Em fevereiro, indústria cresce em 9 regiões analisadas pelo IBGE

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em 11 de abril, houve crescimento na produção industrial no Brasil durante o mês de fevereiro. O levantamento foi efetuado em 14 locais, sendo anotado evolução em 9 deles.

O estado da Bahia foi quem registrou maior percentual de crescimento (2,8%), compensando parcialmente o saldo negativo de 4,2% acumulado em janeiro. Santa Catarina também registrou aumento de 2,8%, perfazendo 7,4% de acumulado positivo, em quatro meses de evolução consecutiva, As outras localidades que apresentaram ampliação da produção industrial em fevereiro foram: Rio Grande do Sul (2,2%) e Paraná (1,9%) na região sul; Rio de Janeiro (2,2%), Minas Gerais (2,0) e São Paulo (0,2%) na região sudeste; e Goiás (2,1%) no centro-oeste.

Na contramão das boas perspectivas, os estados que apresentaram os piores resultados no segundo mês do ano foram: Pernambuco (queda de 7,8%), Pará (queda de 4,1%) e Espírito Santo (queda de 3,9%). É válido ressaltar que estes mesmos estados encerraram o mês de janeiro com altas de, respectivamente: 2,6%, 4,6% e 4,3%. O restante de percentuais de involução ficaram por conta do Amazonas (queda de 1,1%) e Ceará (queda de 1%).

No geral, levando-se em consideração a produção industrial de todas as regiões brasileiras, houve variação de 0,1% no mês de fevereiro. Porém, no confronto com o mesmo período de 2016, a atividade caiu 0,8%, depois de evoluir 1,4% em janeiro, quando descontinuou 34 meses seguidos de resultados desfavoráveis nesta comparação. Nos últimos 12 meses, a produção fabril acumulou 4,8% de queda, sendo que este ritmo de decréscimo teve início em junho passado, quando foi registrada queda de 9,7%. Levando-se em consideração apenas os dois primeiros meses de 2017, houve variação positiva de 0,3%.

Variação de um ano a outro

A queda de maior impacto, na comparação com mês de fevereiro de 2016, foi assinalada pelo estado do Mato Grosso (com recuo de 11%), devido especialmente, à diminuição na produção do setor alimentício (carnes frescas, refrigeradas e congeladas de bovinos; farelos; bagaços; e resíduos derivados da extração de óleo de soja). Outros estados que também apresentaram queda no comparado com 2016:

Bahia: – 4,6%

Pará: – 4,2%

Espírito Santo: – 3,2%

Ceará: – 2,5%

Pernambuco: – 2,2%

São Paulo: – 1,6%

Todos eles apresentaram percentuais de queda acima da média registrada no período, que foi de (- 0,8%). Goiás foi o único que assinalou queda abaixo da média: – 0,2%.

Já o maior avanço positivo foi registrado no estado do Amazonas (5,6%), estimulado pelo avanço dos setores de produtos eletrônicos e de informática. Outros resultados favoráveis foram verificados em:

Santa Catarina: 4,1%

Paraná: 4,0%

Minas Gerais: 3,5%

Rio de Janeiro: 3,4%

Rio Grande do Sul: 0,5%.

 

 

Por que sua empresa deve usar o Net Promoter Score?

O Net Promoter Score (NPS) é uma metodologia criada por Fred Reichheld, que permite medir o grau de satisfação e lealdade dos clientes de uma empresa. A métrica, calculada a partir da opinião dos consumidores, tem sido utilizada por várias organizações ao redor do mundo tais como Netflix, Disney, PayPal, Electrolux e Dell. Quanto ao Brasil, o NPS ganha espaço gradativamente com empresas como a ResultadosDigitais, Méliuz, Gol Linhas Aéreas, Consul e Fiat.

O diferencial desta técnica consiste em apresentar uma nova visão sobre os compradores: a satisfação dos clientes influencia, a longo prazo, no crescimento da organização e na autoridade da marca. Em virtude disso, o contentamento e o entusiasmo dos consumidores deve estar entre as prioridades de um negócio.

Embora seja uma tendência no país, será que vale a pena usar o NPS? E em caso positivo, como o indicador pode ser entendido? Continue a leitura e confira a seguir.

Quais as principais vantagens do NPS?

