Empreender: o que ter em mente para iniciar seu negócio

público. Porém, movimentos recentes em contrariedade à esses ideais têm reafirmado a ideia do empreendedorismo, e de como construir seu próprio negócio pode ser mais positivo para o empreendedor e para a sociedade em si, uma vez que vê alguém criando algo e não somente reproduzindo um maquinário moroso e burocrático como é o estatal.

A maior dificuldade encontrada para o início de um novo negócio, porém, é a financeira. Neste sentido, é legítimo se questionar se vale a pena investir as economias guardadas em uma nova ideia de negócio. A questão é complexa, pois envolve riscos e incertezas – não há como ter a comprovação de que seu negócio dará certo; porém, na poupança, o dinheiro está somente estagnado, haja vista o irrisório rendimento.

Neste sentido, quem planeja empreender deve ter em mente algumas coisas. De modo inicial, será necessário economizar no padrão de vida (os chamados custos fixos); pode parecer difícil se mudar para um apartamento mais barato, ou cancelar aquela assinatura de televisão à cabo que você adora assistir, mas é bom sempre ter em mente que se está visando um “bem maior”. Ademais, é importante que se tenha uma reserva extra até mesmo após começar o negócio: os custos iniciais sempre são maiores, e uma estimativa de três anos para começar a lucrar é o que se deve ter em mente.

Outro ponto importante diz respeito ao próprio negócio em si. Tudo parte de uma ideia e, uma vez posta em prática (que funciona muito diferente do campo da teoria), muita coisa irá mudar. Vale ressaltar, então, que não se deve deixar levar pelo desânimo, e levar as críticas e conselhos pelo lado positivo – se for necessário modificar o negócio para que possa crescer e dar certo, é válido não se apegar demais àquela ideia inicial.

Por fim, é sempre importante e necessário ter em mente o porquê de ter escolhido ser um empreendedor. Na grande maioria das vezes, largamos empregos monótonos e que só servem pela parte financeira para nos jogarmos de cabeça em algo que acreditamos. Sendo assim, tenha sempre pessoas em quem confiar para receber conselhos e acredite no seu negócio – uma vez que ele refletirá tudo aquilo que um dia você sonhou em construir.

O site do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) tem áreas destinadas ao auxílio de novos empreendedores. Para acessar clique no link: http://bit.ly/2fY0TKf.

Flavio Maluf. Investimento, inovação e pesquisas

Flavio Maluf, executivo de trajetória brilhante, presidente da Eucatex desde 1997, mantem-se focado no progresso da empresa, investindo na qualidade e inovação de produtos. Com essa postura, Flavio Maluf, além de garantir a satisfação dos clientes da Eucatex, com investimentos em qualidade; o empresário tende a suprir demandas que, no momento atual da economia, ainda estão ocultas na própria margem do mercado.
Como presidente de uma das maiores produtoras de pisos, portas, divisórias, painéis MDF e MDP, chapas de fibras de madeira, chapas T-HDF e tintas e vernizes do Brasil, o seu conhecimento de economia e do mercado em geral precisa ser muito amplo. Está sempre atento as novas pesquisas, análises, novos nichos, novos empreendimentos, novas tendências; atento, também, ao movimento do mercado de capitais. As suas recomendações e opiniões são veiculadas nos meios de comunicação no que se refere ao mundo dos negócios e investimentos.
No terceiro trimestre de 2016, o Flavio Maluf noticiou a mídia especializada que houve um aumento de oito pontos no Indicador de Intenção de Investimentos da FGV (Fundação Getulio Vargas); que é responsável por medir o nível da disseminação do ímpeto de investimentos no meio industrial.
Esse indicador tem a intensão de estimar quais são as principais tendências econômicas do mercado, sendo um dos mais precisos, segundo especialistas e pesquisadores.
O responsável pelas Estatísticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, Aloisio Campelo Jr afirmou que, de forma alguma, não se pode eliminar uma certa margem de incerteza que se relaciona ao mercado industrial. De acordo com ele, o ritmo de crescimento será lento e gradual, mas, é certo, segundo as previsões, que nos próximos meses é possível que ocorra uma eventual melhora nos índices de investimento produtivo. As previsões se baseiam no fato do Indicador continuar abaixo da margem de 100 pontos, o que denuncia as estimativas pessimistas que muita empresas fazem em relação aos investimentos para os próximos doze meses, informa o presidente da Eucatex Flavio Maluf.
Pela análise do relatório do terceiro trimestre de 2016, o Indicador também abordou a probabilidade dos planos de investimento serem revisados no período dos próximos doze meses,

