Marcio Alaor do Banco BMG informa sobre os impactos da redução do fluxo de imigrantes que chegam aos EUA

De acordo com uma pesquisa elaborada por economistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, já é possível observar uma desaceleração na imigração de pessoas vindas da América Latina para os Estados Unidos, mesmo sem a existência do muro que o presidente Donald Trump já declarou querer construir, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Os economistas Chen Liu, Craig McIntosh e Gordon Hanson foram além, e durante uma conferência na Brookings Institution, apresentaram um trabalho defendendo que o grande problema dos Estados Unidos para o futuro próximo não é combater o número de trabalhadores estrangeiros no país, e sim aprender a viver com pouca mão de obra de imigrantes.

Segundo eles, os países da América Latina estão passando por um período de crescimento mais lento na oferta de mão de obra e, consequentemente, ocorrerá uma queda no fluxo de imigrantes jovens e com pouca qualificação que vão tentar a vida nos Estados Unidos. Tudo isso independente da implementação dessas novas de controle imigratório defendidas pelo governo Trump, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Entre as promessas feitas durante a campanha de Donald Trump, uma das mais polêmicas foi em relação a construção de um muro na fronteira sul do país com o México, o qual ainda seria pago pelo próprio governo mexicano, de acordo com Trump. Essa proposta ainda tem causado muitas controvérsias no Senado dos Estados Unidos, devido ao impacto negativo que essa medida poderia trazer internacionalmente caso seja de fato aprovada.

Antes mesmo de Trump assumir a presidência, a imigração ilegal já apresentava uma visível tendência de queda. Tanto pelos fatores citados pelos economistas, como também pelo aumento no controle de fronteira, a qual foi intensificada desde os anos 2000 através de um aumento no número de agentes da Patrulha de Fronteira do país, reporta Marcio Alaor, do Banco BMG.

Além disso, os demais países do continente americano, apesar dos períodos esporádicos de crise, estão apresentando um crescimento econômico mais estável, o que tem reduzido a desigualdade de renda entre eles e os Estados Unidos.

Consequências da redução de mão de obra imigrante

Durante a conferência na Brookings Institution, os economistas Liu, McIntosh e Hanson destacaram ainda que com essa queda na oferta de mão de obra pouco qualificada, a tendência é de que aumentem os investimentos no setor de automação, de modo que sejam encontradas alternativas através das máquinas e computadores para substituir o trabalho feito por esses imigrantes, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

As consequências mais perceptíveis deverão ocorrer nos segmentos em que a mão de obra dos imigrantes ainda é muito utilizada, como na agricultura, na construção civil e em restaurantes e lanchonetes.

Como conclusão, os economistas destacaram que os Estados Unidos estariam retrocedendo caso realmente adotem essas políticas anti-imigratórias que impedem fluxos de mão de obra estrangeira de entrarem no país, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG. Ao invés disso, o objetivo deveria ser gerenciar a grande quantidade de imigrantes ilegais que residem há anos no país.

 

Mitos e verdades do e-commerce para quem deseja empreender

A ideia de empreender via e-commerce está a cada dia mais interessante para os brasileiros. Com um crescimento anual projetado em 17%, faturamento de R$ 59,9 bilhões e mais de 200 milhões de pedidos, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as lojas virtuais trazem vantagens interessantes como, por exemplo, a possibilidade de começar sem estoque e a facilidade nas operações de vendas e entregas.

Contudo, dúvidas comuns sobre o valor inicial a ser investido e as possibilidades de faturamento ainda afetam parte dos empreendedores que vislumbram este caminho. Por isto, é importante ter atenção nas etapas essenciais antes de abrir uma loja online.

Entre as etapas que devem ser seguidas, estão o planejamento bem realizado de acordo com público a ser alcançado e quais canais de atendimento serão utilizados. Abaixo você irá conferir alguns dos mitos e verdades que trazem dúvidas para quem quer empreender no e-commerce.

Começar com custo zero: Mito

É impossível começar uma loja online sem ter qualquer custo. Contudo, o e-commerce traz as vantagens de exigir investimento muito abaixo quando comparado a lojas físicas. Entre os principais custos estão a plataforma a ser utilizada na loja virtual, investimento em mídias nas redes sociais para alavancar o alcance e as vendas dos produtos ou serviços e, claro, verba para a compra dos primeiros produtos a serem vendidos. O custo estimado para quem deseja começar está entre R$ 1 mil e R$ 20 mil.