A metolodogia pode ser aplicada por organizações de qualquer porte e indústria. Dentre os benefícios, pode-se citar que:

  • O NPS possibilita identificar pontos em que os produtos e serviços precisam melhorar, a partir de considerações dos clientes.
  • As pesquisas podem ser realizadas com facilidade: por e-mail, telefone ou formulários on-line.
  • O indicador permite avaliar ações da estratégia de marketing.
  • O processo de pesquisa é bem simples: são feitas apenas 2 perguntas ao cliente e o cálculo é fácil de entender.
  • Empresas com NPS mais alto apresentam índice de crescimento maior que o de concorrentes que não utilizam a técnica.

Como funciona o NPS?

Após selecionar o público-alvo e o meio de comunicação (e-mail, telefone ou formulários on-line), a pesquisa de satisfação deve incluir as seguintes perguntas:

  • Numa escala de 0 a 10, o quanto você indicaria os serviços/produtos da empresa para amigos e familiares?
  • Qual o motivo da nota?

De acordo com a nota, existem 3 grupos de consumidores:

  • (0 a 6) detratores: consumidores insatisfeitos. São responsáveis por 80% das opiniões negativas divulgadas boca a boca. Geralmente espantam novos clientes, prejudicam a reputação da marca e desmotivam funcionários.
  • (7 a 8) neutros: clientes “passivamente” satisfeitos, isto é, são indecisos ou indiferentes. A frequência com que realizam novas compras e indicam a marca é 50% menor que a dos promotores. É provável que comprem do concorrente se tiverem a oportunidade.
  • (9 a 10) promotores: clientes fiéis, satisfeitos com a empresa, que continuam comprando e divulgando a marca para amigos e colegas. Normalmente contribuem com sugestões construtivas e ajudam a aumentar o reconhecimento da marca.

Uma vez criados os grupos de clientes, é possível obter o NPS. Para tanto, basta calcular: (número de promotores – número de detratores)/número total de clientes que participaram da pesquisa.

Durante o estudo, é comum que parte dos consumidores não respondam às perguntas, pois não notaram o e-mail ou não quiseram responder, por exemplo. Neste caso, recomenda-se usar como total o número de clientes que responderam às questões, a fim de evitar valores tendenciosos.

De posse do valor, torna-se necessário comparar o indicador com o NPS médio da respectiva indústria, afinal os valores podem variar bastante de um segmento para outro. Veja abaixo o NPS médio de algumas indústrias, obtido pela NPS Benchmarks:

  • serviços de saúde: 74
  • empresas B2B: 68
  • educação: 64
  • tecnologia: 61
  • serviços financeiros: 44
  • telecomunicações: 23

Ressalta-se ainda que o score pode sofrer variações devido a fatores como o público-alvo da pesquisa e a região.

A partir do NPS, a organização pode buscar melhorias em pontos críticos, com o objetivo de aumentar o número de promotores e diminuir o de retratores. Um exemplo de ação rápida são os e-mails de agradecimento pela participação do cliente na pesquisa.

A mesma mensagem pode ser trazer outras perguntas para saber, de maneira específica, o que pode ser melhorado. Este tipo de pergunta é fundamental, principalmente para descobrir o que desagrada os retratores.

Grupo Fnac-Darty fecha parceria com a Deezer

A rede varejista francesa Fnac-Darty e o serviço de streaming Deezer anunciaram no final de março que vão firmar uma parceria estratégica, a qual pode tornar a empresa francesa em uma das acionistas do serviço de streaming de músicas no decorrer dos próximos três anos.

O objetivo desse acordo é fazer com que a Deezer tenha mais chances de competir dentro do mercado francês e de outros países europeus, com os seus maiores rivais no segmento de streaming de músicas, que são o Spotify e a Apple Music. Paralelamente, a parceria também vai beneficiar a Fnac-Darty, pois ela tem como principal concorrente a gigante online norte-americana Amazon, e agora conseguirá oferecer um serviço mais completo de música e vídeo para streaming, algo que já é feito pela sua rival.

Segundo comunicado divulgado pela rede francesa, os termos dessa parceria serão revistos no ano de 2020, para que então o grupo decida se irá mesmo comprar ou não as ações da Deezer.

No mês de janeiro de 2016, a Deezer conseguiu cerca de 100 milhões de euros com os seus acionistas, que incluem o grupo francês da área de comunicação Orange e a holding Access Industries, que pertence ao bilionário Len Blavatnik.

Tanto os clientes da Fnac como os da Darty irão receber descontos e ofertas exclusivas da Deezer a partir do segundo semestre de 2017. Além disso, as empresas planejam promover em conjunto uma série de festivais e eventos no decorrer dos próximos meses.

