Empreendedorismo nos negócios, como ganhar empreendendo num mercado concorrido

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O primeiro passo para sua ideia crescer e poder assim usufruir dela, é ter um bom foco em suas intensões. O planejamento é algo fundamental para que seu propósito passe por um caminho sustentável e assim você possa ter uma base ao que vem a seguir.

Grande maioria dos que estão no topo, um dia batalharam e insistiram muito em suas ideias, porque você não poderia também? O fato é que a oportunidade está presente, mas o que realmente importa é se irás insistir e correr atrás dela. Não se abalar por tropeços que vier a dar ao longo do caminho também ajuda a não desanimar a acabar arruinando seus planos, aliás, cair faz parte, e claro, sempre se deve manter o foco.

Vale ressaltar que se pode passar por mementos ruins em seus negócios, mas o importante é seguir em frente e principalmente saber lidar com o fato. Você pode sim vir a se tornar um empreendedor, aqui estão mais algumas dicas de como se tornar um em um mercado saturado.

A persistência e a calma devem ser mantidas e seguidas a risco, como deixa claro o empresário Vagner Lefort, da Long Jump, que em uma entrevista diz: “Nunca se deve tomar uma decisão nervoso. Tomar a decisão com o coração, com a emoção, não é bom. É preciso decidir com a razão”.

A empresa gaúcha TAG, em uma entrevista também da dicas para quem está começando ou pensando em começar um negócio: “De maneira geral, acreditamos que para empreender é necessário ter a consciência de que o trabalho é duríssimo. Não existe nada de glamour no dia-a-dia, como muita gente pensa. Tem que ter atitude e correr atrás das coisas, tem que criar tudo, botar a mão na massa. A execução é constante, e é fundamental que toda a equipe de um novo empreendimento tenha consciência e saiba lidar com isso.”

Com isso, precisa-se gostar do que faz, ter muito empenho, não pensar apenas no lucro que terá, e que gostar do que está fazendo.

 

Empreendedorismo online pode ser vantajoso

Ao iniciar uma atividade online o empreendedor pode contar com vantagens que facilitam o seu trabalho e o andamento do negócio. Quanto mais facilidades fizerem parte da rotina de trabalho mais chances existirão de ser bem-sucedido, no entanto, é essencial ter em mente que os desafios existem tanto em uma atividade online como offline.

O investimento inicial de um negócio online tem um custo reduzido, o que estimula potencialmente o empreendedorismo. Os custos para manter um estabelecimento comercial exigem um investimento relativamente maior, desse modo, abrir um negócio online pelas menores exigências econômicas se torna um atrativo. A escalabilidade torna-se mais ampla, o que gera mais chances de alcançar um público-alvo diversificado, podendo atingir regiões distantes dando vantagens para uma divulgação maior do que um negócio físico que é aberto em apenas um lugar, além disso, o gerenciamento de uma equipe é menos complexo.

A gerência de pessoas pode estar mais focada, uma vez que os colaboradores se encontram no mesmo local é mais fácil aproveitar o tempo de trabalho com tarefas que podem ser agregadas. Como o meio digital é dinâmico é necessário que a equipe seja ágil para responder às mudanças que podem acontecer.

A inovação em um negócio digital é a palavra chave para acompanhar as novas tendências que surgem no mercado. Será necessário ser rápido para absorver as novidades que aparecem nesse cenário e assim usá-las da melhor forma para trazer soluções eficientes e potencializar os resultados da empresa.

Fazer uma análise da descrição do produto é outro ponto que precisa ser levado em consideração. Quando um produto ou um serviço está sendo disponibilizado no mundo digital é necessário deixar claro para o consumidor quais as utilidades que ele tem. Quanto mais claras e transparentes estiverem as informações, mais certeza o cliente terá de que está adquirindo o que está procurando, evitando assim futuros transtornos. A descrição do produto será a apresentação que o cliente terá do que procura, por isso deve muito bem desenvolvida, afinal o cliente não pode tocar nem experimentar o que é oferecido através da internet, por isso, garantir um

Um cardápio variado de produtos e de serviços para quem vive em grandes cidades

Quando se fala de metrópoles ou de grandes cidades é comum a muitas pessoas associá-las a desafios e situações que geralmente acometem os grandes centros urbanos.

Dificuldades no trânsito, correria, vida noturna intensa são apenas algumas das imagens que costumam caracterizá-las.

