do que elementos de marketing de distração, que hoje em dia geralmente têm o efeito oposto ao esperado no mundo dos negócios. É simplesmente tratado como lixo, como algo que perturba e deve ser combatido. Todas essas formas foram forçadas ao nosso espaço. E paramos de responder a eles. Folhetos, empurrados para as ruas diretamente em nossas mãos, depois de um tempo pousam na cesta. Todas as ofertas de publicidade que chegam às nossas caixas de correio são enviadas para spam, que só vemos quando um e-mail é perdido. E os outdoors? Além do fato de que frequentemente fazem quadrinhos heterogêneos do espaço urbano, eles simplesmente se tornaram um pano de fundo ao qual quase ninguém presta atenção. O mesmo acontece com banners em sites. Então você pode fazer a pergunta: como anunciar e gerar mais economia? Como fazer com que o cliente apareça na porta da sua loja / e-store, segurando um punhado de dinheiro que ele quer gastar na sua casa? E aqui o Inbound Marketing acaba sendo útil.

O principal objetivo do Inbound Marketing é que os clientes em potencial encontrem a marca, o que inicia a mensagem publicitária em si. Aqui, desenvolver a conscientização da marca e criar relacionamentos de longo prazo com os clientes é muito mais importante.

Merchandising em e-commerce

Andando pelas ruas de shopping centers, grandes lojas compostas por centenas e às vezes milhares de negócios menores, muitas vezes nem percebemos o quanto somos manipulados por especialistas em marketing. A facilidade com que somos tentados por promoções, banners, notícias e outros gadgets promocionais é incrível. Os comerciantes – pessoas que sabem como tocar nossas emoções e nos convencer a comprar – são responsáveis ​​por todo o cenário da publicidade e pela maneira como os produtos são dispostos nas prateleiras das lojas.

Existem lojas cujos sites podem atrair clientes como um ímã. Por que isso está acontecendo? Porque haverá pessoas que podem preparar adequadamente uma oferta de economia online. Eles também são comerciantes, apenas que são colocados em prateleiras virtuais. A mágica desse tipo de exposição não está no software, mas na ideia. Mesmo em uma loja comum, pode fazer maravilhas se tivermos um pouco de tempo e um orçamento pequeno.

Por que merchandising – Se procurarmos a definição da palavra “merchandising”, encontraremos duas explicações. No primeiro caso, essa palavra abrange todo um grupo de mercadorias que promove, por exemplo, uma banda, um filme, um jogo. Estamos falando de camisetas, gadgets, pôsteres etc. Você pode comprá-los em shows ou lojas online. Este comerciante é comprado ansiosamente pelos fãs. No entanto, do ponto de vista de marketing, o conceito de merchandising oculta uma série de atividades que afetam o comportamento dos compradores no ponto de venda.

Eles devem convencer o cliente a comprar, conscientizá-lo de que o produto visualizado é o que ele precisa e atenderá a todas as suas expectativas. Esse conceito é frequentemente associado ao modelo AIDA conhecido no marketing, ou seja, Atenção – Interesse – Desejo – Ação. O objetivo é chamar a atenção do comprador, despertar seu interesse e desejo e, finalmente, fazer a compra. Por que isso é tão importante? Pense que, sem uma exibição adequada, você não venderá seus produtos. E se você investir dinheiro em marketing, banners em sites, adwords, ao entrar na sua loja, o cliente não verá nada que chame a atenção e faça com que ele queira comprar algo de você.

Meméticos em e-commerce

Todo empresário, independentemente de vender ou oferecer um serviço, quer que os clientes o procurem. Em um mercado enorme, cheio de concorrência e vários obstáculos, é difícil se destacar. Além do preço, que geralmente tem o maior impacto na escolha do produto, também há qualidade – ele pode convencer o cliente apenas para você. No entanto, a qualidade é um conceito muito relativo e cada cliente a dimensionará de uma maneira diferente. Para alguns, a qualidade estará associada a economia, para outros ao que chamamos de dissonância após as compras, ou seja, nossos sentimentos após o recebimento do produto. Essa dissonância descreve as emoções do comprador. Antes de tudo, determina se ele está satisfeito com a compra e se o produto cumpriu sua promessa.