Com o acordo, ficou decidido que o antigo serviço de streaming oferecido pela Fnac, o Jukebox, irá ser suspenso até o final do mês de junho e a partir de então, a Deezer será a responsável por assumir todos os assinantes.

Criada no ano de 2007, também na França, a Deezer já possui mais de 26 milhões de usuários, sendo que destes, cerca de 6,3 milhões são assinantes e pagam uma assinatura mensal de 9,99 euros na Europa. No Brasil, o serviço de streaming chegou no ano de 2013 e atualmente já oferece um acervo de mais de 35 milhões de músicas de diversos estilos musicais diferentes.

Além do Brasil e da França, a Deezer também está presente em outros 180 países e  foi o primeiro serviço de streaming  do mundo aberto para os artistas fazerem os seus próprios anúncios.

O grupo Fnac-Darty, por sua vez, possui 664 lojas ao redor do mundo, sendo que dessas, 455 estão na França. Ao todo, a empresa teve uma receita de 7,4 bilhões de euros no ano de 2016.

Única representante do segmento de comunicação, nova/sb recebe prêmio Pró-Ética, por Bruno Fagali

Uma iniciativa conjunta da Controladoria Geral da União (CGU) e do Instituto Ethos premia as empresas que apresentam posturas voltadas à manutenção da integridade corporativa. Dentre as práticas adotadas por tais organizações, está o combate à corrupção. Na edição de 2016 houve a estreia de uma representante do segmento de comunicação. Trata-se da nova/sb, uma agência que possui um setor destinado a manter íntegro o ambiente empresarial, cuja gerência é de incumbência do advogado Bruno Fagali.

Intitulada de Pró-Ética, a premiação contou em sua última edição com um total de 25 organizações participantes. Boa parte das empresas envolvidas possuía filiação com o Instituto Ethos, mas entre as exceções estava a nova/sb. Bruno Fagali, quando do recebimento do prêmio, alegou que a criação de um departamento específico para este tipo de finalidade foi a formalização de um conjunto de condutas já praticadas pela companhia. Segundo ele, houve a elaboração de um código que foi divulgado aos colaboradores de modo didático, o que acabou contribuindo para maior lisura no meio publicitário.

Por ter sido vencedora do Pró-Ética, a agência foi objeto de uma entrevista publicada pelo Instituto Ethos, onde seu representante, Bruno Fagali, discorreu mais detalhadamente acerca do modo como a nova/sb gerencia seus negócios. De acordo com o também executivo, existe um projeto que aborda assuntos relevantes para a sociedade e possuem caráter polêmico, o que inibe outras organizações de discutirem sobre eles. Chamada de “Comunica que muda”, a iniciativa conta com mais de 500 mil seguidores e pode ser acessada de diversas redes sociais.

Composta por diversos profissionais tanto da CGU, quanto do Instituto Ethos, a comissão responsável pela avaliação das empresas inscritas elabora para cada uma delas uma espécie de relatório onde pontos positivos e negativos de cada quesito são elencados. Dessa forma, as organizações recebem uma respectiva pontuação. O gestor ressalta que, de posse de tais informações, é possível aprimorar o que pode não estar indo tão bem ou seguir por determinado caminho quando há grande aprovação por parte dos julgadores.

Para Bruno Fagali, a importância de se receber um prêmio dessa natureza é algo gratificante, pois trata-se de um reconhecimento do trabalho prestado, sobretudo no tocante à sociedade. Mas a maior contribuição da premiação, segundo o profissional, provém justamente da análise oferecida pelos avaliadores, o que permite com que as companhias atinjam um grau de excelência em relação à conduta que disseminam no ambiente corporativo e fora dele. Ele ainda ressaltou que a empresa se filiou ao Ethos no ano de 2017, mas sempre norteou suas práticas nas publicações do Instituto.

Atuando também na Fagali Advocacia, Bruno Fagali acredita que a entrada de novas empresas de comunicação no Pró-Ética é algo importante não apenas para o segmento, mas para a visão que a sociedade possui das companhias do meio. Ele explicou que cada instituição deve elaborar um plano de integridade corporativa de proporções passíveis de serem atingidas e objetivos bastante claros. O gerente também assinalou que vencer os concorrentes não é fácil, uma vez que é preciso atender diversos critérios de seleção.