Entretanto, mesmo tendo de lidar com situações muitas vezes adversas, as grandes cidades mantêm especificidades que faz com que pareçam ter uma maior oferta de serviços e também de oportunidades do que as pequenas cidades.

Pois, em geral, é nas localidades de maiores aglomerações populacionais que as coisas primeiramente acontecem, onde as novas tendências das diferentes áreas dos negócios e do empreendedorismo costumam ser lançadas.

Dessa maneira, é possível encontrar nesses centros urbanos uma enorme variedade de produtos e serviços sendo comercializados e procurados.

E não se sabe bem ao certo, se por falta de espaço, de tempo ou se por comodidade mesmo, são muitos os habitantes das grandes cidades que frequentemente recorrem a tais serviços.

Em metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, podemos encontrar tanto serviços de lavanderia tradicional- lava-passa e entrega domiciliar – como serviços de lavanderia mais modernos, como os serviços de lavagem self service.

Outro tipo de serviço, que já há alguns anos passou a ser oferecido em estabelecimentos dos grandes centros, foi o serviço de cochilos personalizados.

Também já se pode contar com estabelecimentos voltados ao atendimento de ciclistas urbanos e em alguns desses estabelecimentos, além dos serviços de estacionamento e concerto de bicicletas, também são oferecidos serviços de restaurantes e até de banho.

Fora esses, ainda existe uma enorme lista com variadas ofertas de serviços prontos para atender as demandas de diferentes tipos de consumidores.

No momento, o que está muito em uso são os serviços de compartilhamento ou coworking – através dos quais praticamente qualquer serviço ou produto pode ser compartilhado.

Há coworking para quem precisa de algum espaço de escritório, para quem pretende cozinhar e comercializar comidas e até de estúdio, para quem precisa criar.

Dá pra se ver através disso que com o passar dos tempos diversos serviços estão se inovando e se tornando cada vez mais dinâmicos.

 

Após ser demitido, gerente abre o seu próprio negócio com a rescisão

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Ter sido demitido foi o melhor que aconteceu na vida de Luís Belentani. O gerente comercial perdeu o emprego de uma grande empresa no ramo de saúde, mas com a rescisão e a venda de uma moto, ele abriu a “Tia Sô Minidelícias”, rede de salgados em São José do Rio Preto.

Coxinhas, quibes, bolinhos de queijo e churros, tudo em miniatura e com uma grande produção que já atingiu 500 mil unidades por dia. Segundo o empresário, a receita é de sua esposa e sócia, Solange Ferrari Belentani, 58. O filho do casal, Luís Matheus, 30, faz parte da diretoria e ajuda a expandir as lojas.

Em menos de dois anos após a demissão, Luís Belentani conseguiu transformar a empresa em franquia, tendo 41 lojas espalhadas entre São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. São 186 funcionários (sendo 150 em lojas franqueadas) e com faturamento de R$ 3,5 milhões só no ano passado.

Preços variam entre R$ 3 a R$ 42

Tem para todos os gostos: coxinha de carne, frango, calabresa, legumes (feito com massa integral), pizza e palmito. O minichurro é recheado de morango, chocolate, goiabada, doce de leite, abóbora com coco e maracujá.

Um copo de 15 unidades custa entre R$ 3 a R$ 3,50, 40 unidades entre R$ 7 a R$ 8, e caixas com 90 e 300 unidades custam a partir de R$ 14 e R$ 42, respectivamente.

Quanto custa para abrir uma franquia?

Uma franquia pode ser pequena, mas para abrir uma rede como a do empresário Luís Belentani, vale a pena conferir os dados fornecidos pela sua empresa:

  • Investimento inicial: a partir de R$ 60 mil, o que inclui capital de giro, custo de instalação e taxa de franquia;
  • Faturamento médio mensal: a partir de R$ 20 mil;
  • Lucro médio mensal: a partir de R$ 5.000, que equivale a 25% do faturamento;
  • Retorno do investimento: em até 1 ano.

É possível começar um negócio com pouco dinheiro?

O universo do empreendedorismo está lotado de ideias inovadoras, o grande desafio é conseguir tirá-las do imaginário e colocá-las em prática. O maior impedimento para realizá-las é a falta de dinheiro e embora não seja impossível abrir um negócio com pouquíssimo dinheiro, é muito difícil.

De acordo com especialistas da área, é possível abrir um negócio com uma quantia reduzida, mas as opções acabam sendo restritas. Mas empreendimentos que tendem a ser mais difíceis de entrar acabam tendo uma possibilidade maior de crescimento, já quando é muito “fácil” entrar no mercado, existem mais concorrentes.