Os empresários, incluindo negócios virtuais, esquecem uma coisa importante: preço baixo, notícias e publicidade nem sempre garantem sucesso. Às vezes, um produto mais barato e anunciado perde com o mais caro ou com o serviço que possui uma característica única – o desejo de possuir.

Efeito dominó – É assim que o desejo de possuir funciona. Como o cliente aspira estar em um determinado grupo, ele fará tudo o que estiver ao seu alcance para pertencer a esse grupo. É assim que a mágica da Apple funciona, entre outros. O desejo de pertencer a um grupo resulta de nossas necessidades e traços de personalidade. Somos “influenciados” por outros, especialmente quando estamos em um grupo que usa um determinado produto ou serviço diariamente. Isso cria necessidades que podem ser atendidas como por exemplo, uma loja virtual. Criar necessidades naturais do meio ambiente é mais eficaz do que muitos comerciais. É mais visível em grupos suscetíveis à influência (por exemplo, entre adolescentes).

Os fabricantes sabem há muito tempo que a modificação do dispositivo cria individualidade. A Apple adora fones de ouvido brancos e caixas de alumínio. O Beats by Dre é caracterizado pela elegância e baixo único, o que aparentemente nos dá a oportunidade de ouvir música como nenhum outro equipamento. Dessa forma, os clientes ‘estimulam’ todos os dias e desejam possuir o equipamento dos seus sonhos. Todo produtor e vendedor sonha em criar moda para seus produtos ou serviços, graças ao qual o número de seus clientes aumentará muitas vezes. Resta encontrar uma visita a uma pergunta: “Como convencer outras pessoas?”

Os salários mais altos de Hollywood

Sem dúvida, os atores americanos de Hollywood são os mais ricos do mundo, e aqueles que também mais faturam com a bilheteria nos cinemas, campanhas publicitárias e venda de produtos como um todo onde levem o seu nome, que se tornou uma verdadeira grife. De tal forma, uma das notícias da revista Forbes lançou a lista dos atores que mais faturaram no ano, que iria de agosto de 2017 até agosto de 2018. E o mais surpreendente é que essa listagem não se prende unicamente aos Estados Unidos, como pode ser vista abaixo:

  1. George Clooney – U$ 239 milhões
  1. Dwayne Johson– U$ 224 milhões
  2. Robert Downey Jr. – U$ 81 milhões
  3. Chris Hemsworth – U$ 64,5 milhões
  4. Jackie Chan – U$ 45,5 milhões
  5. Will Smith – U$ 42 milhões
  6. Adam Sandler – U$ 39,5 milhões
  7. Akshay Kumar – U$ 40,5 milhões
  8. Salman Khan – U$ 38,5 milhões
  9. Chris Evans – U$ 34 milhões

O galã George Clooney conseguiu liderar essa lista, de acordo com a Forbes, como o ator com melhor remuneração de ano graças a venda de sua empresa de bebida Casamigos à Diageo, em que ela sozinha o garantiu uma bagatela de U$233 milhões de dólares, fazendo o pular na lista dos mais bem pagos e ficar com quase o dobro de lucro do segundo candidato, Dwayne Johnson.

O impressionante desse ranking é que os “últimos candidatos”, que não fazem parte do mercado americano de cinematografia, são Hindus, ou seja, fazem parte da Índia, que apresenta o maior mercado produtor de filmes do mundo, Bollywood, são eles: Akshay Kumar e Salman Khan.

Ao fazer uma comparação direta com a listagem das mulheres mais bem pagas do mundo, é possível enxergar uma grande discrepância, a ponto de que o total acumulado pelos atores foi de 748,5 milhões de dólares, enquanto que as atrizes tiveram um rendimento total de “apenas” 186 milhões de dólares, que de acordo com especialistas do setor de entretenimento esse valor é tão diferente pelo fato das mulheres não terem filmes com uma certa continuidade, elas não tem a tendência de fazer filmes franquias com várias edições.