 

Você gosta de empreender? Saiba a importância da gestão estratégica de pessoas para sua empresa

A arte de empreender não é para qualquer pessoa. Ela requer criatividade, motivação e inovação, que são ferramentas essenciais para impulsionar o seu projeto empresarial. Além disso, é inevitável que haja comprometimento e disposição para enfrentar os desafios que surgirão quando for colocá-lo em prática. Mas não precisa se preocupar, pois com uma boa gestão estratégica de pessoas, esses desafios podem ser facilmente superados.

A gestão estratégica de pessoas é, de fato, fundamental para estimular o crescimento da empresa. É muito difícil colocar todas suas ideias em prática sem contar com a ajuda de outros profissionais. Portanto, um dos principais objetivos dessa gestão é ajudar a organização a alcançar os seus propósitos, através da valorização das pessoas, uma vez que, na maioria dos casos, são os funcionários responsáveis pelo desenvolvimento da empresa.

Manter a qualidade de vida no trabalho e saber equilibrar os interesses das pessoas e os das empresas é o caminho inicial para obter sucesso na implantação desse tipo de gestão. Assim, é possível promover as mudanças e satisfazer ambos os lados. Porém, a principal dúvida que aparece é: por onde devemos começar?

O primeiro passo é o processo de recrutamento e seleção. Identificar as qualidades da pessoa e colocá-la no lugar certo é sinônimo de fazer com que ela se comprometa ainda mais com as finalidades da empresa. Por isso essa etapa é muito importante, para evitar que um processo mal realizado possa trazer consequências futuras para a organização.

O empreendedor também deve investir no capital humano, para que o seu pessoal possa estar engajado em cumprir com os objetivos da empresa, sendo devidamente recompensados pelas metas que foram alcançadas. Essa ferramenta produz grande valor econômico para a organização e deve ser vista como forma de investimento, na medida em que melhora a formação dos profissionais que nela estejam envolvidos.

Através do planejamento, a empresa vai buscar nos seus funcionários a melhor orientação e caminhos, oferecer benefícios, revisar remunerações, aplicar treinamentos, dentre outros. Todos esses fatores devem ser levados em consideração para o sucesso da gestão estratégica de pessoas. Dessa forma, criar uma cultura dentro da empresa que permita que os trabalhadores tenham orgulho em executar suas tarefas é um aspecto bastante positivo.

Outro ponto importante da gestão é a parte de competência, já que é por meio dela que o funcionário se torna capacitado para atender rapidamente as necessidades dos clientes, bem como se encontra preparado para enfrentar os desafios. Logo, a empresa deve estar preocupada com os recursos e como estes se ajustam ao ambiente de trabalho.

Portanto, a gestão estratégica de pessoas é um método eficaz para que os empreendedores tenham sucesso no seu negócio. Se quiser saber mais sobre esse assunto, veja uma reportagem especial que a TV Clube do Piauí preparou.

 

 

Como criar uma marca forte e original para o seu novo negócio

Da concepção da ideia até a concretização de um novo negócio na prática, todo empreendedor passa por uma extensa jornada. Ao longo desse caminho ele invariavelmente irá se deparar com uma importante tarefa: criar o nome e a identidade visual da empresa. Ou seja, a sua marca.

Sendo a marca uma das principais formas de identificação do público com a empresa, ela deve ser desenvolvida de forma estratégica e cuidadosa. Confira algumas dicas para acertar nesse processo e começar a empreender com o pé direito.

Hora do batizado

Mais do que um termo que agrade os fundadores da empresa, é preciso escolher um nome original e que gere conexão com o público para a qual a mesma está sendo concebida.

Algumas perguntas a se fazer nessa etapa são: o nome representa o que eu vou oferecer? A pronúncia do nome é fácil para o mercado que eu quero atingir? É um nome memorável, simples de lembrar?

Por fim, confirme se o nome desejado está disponível no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e se há um domínio disponível na internet para esse nome.

Investimento na arte

De nada adianta conceber um nome perfeito para a marca e pecar na sua transformação em elementos visuais. Se a primeira impressão é a que fica, vale a pena caprichar nessa etapa.

Confie a criação do logotipo da empresa a um profissional qualificado, que saberá ouvir o que você tem a dizer sobre o negócio e traduzir essas informações em elementos gráficos autênticos e harmoniosos.

Manual de identidade visual

Agora que o nome e a identidade visual estão prontos, não esqueça de desenvolver um guia de identidade visual. Esse documento trará todas as diretrizes do que pode ou não ser feito com a marca, pois a sua modificação indiscriminada poderá enfraquecê-la e prejudicar a credibilidade da empresa como um todo.