Uma quantidade limitada de recursos financeiros pode ser uma boa oportunidade, para surgirem ideias inovadoras e criativas, mas mesmo assim é necessário seguir alguns passos para começar um negócio do zero com pouco dinheiro.

Uma das primeiras ações a se tomar é a preparação para empreender, antes de embarcar em uma ideia e se jogar de cabeça é necessário verificar se terá condições de se manter financeiramente antes que o negócio dê o retorno do investimento inicial e comece a gerar lucro. Além disso é necessário realizar um estudo detalhado sobre a área, seus concorrentes e seus déficits, pois para se destacar é necessário ter um diferencial.

Uma das grandes sacadas para não perder dinheiro e ainda economizar é tentar vende-la para alguém e atrair investidores que tenham a quantia necessária, por isso a necessidade de ser uma ideia com diferencial e um potencial lucrativo.

Caso tenha dificuldade em encontrar um capital, é possível que o negócio não seja exatamente o que você idealizou e é bom repensá-lo. É necessário salientar que para que o empreendedor não vire um empregado do investidor existam regras claras quanta a participação nos lucros e na empresa ao selar o acordo.

É essencial ter uma boa rede de contatos e utiliza-la quando necessário, já que eles poderão auxiliar a encontrar parceiros, novas oportunidades, além de promover o negócio/produto utilizando o boca-a-boca e indicações, construindo uma boa reputação, essencial para atrair novos clientes.

Saber aproveitar as oportunidades e adaptar o negócio a diversas situações é necessário um empreendimento bem sucedido. E por fim é necessário ter um plano de ação, definir metas, procurar aprender cada vez mais e elaborar um plano financeiro, além de um estudo de mercado.

Como já foi dito antes, não é impossível iniciar um empreendimento com nenhum dinheiro ou com um baixo orçamento, mas é necessária uma boa ideia e um estudo de mercado, para estudar o ramo escolhido e visualizar as carências, para assim criar um bom negócio e assim fazer sucesso com investidores e com o público.

Amigas e negócios: uma mistura pode dar certo

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Com o desemprego mantendo-se em altas taxas, o trabalho informal tende a crescer no Brasil. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o trabalho informal já ultrapassa a casa dos 10 milhões de pessoas na modalidade.

Outra consequência dos altos índices de desemprego é o aumento no número de empreendedores, mas formalizados. O número de Micro Empreendedores Individuais (MEI) no Brasil cresceu em 2016, 9,7% em relação ao ano passado, de acordo com a Boa Vista SCPC, empresa especializada em informações de crédito.

Sendo assim, vão se delineando novos perfis de trabalho, sempre orientados pela livre iniciativa. É o que constatou estudo feita pelo Harvard Business Review, que apontou que trabalhar com amigos pode aumentar a produtividade. Embora conhecer melhor o colega de trabalho ajude a estreitar laços de confiança, por outro pode gerar distrações, já que é mais provável que os momentos de socialização se prolonguem além do que deveriam.

Para profissionais de coaching, uma parceria de trabalho entre amigos deve ser criteriosa, e separar muito bem o que é pessoal do que vem a ser trabalho. Misturar as coisas pode ser perigoso e comprometer o bom andamento dos negócios.

Quando a coisa caminha, o sucesso não demora a aparecer, como é o caso do Canal Depois das 11, no Youtube. A parceria entre as amigas Thalita Meneghim e a Gabie Fernandes fez com que o canal batesse a marca de 2.263.211 assinantes.

A iniciativa é um ótimo exemplo de que, quando há entrosamento e as funções são bem definidas, as coisas caminham melhor do que o planejado. Para os vídeos que vão ao ar, Gabie é a responsável pelos roteiros e Thalita pela edição.

Tudo deu tão certo que hoje as youtubers já estão até em turnê pelo Brasil, com a peça teatral Tudo Bacana, que está com ingressos esgotados em 18 cidades brasileiras.

Claro que diante de tal crescimento, aumentam as responsabilidades. A própria Thalita diz que, agora, tudo toma proporções maiores e elas estão cada vez mais cientes de que, mais do que estrelas, elas precisam ser chefes de um empreendimento de sucesso, o que implica tomar decisões nem sempre fáceis.