Empiricus orienta investidor a sempre tomar as rédeas do próprio portfólio

Há vezes em que a dúvida nos assola aqui na Empiricus: não sabemos se vamos ou se ficamos; se confirmamos ou negamos; se retemos ou deixamos ir. Dúvidas, enfim, qual de nós não as tem?

Setembro começou meio lusco-fusco, como que anunciando uma transição daquelas crepusculares, quando a tarde deixa de ser dia para virar noite. Na bolsa, o que parecia decolar deu meia volta. Os investidores fizeram opção por ativos do tipo “value”, deixando de lado aqueles com pegada mais “growth”. Fora bancos e commodities, o restante ficou no vermelho.

Como explicar sem tropeçar nos argumentos? Na Empiricus, nós tentamos! Uma hipótese está ligada à expectativa de que a economia esteja prestes a ser catalisada por meio de movimentos fiscais, o que favoreceria exatamente bancos e commodities.

Outra possibilidade aventada para justificar a mudança dos ventos especula sobre notícias veiculadas a respeito da WeWork. Segundo dizem, a empresa deve ter valuation divulgado em nível sensivelmente abaixo do imaginado inicialmente, o que teria acabado por contaminar com pessimismo papeis de perfil semelhante.

Recentemente, como a Empiricus chegou a antecipar que provavelmente aconteceria, o Banco Central Europeu – BCE jogou para baixo sua taxa de juro, reduzindo-a em dez pontos-base. Fez isso ao mesmo tempo em que retomou um antigo programa destinado à recompra de vinte bilhões de euros por mês.

Apesar de a atitude do BCE ter sido considerada pouco agressiva em relação ao que a expectativa majoritária antevia, o movimento antecipou o que viria a ser feito por outros bancos centrais pelo mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Federal Reserve deve reduzir a taxa de juro em vinte e cinco pontos; espera-se mexida semelhante no Japão e também na Inglaterra.

Diante do cenário que está montado, o que nós, pessoas físicas, devemos fazer? A rigor, ninguém sabe exatamente como agir. Na Empiricus, insistimos sempre em dizer que não saber como agir é bem diferente de não agir! Em outras palavras, nenhum de nós pode se escorar no fato de que não consegue projetar o futuro com precisão cirúrgica para deixar de tomar as rédeas do próprio portfólio e direcioná-lo segundo o racional que lhe pareça mais adequado.

E também preciso lhe dizer, com o máximo de sinceridade, que as coisas serão assim mesmo daqui para a frente, quero dizer, as coisas ao nosso redor ficarão cada vez mais complexas e crescerão em opacidade, mesmo para o observador mais arguto, capacitado e iniciado nas idiossincrasias do mercado.

Isso vale para você que me lê agora… e para nós, analistas de mercado, da Empiricus e das demais casas de análise, também. Não nos superestime, por favor e para seu bem!

Estamos juntos nessa empreitada de descortinar o que vem adiante. Repito (de novo!) que o fato de o futuro insistir em permanecer onde sempre esteve (no futuro, é claro) joga um bocado de dificuldade nessa tarefa. Mas minha juvenil e incansável curiosidade não me permite deixar de tentar desvendá-lo. Prometo que conto tudo que vier a descobrir.

Allons au futur!!

Crise no comércio eletrônico

Os relacionamentos mútuos entre o vendedor e o cliente que ocorrem no comércio eletrônico podem ser comparados a um casamento perfeito. Nesse relacionamento utópico, tudo sempre vai bem, ambas as partes ficarão satisfeitas com a transação, ficarão satisfeitas com o preço, a data de entrega etc. Em 99% dos casos, o cliente se depara com uma compra bem-sucedida, que não só não causou problemas durante o pedido, mas também na hora de uso. Queremos esses clientes e estamos “procurando” esses. Fazemos de tudo para satisfazer o comprador, vender-lhe algo mais do que apenas o produto e mostrar que escolher a nossa loja foi a decisão certa.

Infelizmente, até as melhores lojas podem sofrer crises. São causadas por vários fatores: podem ser de origem externa ou interna.