Utilizar a loja online para agregar valor à empresa: Verdade

Na internet, a competição entre lojas de diferentes tamanhos pode ser mais igualitária. O democrático ambiente online é repleto de opções para competir em igualdade com lojas maiores. Uma empresa com presença online pode ampliar seu faturamento com baixo custo e ainda expandir sua imagem entre o público-alvo.

Lucro imediato: Mito

A diferença para o ganho de lucro de uma loja física para uma loja virtual não demanda períodos tão diferentes. Mesmo com a facilidade para a abertura de uma loja física, é impossível prever que as vendas serão realizadas imediatamente. É essencial fazer um planejamento cuidadoso para que o negócio alcance o sucesso de madeira sólida. É importante planejar ganhos contínuos e se manter atento a possíveis correções tanto para a funcionalidade do e-commerce, quanto para o relacionamento com o público.

Necessidade de poucos produtos para a abertura de uma loja: Verdade

Esta é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens para quem empreende no e-commerce. A necessidade de estocar grandes variedades de produtos não existe. No início, é importante focar em poucos modelos que ofereçam maior possibilidade de vendas. Esta é uma grande vantagem no sentido de não correr o risco de ficar com produtos encalhados por falta de procura.

 

 

 

Empresa oferece serviço de entregas em que clientes podem escolher quanto pagar

De olho na crescente necessidade que pessoas e empresas têm de realizar entregas de forma econômica e rápida, o empreendedor João Camargo resolveu lançar um aplicativo que conecta os potenciais consumidores a quem realiza tal serviço. Chamada de ” Eu entrego”, a startup possui o diferencial de auxiliar quem está fora do mercado de trabalho e vive apenas de trabalhos autônomos, algo que tem sido alcançado por meio da aplicação da economia colaborativa.

O empresário destaca que, se comparado com uma empresa de características convencionais, o negócio se sobressai pelo fato de não demandar uma estrutura muito complexa. A importância do surgimento da organização é justificada pela carência que o mercado possuía em relação aos serviços de entrega. Ele explica que trata-se de uma ponte entre quem deseja trabalhar e os usuários que precisam de um serviço flexível. Além da economia obtida pelos clientes, há também uma maior rapidez nesse tipo de transação, explica Camargo.

Os interessados em trabalhar para o aplicativo são selecionados através de alguns métodos de avaliação. A análise dos documentos solicitados e até mesmo das redes sociais do candidato fazem parte da seleção. Uma vez verificada a idoneidade do trabalhador, este passa a receber uma certificação que o torna apto a exercer as funções anunciadas. O idealizador do serviço ressalta que todos os trâmites iniciam-se com o cadastro dos profissionais interessados.

As entregas podem ser realizadas em qualquer horário. Assim que o cliente sente a necessidade do serviço, ele pode entrar em contato com os entregadores disponíveis, informando a urgência que possui de que algo seja entregue, as dimensões do que será transportado, dentre outras características. Por meio dessas informações, há uma espécie de filtragem onde o consumidor será acionado pelos colaboradores que atendam suas necessidades e poderá realizar diversos tipos de negociações a fim de atingir o seu intento.

Através do Google Play e da AppStore é possível obter o aplicativo. Conforme salienta Camargo, a prestação de serviços é mais rápida e barata que a realizada pelos Correios. Ele cita que as empresas possuem uma gigantesca demanda por entregas que atualmente é suprida pela Eu Entrego. O empresário comenta que algumas pessoas ainda veem esse modo de trabalho com certa desconfiança, algo que segundo ele desaparecerá conforme a startup for se consolidando no mercado e informa que há a disponibilização de seguros.

Os profissionais que compõem o serviço são dos mais variados tipos, havendo aposentados e pessoas que ainda não se recolocaram no mercado de trabalho. O pagamento aos colaboradores é realizado somente após a empresa avaliar a qualidade de cada entrega, algo que segundo Camargo aprimora o desempenho e o comprometimento dos prestadores envolvidos. Cerca de 20% dos pagamentos recebidos ficam na startup e o repasse para os trabalhadores é feito toda semana.