 

A maioria, 57,6% das empresas, disse acreditar que os investimentos permanecerão dentro do programa prévio de desenvolvimento. Já as empresas restantes que acreditam que os investimentos podem sofrer variações que fogem do plano inicial, 23,8% consideram investir mais do que o planejado e e 18,6% indicaram que os investimentos ficarão abaixo do que havia sido previsto.
O grau de certeza das empresas também foi levantado pelo Indicador de Intenção de Investimentos da Fundação Getúlio Vargas. O resultado demonstrou que, atualmente, o nível de incerteza permanece elevado quando comparado aos anos anteriores. 32,7% das empresas são incertas em relação aos investimentos no setor industrial, superando pela segunda vez consecutiva, os 30,4% das empresas que acreditam que poderão manter os investimentos em suas indústrias, noticiou Flavio Maluf.
Segundo especialistas, o relatório mostra o cenário de incertezas existente no mercado em relação à economia e à política do país, as quais interferem diretamente nas projeções de investimentos do setor produtivo.

O comércio online é uma grande oportunidade. Mas cuidado, não existe negócio completamente seguro

O modo como fazemos negócio hoje é totalmente diferente de como fazíamos negócio há anos atrás. A maior responsável por isso tem nome: a internet. Cada vez mais as pessoas deixam de comparecer a locais físicos para realizar compras online, do conforto de suas residências. A comodidade, aliada a preços por vezes menores por se tratar de grandes redes de comércio, que tem condições de oferecer preços melhores e entregas rápidas aos consumidores.

Neste sentido, o e-commerce (como é chamado o comércio pela internet) está em alta, não somente por parte do consumidor/cliente, mas por parte de empreendedores também. Isso ocorre porque, em momentos de crise como o que vivemos, o que se busca prioritariamente é o corte de gastos. Assim, não necessitar manter um espaço físico, com todos os seus custos (aluguel, condomínio, luz, água, funcionários) é de grande valia para a sobrevivência da empresa.

Porém, em que pesem todos os benefícios supracitados, o comércio online não é garantia de sucesso. Ainda há gastos, como com o provedor de internet e com os profissionais de design do site – que deve ser atrativo e de fácil manuseio, para não afugentar possíveis consumidores -, além do marketing. Esse último é mais necessário neste novo ambiente de negócio, porque esse deve ser visível; se antes procurávamos lojas caminhando nas ruas de nossas cidades, hoje as procuramos em uma simples pesquisa no Google – e é óbvio que sites colocados nas primeiras posições no buscador têm maiores chances de serem acessados do que endereços que se localizem somente na segunda página de busca, por exemplo.

Além disso, é ainda mais importante a reputação da empresa, uma vez que o “boca-a-boca” sempre será um forte meio de divulgação da marca. Vários sites se dedicam a reclamações de clientes insatisfeitos, e alguma venda cujo produto tenha sido entregue erroneamente poderá ser uma dor de cabeça gigante para o crescimento do negócio – especialmente nos primeiros meses, quando ainda está sendo construída a reputação deste.

Por fim, é importante ressaltar que, apesar de o meio de negócio ser diferente, as regras de concorrência seguem as mesmas: é mais fácil ter sucesso em um nicho de negócio onde a concorrência é menor, e a inovação em produtos e relacionamento com os clientes ainda é o diferencial para adquirir novos consumidores e – mais importante – manter os antigos.

Veja mais informações no site do Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae: http://bit.ly/29lGBH5