Qual é a crise? Existem muitas definições dessa palavra. A crise se origina do grego “krisis” e significa: escolha, tomada de decisão, uma luta na qual é necessário agir sob pressão do tempo. A literatura sobre gerenciamento de crises geralmente fala sobre um evento inesperado ou uma série de eventos que podem representar uma ameaça significativa à posição e estabilidade da organização à qual se relacionam.

Você pode se preparar para uma crise, antecipá-la e tentar protegê-la. Obviamente, não preveremos o futuro, mas no comércio é muito fácil prever determinados cenários. Esse setor é guiado por suas leis e notícias, cuja conformidade nos permitirá proteger-nos contra um grande número de eventos indesejados. É possível prever com antecedência o interesse em fazer compras no período pré-natal ou durante a grande estreia. As vendas podem sobrecarregar nossos servidores, e entregar um pacote imediatamente antes da véspera de Natal pode ser problemático. Em várias lojas amigas, os proprietários decidiram preparar uma lista dos problemas mais comuns e maneiras de resolvê-los. Graças a essa solução, quando, por exemplo, uma empresa de courier não coleta nossas encomendas, preparamos um caminho de resposta de “backup”, cuja implementação pode ser mais cara, mas nos protege contra opiniões ou reclamações negativas. No entanto, se combinarmos os custos incorridos com a perda de clientes ou imagem, eles parecerão desprezíveis. Infelizmente, cada situação deve ser considerada individualmente.

Cortes orçamentários recentes afetam o futuro de pesquisas científicas no Brasil

O Brasil é um dos países entre muitos que fazem expedições científicas na Antártida. Segundo a agenda de expedições 2019/2020 da 38ª Operação Antártica, também conhecida como Operantar XXXVI, o país deverá seguir com as expedições de pesquisa que já vem ocorrendo desde 1982. Mas, devido aos recentes cortes de gastos realizado pelo governo brasileiro, o futuro das expedições está ameaçado e o cumprimeto desta agenda pode não correr no verão austral durante este período.

As notícias sobre este possível descumprimento da agenda de pesquisa na Antártida foram divulgadas em outubro de 2019 após os cortes orçamentários determinados pelo atual governo federal. Não só o futuro das pesquisas no continente gelado, mas também outras pesquisas e estudos científicos realizados no país são afetados com o contingenciamento orçamentário determinado atualmente.

Diversos pesquisadores e estudantes detentores de bolsa de estudo deixarão de estar presentes na Operantar XXXVI, onde nesta 38ª edição seria inaugurada novas instalações junto a EACF (Estação Antártica Comandante Ferraz), que o Brasil tem de mais moderno em termos de instalação no continente gelado. Os projetos e pesquisas podem ser paralisados e a nova estação e instalações devem ficar sem atividades até que a verba, estudantes e pesquisadores possam retornar conforme o programado.

A Antártida é um dos lugares mais afastados e de difícil acesso em todo o mundo. Uma área extremamente grande com mais de 14 milhões de quilômetros quadrados de gelo. Esse território todo é equivalente a 50% a mais o tamanho do Brasil. A Antártida apresenta temperaturas extremamente baixas e relevantes para a proliferação de vida adaptada a este tipo de ambiente, chegando a registrar temperaturas abaixo de 89ºC e ventos que atingem mais de 300 km/h.

Por isso as verbas destinadas a investimentos em infraestrutura voltado para as pesquisas científicas realizadas na Antártida são fundamentais. Seria impossível tentar prosseguir com pesquisas neste território sem recursos como acontece em outras pesquisas no Brasil.

As pesquisas na Antártida são importantes para observar e desenvolver medicamentos e substâncias bioativas com base na vida biológica e condições extremas de sobrevivência neste território. “Por mais de uma década de pesquisa o grupo formado por estudantes e profissionais já descobriram diversas espécies de vida na região capaz de fornecer substâncias antimicrobianas, antivirais e tripanossomicidas. Duas das substâncias descobertas são utilizadas no combate a dengue e doença de Chagas. Também são feitas descobertas importantes em outras áreas como na agricultura e na indústria de alimentos”, diz um dos membros da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Luiz Henrique Rosa.