 

Saiba mais:

http://economia.ig.com.br/empreendedorismo/2016-12-14/startup-entregas.html

 

 

Conheça a relação de sucesso entre Alexandre Gama e a Briggs Automotive Company (BAC)

Falar sobre a empresa Briggs Automotive Company (BAC), sem dúvidas, é poder falar sobre uma relação que envolve muito sucesso e competência em nome da grande parceria com o Sr. Alexandre Gama e também em nome do cartão de visita da empresa, o modelo esportivo Mono. A empresa fundada pelos irmãos do Reino Unido Neil e Ian Briggs, em 4 de Março de 2009, tem sede em Speke, em Liverpool e se tornou uma gigante do setor automobilístico com foco na produção de carros que seguem modelos desportivos voltados para quem deseja dirigir e ao mesmo tempo, poder sentir o gosto de pilotar grandes máquinas.

Existe uma relação direta entre a BAC e o empresário Alexandre Gama, que passou a ser investidor da empresa e vestir a camisa do seu mais bem-sucedido projeto, o Mono, que é um superesportivo voltado para uma só pessoa (monoesportivo) e que foi consagrado como sendo o mais rápido do mundo em sua categoria. Além de todos os outros atributos positivos que possam ser citados ao Mono, o modelo produzido pela BAC, tornou-se o carro mais rápido do mundo, deixando para trás, modelos como o da McLaren P1 GTR, o Porsche 918 Spyder, Ferrari 458 Speciale e novamente outro modelo da McLaren 675LT. Esta façanha foi realizada com o tempo de 1:07.70 segundos cravados e que por uma diferença mínima de um segundo, considerada grande em termos de performance, potência, tecnologia, aerodinâmica entre outros, quebrou o antigo recorde de 1:08.70 do McLaren P1 GTR. O teste foi realizado pela evo Magazine em Anglesey Coast, no País de Gales-GB.

Para os amantes do automobilismo que são apaixonados por velocidade e performance, poder adquirir um modelo de carro que já tem sua história consagrada no automobilismo e seu nome na calçada da fama dos modelos mais promissores e audaciosos já produzidos, é uma honra, e o empresário Alexandre Gama é um desses apaixonados que além de ser um investidor direto na BAC, pode afirmar o quanto é significativo poder pilotar esse carro. O Mono é sinônimo de muita pesquisa, estudos e competência que ao longo dos anos, a BAC deixou claro transparecer isso para o seu público e para os empresários investidores, como Alexandre Gama.

O empresário Alexandre Gama tornou-se investidor e passou a assumir o compromisso sério firmando esta grande parceria em 2014, logo depois de ter sentido o gosto de poder pilotar e ser dono do único exemplar do Mono aqui no Brasil, ele não pensou duas vezes e consolidou esta união entre grandes nomes. O empresário é fundador e CEO da agência Neogama, estando a frente de uma grande rede global de agências de comunicação. Formado em Publicidade e Propaganda pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), se tornou um mega empresário no ramo de publicidade e tem seu nome vinculado diretamente com a arte estando envolvido em projetos como o de 2004, onde o empresário foi jurado Internacional de Filme da associação britânica D&AD e projetos musicais como o VIOLAB em 2014.

Alexandre Gama é o primeiro brasileiro a ter um BAC Mono da Briggs Automotive Company

Uma parceria entre a Briggs Automotive Company (BAC), e o publicitário brasileiro Alexandre Gama, promete trazer para o Brasil um carro que poderá ser usado em corridas por sua velocidade superior aos carros da mesma categoria, e ainda poderá ser usado nas ruas como um carro comum. Esse modelo multiuso foi chamado de BAC Mono, e trata-se de um monoposto (veículo com capacidade para apenas uma pessoa), fabricado pela empresa BAC.