Mercado da beleza para os novos empreendedores

Recentemente, a AVEC divulgou dados que colocam os paulistas como os brasileiros que mais gastam dinheiro em salões de beleza. Segundo a AVEC, o gasto médio de cada paulista em uma única visita ao salão de beleza costuma ser de 97 reais. Essa é uma ótima notícia para todos os empreendedores brasileiros que queiram atuar nesse mercado.

O segundo lugar ficou para os mineiros, com gasto médio em torno de 90 reais a cada visita. Isso só reforça a ideia de que o mercado da beleza continua crescendo e ganhando espaço entre os brasileiros. No levantamento feito pela AVEC, eles ainda conseguiram criar um ranking das cidades que mais registram idas ao salão de beleza: Minas Gerais, com 8,46 visitas por semana, Rio Grande do Sul, com 8,76, Santa Catarina, com 8,7, Rio de Janeiro, com 8,58, Paraná com 8,52, e finalmente São Paulo, com 8,46 visitas semanais aos salões de beleza.

Para quem quer se aventurar nesse mercado é preciso conhecer os gostos do seu público alvo naquela região, e investir em produtos e serviços que serão procurados por eles. Atualmente os salões de beleza oferecem diversos serviços e produtos, que vão desde um simples corte de cabelo, até um dia completo de spa. No caso dos paulistas, a cidade é a que mais registra gastos com salão de beleza, mas não é a que mais registra idas ao salão. O que significa que os paulistas estão mais dispostos a gastar mais em serviços e produtos que atendam às suas necessidades.

Essa é uma observação importante a se fazer, nem sempre o produto ou serviço mais barato consegue ser tão procurado. Por isso, se você quer empreender nesse mercado, pense em oferecer um ótimo produto ou serviço, e cobre de uma forma justa por ele. A qualidade faz a diferença na hora de fidelizar clientes, isso faz com que eles chamem outros clientes para o estabelecimento.

Engana-se quem pensa que precisa de grandes investimentos para atuar nesse mercado. Algo muito comum hoje em dia, são os salões de beleza que funcionam em um espaço da casa do proprietário ou até mesmo na garagem. Isso economiza dinheiro com aluguel e com deslocamento do empreendedor até o seu negócio. Com apenas alguns equipamentos indispensáveis, como, secador de cabelo, escovas, cadeira própria para salão, tesouras e produtos de cabelo, é possível começar a atender alguns clientes.

Além disso, ainda existe a opção de atender no local que o cliente desejar. Essa ainda é uma modalidade pouco explorada nas cidades, mas que pode dar muito certo. Nem sempre as pessoas têm tempo para ir até o salão de beleza, por isso o empreendedor pode levar um kit com os equipamentos e produtos necessários até seu cliente.

Veja também – 15 ideias de negócio para montar em casa

 

Levantamento de 2016 traz as cinco tendências do varejo online até 2021

em outubro do ano passado, 2016, os próximos anos seriam bons para os que resolvessem intervir no comércio digital, com “boas perspectivas e oportunidades de negócio”. Com essa pesquisa, teve-se a previsão de que as vendas realizadas por meio da internet dobrariam até o ano de 2021, crescendo assim, em média, 12,4% ao ano.

Era também afirmável, a partir desta, que, dentro de cinco anos, a partir do ano passado, o impacto da web no varejo teria aumentado em mais de 70%, atingindo então o marco de 42% de todas as vendas realizadas. Porcentagem essa que, mesmo ao desconsiderarmos o comércio de alimentos e bebidas, já representaria cerca de R$ 365 bilhões.

Desse modo, faz-se válido pontuar aquelas que seriam assim, para os próximos anos do varejo digital, as cinco maiores tendências.

E logo de primeira, pode ser citado o aumento no número de consumidores. No caso, a previsão específica era de que, em cinco anos, a partir de 2016, teríamos mais 27 milhões de pessoas realizando sua primeira compra pela internet. Com esse número a mais, teríamos então um total de 67,4 milhões de consumidores online, comumente chamados de “e-shoppers”. O número representará 44% do total de internautas.

A segunda tendência era em relação aos setores que serão os mais promissores, posto que a avaliação considerou, ao todo, quatorze categorias do varejo, a exemplo das categorias de roupas e de móveis; ou das categorias de cosméticos, televisores e de computadores; além das categoria de livros, eletroportáteis, artigos e roupas esportivas; e até mesmo das categorias de periféricos e alimentos e bebidas. Assim, dentre essas categorias todas, algumas deverão crescer acima da média, nesses próximos anos, como as de artigos e roupas esportivas, com 17%; livros, com também 17%; e a categoria de roupas e beleza, com 15%.