A marca britânica BAC foi fundada no ano de 2009 por dois irmãos: Ian e Neill Briggs, o primeiro é designer, e o segundo é engenheiro. Os dois chegaram a trabalhar para diversas marcas conceituadas do mesmo ramo de atuação que a empresa fundada por eles, como Mercedes-Benz, Ford e Porsche. A Briggs Automotive Company foi um sucesso desde a sua fundação, o que atraiu grandes investidores de diversas áreas, como é o caso de Alexandre Gama, o CEO da agência de publicidade Neogama, que se tornou um dos sócios da BAC.

O grande sucesso da marca britânica em parceria com Alexandre Gama é o BAC Mono: o primeiro monoespostivo lançado da linha Mono, tem em seu conjunto mecânico um motor composto por quatro cilindros e 16 válvulas, capaz de alcançar a potência de 284 cavalos. Ainda sobre a mecânica do primeiro monoesportivo, ele foi produzido com a façanha de um câmbio com seis marchas para uma melhor performance de velocidade. Ao todo, o veículo pesa apenas 540 kg e consegue chegar do 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos. No entanto, novos modelos da mesma categoria já foram produzidos pela BAC, com desempenho ainda maior que os lançamentos anteriores. O último lançado pela marca britânica tem o título de carro mais rápido do mundo que foi testado pela revista Evo.

Durante os testes, o novo Mono bateu o recorde da McLaren P1 GTR de 1:08.70, alcançando 1:07.70 na aceleração. Esse modelo tem um motor com capacidade de 2,5 litros e alcança a potência de 305 cavalos. O modelo também tem o câmbio sequencial de seis marchas que é comumente usado nos carros de Fórmula 3. O registro da marca BAC é que o veículo possa ser usado tanto em altas velocidades quanto nas ruas movimentadas das grandes metrópoles. O primeiro da série tem um custo de 103.500 libras na Inglaterra, que é equivalente a 417 mil reais. Já o modelo mais novo ainda segue como veículo exclusivo para algumas pessoas, e o preço para a venda não foi divulgado.

Dentre os sortudos que tem a exclusividade de ter um modelo desses estacionado na garagem está o sócio da BAC, Alexandre Gama, que é o único a ter o modelo mais novo do Mono no Brasil. Além da exclusividade de ter um modelo de alta performance como o Mono, Alexandre Gama ainda teve a fabricação do seu monoesportivo feita especialmente para ele em todos os mínimos detalhes. O veículo passou por uma exposição no GP de F1 que aconteceu em Interlagos, onde ficou estacionado na área VIP para que todos os brasileiros que participaram do evento pudessem admirar o carro mais veloz do mundo.

 

Planejamento estratégico: desenhando o mapa rumo ao sucesso

Planejar é e sempre foi a melhor forma de manter o foco e a organização necessários para atingir os resultados esperados com uma iniciativa. Na gestão de uma empresa não é diferente.

Colocar no papel todos os aspectos envolvidos na administração do negócio não apenas ajuda o empresário a pôr as ações em prática, como também auxilia no acompanhamento dos resultados das mesmas.

Confira as dicas a seguir para começar a estruturar o planejamento estratégico da sua empresa.

Mercado

A melhor forma de começar um planejamento estratégico é entendendo o contexto geral de atuação da empresa. Esta etapa envolve tanto olhar para fora, como também da porta para dentro. São os famosos ambientes externo e interno, respectivamente.

No primeiro, é importante entender o mercado em que a empresa atua: como está a economia da região? Como se comporta o público-alvo? Quais são suas características demográficas? Existem leis que beneficiam ou ameaçam o negócio? Além disso, uma análise profunda da concorrência, clientes e fornecedores é importantíssima.

Já quando se analisa a empresa internamente, deve-se identificar pontos fortes e fracos relacionados a aspectos como processos, colaboradores, recursos financeiros e produção, por exemplo.

Objetivos, metas e estratégias

Com os dados de mercado em mãos, é chegada a hora de definir “onde a empresa quer chegar”, ou seja, seu objetivo. Seja aumentar a lucratividade, abrir mais filiais ou conquistar a fidelidade do seu público, os objetivos devem ser acompanhado de metas, ou seja, meios quantificáveis para chegar aos objetivos.

Além disso, objetivos e metas deverão ser guiados por uma estratégia — o que deve ser feito para que ambos sejam atingidos.

Plano de ações e métricas de acompanhamento

Mas como garantir que a estratégia será seguida? É esta a função do plano de ações. Essas ações são tarefas práticas e detalhadas, sempre acompanhadas de um prazo e um profissional responsável. Além disso, é importante traçar métricas para acompanhar o sucesso de cada ação. Por exemplo, se uma ação é “anunciar em uma determinada rede social para conquistar mais seguidores”, boas métricas de acompanhamento seriam número de novos seguidores e custo por novo seguidor.

Agora que o planejamento estratégico está pronto, não preciso mais me preocupar com isso, certo? Errado! Este é um documento que deve se manter vivo, e ser revisado e atualizado periodicamente. A dica é que a cada trimestre a diretoria da empresa se reúna para verificar o progresso do planejamento, além de realizar uma reunião ao final do ano para planejar o ano seguinte.

Por fim, é importante lembrar que tão importante quanto fazer um planejamento é colocá-lo em prática. Por mais redondo que seja um planejamento estratégico, se ele ficar na gaveta, não exercerá sua função.

 

Nova Zelândia cria bolsa para novos empreendedores estrangeiros atuarem no país

A Nova Zelândia, um dos países mais atrativos para brasileiros que sejam atuar no exterior, acaba de anunciar que está de olho em novos empreendedores e investidores de todas as partes do mundo, incluindo portanto os brasileiros. Para isso, governo neozelandês lançara um programa de bolsas, nomeado de Edmund Hillary Fellowship, que será responsável por conceder um visto de três anos para que os mais variados empreendedores possam colocar as suas ideias em prática.

Se o projeto for considerado bem sucedido, o empreendedor terá a chance de se candidatar para conseguir uma residência permanente na Nova Zelândi, e não faltam motivos e vantagens para se abrir uma empresa ou investir em negócios no país, de acordo com Yoseph Ayele, CEO da Edmund Hillary Fellowship.

Segundo ele, na Nova Zelândia existe uma base bem forte para o empreendedorismo. É rápido e fácil de se abrir e operar um negócio por lá, pois o país é um dos menos corruptos do mundo; tem boas relações comerciais e diplomáticas; possui um excelente sistema de ensino com ótimas universidades por todo o país; possui várias áreas de concentração de empreendedores; e permite que os empreendedores utilizem tanto a infraestrutura governamental como também a privada para desenvolverem seus projetos.

O nome da bolsa, por sua vez, é uma homenagem à Edmund Hillary, o primeiro homem a ter escalado o monte Everest na história. Após escalá-lo, Edmund Hillary se transformou em um grande líder humanitário, se destacando por sua postura humilde e a vontade de atuar em conjunto com diversas comunidades de regiões montanhosas por todo o planeta. Esse é o tipo de pessoa que o programa está procurando: pessoas que reúnam características semelhantes a ele e se tornem embaixadoras do empreendedorismo por todos os lugares que passem.

O maior critério de seleção da bolsa Edmund Hillary Fellowship é o impacto, seja qual for o setor de atuação do empreendedor ou do investidor, é essencial que as consequências que seu projeto trará ao mundo sejam bem sucedidas. Além disso, o projeto deve ser capaz de desafiar o status quo e resolver problemas globais de caráter urgente, mudando assim o curso da humanidade, de acordo com o site de inscrição.

Além da ideia, outro aspecto muito importante é a capacidade empreendedora do indivíduo ou da sua equipe, levando-se em conta as habilidades técnicas e gerenciais. Para completa, é analisado se a Nova Zelândia tem o potencial de ajudar o candidato a ser bem sucedido, através do questionamento: “Como você se encaixa com o ecossistema já existente?” É preciso comprovar que o país pode colaborar para a concretização do projeto, o que impossibilita a aprovação de quem deseja se inscrever apenas com o intuito de sair do Brasil.

 

 

 

Onde abrir seu negócio – a escolha certa para gastar menos e crescer mais!

Com o advento da crise alguns jargões reapareceram. Dentre eles um é bem famoso “enquanto alguns choram outros vendem lenço “! Sempre há o que aproveitar. Não é diferente o assunto desta matéria.