Em terceiro, tínhamos o fato de que o comércio mobile tem ficado cada vez relevante, não à toa que, em 2016, já representavam 30% do total de internautas, aqueles que só poderiam ser atingidos pelo mobile, ou seja, aqueles que não usavam de outros dispositivos para acessarem a internet. E desde o final do ano passado, 2016, que 19% das vendas de e-commerce já iriam ocorrer por meio desses dispositivos, assim movimentando cerca de R$ 9 bilhões. Sendo então previsto, para 2021, que passaria para os 41%, a participação da categoria, pulando-se, consequentemente, para a quantia de R$ 35 bilhões movimentada nesse segmento.

Depois, em quarto, teve-se a descoberta do estudo sobre o fato dos clientes brasileiros que estão envolvidos em todos os canais das marcas, que envolvem tanto aplicativo quanto espaço físico e site, gastarem assim 40% a mais do que aqueles consumidores limitados ao uso de apenas um desses canais, em 2016. Desse modo, tínhamos aí uma tendência forte, indicando maiores investimentos na construção de iniciativas que fossem voltadas para consumidores desse tipo que consumia 40% a mais.

Por fim, a quinta tendência falava dos motivos para que houvesse esse previsto aumento das vendas online. O levantamento indicava então uma maior confiança do consumidor, além de um possível retorno do chamado “consumo das famílias”, além da ascensão daqueles site onde várias empresas podem vender ser respectivos produtos, comumente chamados de “marketplaces”. E também, é claro, havia o motivo de que simplesmente haveriam, com o passar dos anos, mais consumidores ativos.

 

Rede de lojas Daiso vem crescendo no Brasil

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A Daiso que é uma rede japonesa, vem crescendo a cada ano, mantendo o seu foco na venda de mercadorias com preços baixos, apresentando um catálogo completo com itens superficiais e que vem aumentando o seu crescimento no Brasil e em outros países do mundo. Para o ano de 2017 no país, a previsão é inaugurar vinte novas lojas, sendo que cinco delas, já estão em funcionamento.

Em março, foi inaugurada uma loja em um dos shoppings mais luxuosos do Brasil, na cidade de São Paulo, o Cidade Jardim, onde uma banda tocava uma canção japonesa e podia ser ouvida por toda a loja.

Cheio de orgulho, o diretor-presidente no país da Daiso, o japonês Keisuke Ono, entoava alto o refrão durante a inauguração, mostrando toda a alegria pela nova unidade brasileira, declarando a dificuldade do caminho percorrido até então, falando em português, já que reside no país há quinze anos.

Reginaldo Gonçalves, gerente geral da rede, estava ao lado cantando a mesma música, sendo acompanhado pelos funcionários, o que se repete em cada inauguração.

Hoje a empresa já conta com 300 funcionários no país, em 23 lojas, tendo sua primeira loja inaugurada em 2012.

Essa loja no shopping paulista, devido ao seu tamanho menor com cerca de 260 metros quadrados, acaba destoando das demais lojas da rede, apresentando prateleiras feitas de madeira e lâmpadas de LED, além de mercadorias exclusivas.

Apesar dessa diferença, ela apresenta como nos outros espaços, gôndolas com diversos produtos pequenos de diversas cores e preços variando de 7,99 a 49,90 reais.

Keisuke Ono comentou que essa loja servirá de modelo para as outras que a companhia deseja abrir, sendo que a meta da empresa é inaugurar  dez lojas por ano , até 2020.

Depois de atuar como presidente de companhias japonesas aqui no país, ele aceitou o convite para iniciar no Brasil, o desafio de vender para brasileiros, produtos japoneses com preços acessíveis.

Fazendo uma pesquisa detalhada, ele acabou decidindo abrir a primeira loja da Daiso na rua Direita, localizada no caos do centro de São Paulo, com um orçamento bem baixo. Além dele, somente uma secretária fazia parte deste desafio e que permanece até hoje na companhia.

Falando perfeitamente o japonês e com grande habilidade comercial, Reginaldo que viveu vinte anos no Japão e foi o terceiro empregado da loja, passando depois de três meses, a exercer o cargo de gerente geral.

No ano de 2013, contando com um quadro de funcionários um pouco maior, a Daiso passou por dificuldades quando a loja foi saqueada, depois de depredada, no primeiro grande protesto da cidade em 2013.