Muitos comerciantes adquiriram pontos comerciais a menor preço. Ninguém quer ficar com sua locação vazia e há muitos estabelecimentos mais fracos que não suportaram a queda das vendas. Por isso não só donos de lojas individualmente como também shoppings inteiros tem aceitado negociar condições especiais para não perder novos locadores.

Ainda assim existem os pulso firme que não abaixam seus preços por nada, talvez porque não sentiram tanto os efeitos negativos. Portanto analise a região, o tipo de comércio anterior e o imóvel para saber quais os possíveis pontos de negociação. Vamos a alguns que merecem atenção.

Os polos comerciais, podem ser a peça perfeita no jogo no caso saiba onde encaixar. Uma rua de caráter comercial ou galeria que tem fama por um ramo específico do mercado (roupa ou eletrônicos) tem grande chance de ter pontos comerciais vagos mas a falta de lojas por um certo tempo desmotiva a clientela. A estratégia de marketing da inauguração tem que superar o déficit por desuso. No entanto há a probabilidade de virada com aluguel reduzido.

Em shoppings pode se avaliar pelo mesmo princípio no caso da tradicional luva em que dependendo do caso pode até mesmo ser dispensada. No entanto em shoppings novos temos um ponto comercial zerado em popularidade que gera expectativa nos clientes que estão ansiosos por saber as novidades que virão, mas não tanto quanto seus locatários sedentos pela movimentação.

Sempre tenha cuidado porém com a “grama do vizinho”, a situação da loja ao lado pode ser bem diferente da sua, por isso evite comparações e trate da situação específica de sua negociação.

A análise de aluguel, região e situação não deve ser vista apenas por quem trata de um único estabelecimento. Ela pesa na pra quem trabalha com expansão em massa, que é o caso de Yaron Goldman. O empresário é dono de 35 franquias mas tem foco num único ramo: alimentação. Numa entrevista pra PEGN contou sua estratégia para multiplicação. Devido a multiplicidade de negócios dentre outras coisas reconhece a importância de avaliar a geografia local, a relação com o nome da franquia e a capacidade de retorno.

A analise geográfica é fundamental e especialmente em momentos delicados! As movimentações de abre e fecha das grandes redes foi comentada por Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores.

Já está pensando onde abrir seu próximo ponto? Reservamos pra você então no final da matéria dicas extras sobre o assunto dadas por alguns especialistas no link que selecionamos. Boa pesquisa e Bons negócios!

 

Aprenda 4 tipos de renda fixa

Viver de juros é a melhor solução para quem quer enriquecer licitamente com qualidade de vida. Isso porque você precisa de pouco tempo para se dedicar aos investimentos, enquanto seu suado dinheirinho está trabalhando por você, o que te garante um estilo de vida muito melhor em relação a qualquer outro investimento. Mas como fazer isso virar realidade? Primeiramente é preciso planejar, estudar e acompanhar o mercado financeiro.

Existem atualmente diversos tipos de renda, tanto fixa quanto variável que permite que o investidor viva de juros. Essa variedade pode deixar muitos investidores confusos e sem saber onde aplicar o dinheiro. Se você ainda não entende o suficiente de renda fixa para fazer um investimento e quer aprender mais sobre o assunto, confira a seguir 4 tipos de renda fixa:

  1. CDB:

O CDB é um tipo de renda fixa onde você empresta seu dinheiro para um banco em troca de recebimento de juros. Para fazer um investimento nessa renda é preciso ter em média 5 mil reais. Em relação ao tempo, quanto maior o tempo em que você emprestar o seu dinheiro ao banco, mais você receberá em juros, além do imposto de renda também ser menor. No geral o tempo varia de 30 dias à 2 anos, sendo que o melhor juros sobre um CDI é de 95%.

  1. LCI:

Nessa renda fixa, o investidor empresta o dinheiro para o banco financiar empreendimentos imobiliários. O capital inicial para esse investimento é de 30 mil reais com um tempo aproximado de 6 meses, ou seja, é um investimento para quem tem bastante dinheiro e pretende resgatar mais rapidamente. O LCI costuma ser bem rentável, paga em torno de 100% de juros do CDI, e a grande vantagem dessa renda fixa é que ela não cobra imposto de renda para pessoa física.

  1. LCA:

O dinheiro investido nessa renda fixa é revertido pelo banco para financiar projetos agropecuários. Como no LCI, o investimento mínimo é de 30 mil reais e o tempo mínimo para poder resgatar o dinheiro também é de 6 meses. O ideal para esse investimento é conseguir juros de 100% sobre o CDI, pois quanto maior a taxa de juros, mais dinheiro retorna para o investidor. Outra característica em comum ao LCI é que o investidor que optar por investir como pessoa física ficará isento de imposto de renda.

  1. Tesouro Direto:

Nesse caso, o dinheiro aplicado não será emprestado a um banco, mas sim ao governo. A grande vantagem desse investimento é a possibilidade de começar com pouco dinheiro, sendo que algumas corretoras permitem um investimento mínimo de 30 reais. No entanto, o prazo mínimo para poder resgatar seu investimento é de 1 ano. O Tesouro Direto não é atrelado ao CDI, ele é atrelado a inflação ou a outro indexador como aluguel de renda. Se for atrelado a inflação, a taxa de juros gira em torno de 5% mais a taxa da inflação. Para essa opção é preciso declarar imposto de renda.

 

Claudio Loureiro da Heads e ONU Mulheres na busca pelos Direitos Femininos

A ONU Mulheres é uma entidade da Organização das Nações Unidas (ONU), criada em julho de 2010. A ONU Mulheres é uma entidade que visa a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres.

Ao longo dos anos a ONU obteve resultados significativos em relação a promoção da igualdade de gênero, por meio de acordos internacionais, como a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), e a Declaração e Plataforma de Pequim, que definiu 12 pontos prioritários de trabalho, visando a igualdade de gênero e o empoderamento feminino.

A entidade das Nações Unidas, com o intuito de envolver toda a sociedade na busca pelos direitos das mulheres, buscou parcerias de agentes da sociedade que possam contribuir para a concretização das suas metas e objetivos. Entre essas parcerias, está a Heads Propaganda, do empresário Claudio Loureiro. A agência Heads Propaganda se engajou na ideologia da ONU Mulheres, e criou o estudo publicitário “TODXS POR ELAS”. O estudo aborda o papel da mulher na publicidade, como por exemplo, o fato de que a publicidade muitas vezes reforça estereótipos de mulheres e homens, criando padrões inalcançáveis para os dois.

A Heads de Claudio Loureiro, possui 27 anos de serviços prestados no mercado publicitário, é considerada uma das melhores agências do país, e umas das melhores para se trabalhar, além disso, é a primeira agência da américa latina a assumir a causa da ONU Mulheres.

Uma das iniciativas do empresário Claudio Loureiro da Heads, foi promover juntamente com a ONU Mulheres e outros parceiros, o evento “Por um Planeta 50-50 em 2030: Mulheres Do Amanhã”. O evento ocorreu no dia 28 de outubro de 2016, no Rio de Janeiro, e contou com 9 palestras, rodas de conversas e com a exibição do documentário “Precisamos falar com os homens”.

A pesquisa da Heads de Claudio Loureiro, considerou o comportamento da publicidade no Facebook, e constatou que as propagandas e posts reforçam estereótipos e padrões de beleza, da mesma forma como acontece com a publicidade veiculada na TVs aberta e fechada.

A ONU com a parceria da Heads de Claudio Loureiro e outros parceiros, busca acabar com a desigualdade de gênero, que afeta as mulheres no mundo todo. Entre essas desigualdades, podemos citar, a discriminação, às discrepâncias salariais, a baixa representatividade da mulher na política, entre outras. A iniciativa “Por um Planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”, busca envolver mulheres, homens, governos, empresas, universidades, meios de comunicação e a sociedade como um todo em sua agenda.

A ONU Mulher procura reforçar e garantir os direitos conquistados pelas mulheres. Além disso, preocupa-se em criar programas que visam a eliminação da violência contra mulheres e meninas, além de incentivar a participação das mulheres na tomada de decisão, e na política. Um dos grandes problemas enfrentados pela mulher no país é o feminicídio, que é o assassinato de mulheres, o Brasil foi um dos primeiros países a se envolver na iniciativa Planeta 50-50 através da sanção da tipificação do crime de feminicídio.