Com o pequeno recurso que sobrou e contando com o apoio dos funcionários para reerguer a loja, que quase declarou falência. A canção japonesa foi cantada pela primeira vez por todos, o que acabou se transformando na marca registrada dos funcionários, nas inaugurações das novas lojas.

A expansão no Brasil foi rápida, saltando de 60 milhões de reais, no ano de 2015, para 100 milhões de reais, em 2016. A meta para 2017, é de passar dos 200 milhões de reais até o final do ano.

Esse aumento aconteceu devido ao volume de vendas, tendo um valor médio gasto por cliente de R$ 35,00.

Na nova loja do Cidade Jardim, a estimativa da companhia é de que cada cliente gaste em média R$ 50,00, já que o investimento foi maior no ponto comercial, totalizando 1,5 milhão de reais.

 

Aumenta a procura das empresas por sistemas de compliance – com Bruno Fagali

Aumenta a demandas das empresas por sistemas de compliance, que evitam fraudes e riscos. Quem noticia a informação é o advogado Bruno Fagali, que também atua na Fagali Advocacia.

Compliance é o termo em inglês vindo de “to comply with” ligado a conformidade de regras e procedimentos legais. Os softwares permitem a melhora dos níveis de segurança, adequando os níveis de segurança da empresa/ organização.

A base dos sistemas de compliance é um código de conduta e ética que deverá ser seguido por todos na instituição. Dessa forma há uma melhora nos níveis de governança, redução dos riscos e ajuda na identificação de fraudes e/ ou desvio éticos.

Bruno Fagali reporta a fala do coordenador do MBA de compliance da Trevisan Escola de Negócios. Renato Santos: “O compliance gera transparência e combate vários tipos de fraude, como corrupção, apropriação indevida e demonstrações financeiras manipuladas”.

A Lei Anticorrupção

A Lei Anticorrupção pode responsabilizar as companhias por atos ilícitos feitos por seus colaboradores relacionados a sua função. Entre as determinações da lei estão multas de até 20% do faturamento bruto.

Essa foi uma das principais razões para a maior procura por softwares de compliance. Isso porque é possível obter uma redução na pena se a empresa colaborar com investigações e comprovar ter mecanismos capazes de inibir as fraudes.

Bruno Fagali cita a fala do também advogado e membro do Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial Renan Marcondes Facchinatto: “Apesar do compliance ter ganhado força no Brasil com a Lei Anticorrupção, ainda existe alguma resistência, […] mas isso está mudando rapidamente”.

Pesquisa conduzida pela Deloitte consultoria entrevistou profissionais de 103 empresas e demonstra a mudança para adequação à nova legislação. Em 2013 somente 30% delas tinham um sistema estruturado de compliance. Em 2016, esse percentual passou para 65%. Apesar desse quadro, não quer dizer que todas elas apresentem um alto grau de compliance.

Outra pesquisa destacada por Bruno Fagali, desta vez conduzida pela consultoria Protiviti com 642 empresas, mostra que 48%, ainda estão sujeitas a riscos de desvios éticos e fraudes.

Um projeto de compliance eficiente precisa envolver todos os níveis organizacionais da empresa, bem como a criação de um código de ética e conduta transparente, treinamentos, capacitações, palestras, campanhas e quaisquer mecanismos para que o código seja incorporado por todos.

Também é importante desenvolver práticas, ferramentas e controles para detectar e evitar desvios, fraudes e atos ilícitos. Outro ponto é a criação de canais de denúncia (preferencialmente anônimo), além de meios para atestar a idoneidade dos parceiros e fornecedores.

Benefícios a empresa

Em linhas gerais, uma empresa que investe em compliance tem mais chances de crescer, de aumentar a lucratividade e principalmente ser bem vista pela sociedade, demais empresas, fornecedores, poder público e etc;

Com menos desvios, a empresa não é penalizada ou recebe multas menores. Assim sobra mais recursos para investir em outras áreas;

Empresas éticas sobrevivem por mais tempo;

Funcionários que levam a sério código de ética da empresa tendem a tomar decisões mais seguras;

Canais de denúncias permitem que irregularidades sejam alertadas, garantindo condições igualitárias.

Bruno Fagali cita a pesquisa da ACFE – Associação de Examinadores de Fraudes que revela que 5% da receita bruta de uma companhia pode se perder com as fraudes. Os programas de compliance reduzem em até 90% os riscos, desde que bem elaborados.