Mantendo a coerência

Se uma empresa é voltada a um público mais conservador e corporativo, por exemplo, mas a marca criada é despojada e moderna, o posicionamento do novo negócio não ficará claro para o mercado, e a consequência aparecerá na falta de resultados.

Todos os elementos da marca deverão comunicar a essência da organização, seus valores e missão, além de representarem a solução oferecida pela mesma.

Revisar é preciso

Ainda que uma marca precise ser duradoura, isso não significa que ela não deva ser revisada ao longo dos anos. Alguns logotipos acabam ficando muito datados a medida que o tempo passa, ou há casos em que a empresa passa por significativas mudanças internas que fazem a marca ficar incoerente com a nova formatação do negócio.

No entanto, ao fazer qualquer alteração na marca, lembre-se de que toda mudança deve ser sutil, respeitar os alicerces da marca e ser bem comunicada ao mercado.

 

Aprenda a fazer uma Pesquisa de Mercado

Se você pensa em se aventurar no mundo dos negócios, uma das primeiras coisas que precisa fazer é uma pesquisa de mercado. Uma pesquisa de mercado irá informar de forma clara se as necessidades do seu público-alvo estão sendo atendidas pelos seus concorrentes, dessa forma, você poderá ajustar o seu negócio de acordo com os resultados da pesquisa.

Ao criar um novo produto ou serviço, você precisa estar aberto para ouvir os seus clientes, como afirma Carly Fiona no podcast de Entrepreneurial Thought Leaders: “Os clientes não podem sempre dizer o que eles querem, mas eles podem sempre lhe dizer o quê está errado”. Afinal, a sua empresa existe para atender a uma necessidade de mercado, portanto, ouça os seus clientes com atenção, e na medida do possível forneça uma solução para as suas necessidades.

A parte prática da pesquisa de mercado consiste na coleta de dados, que podem ser obtidas através de fontes primárias ou secundárias. Nas fontes primárias o pesquisador poderá encontrar as informações pertinentes ao negócio por conta própria, ou seja, ele irá coletá-las por meio de entrevistas, pesquisas através das redes sociais, questionários disponíveis na empresa, etc. Já as fontes secundárias são dados coletados por instituições de pesquisa, como o IBGE e o IBOPE.

De acordo com o SEBRAE, existem nove passos para a realização de uma pesquisa de mercado:

1º Passo: Definição do público-alvo e objetivos da pesquisa: Defina qual o público que será atendido pelo seu negócio.

2º Passo: Definição da coleta dos dados: Nesse passo, defina como você irá coletar os dados de sua pesquisa.

3º Passo: Definição do método de pesquisa de dados primários: Escolha o tipo de pesquisa ideal para os seus objetivos.

4º Passo: Definição da amostra: Defina o tamanho do público a ser pesquisado.

5º Passo: Elaboração dos instrumentos de pesquisa: Aqui, você terá que elaborar questionários, roteiros de pesquisas e formulários.

6º Passo: Aplicação da pesquisa: Nessa etapa, defina como será a aplicação da sua pesquisa.

7º Passo: Tabulação dos dados: Organize os dados obtidos.

8º Passo: Elaboração do relatório final: Nesse passo, elabore o relatório final com a ajuda dos dados reunidos.

9º Passo: Tomada de decisão: Nessa etapa, você deverá analisar os resultados obtidos através da pesquisa, e após isso, definir as ações que deverão ser colocadas em prática.

O texto acima teve a intenção de mostrar aos empreendedores como fazer uma pesquisa de mercado. Além disso, de uma forma resumida, buscou apresentar a importância da pesquisa de mercado para o conhecimento das necessidades do mercado. Dessa forma, o empreendedor pode alinhar os objetivos da sua empresa com as necessidades do seu público-alvo. O seu negócio existe para servir ao mercado, a sua tarefa é definir para qual segmento a sua empresa poderá oferecer as suas soluções.

 

Jornal do almoço – pertencente à RBS, Grupo presidido por Eduardo Sirotsky Melzer – comemora 45 anos de transmissão

No último dia 6 de março, o Grupo RBS – do qual Eduardo Sirotsky Melzer é presidente – esteve em festa. Os parabéns foram para o Jornal do Almoço (JA), que comemorou, junto ao público, os seus 45 anos de transmissão com muita animação, tanto no estúdio e na Redação quanto nas ruas.

Cristina Ranzolin, à frente do JA há 20 anos, comandou a celebração. A apresentação do Jornal do meio dia contou com a presença de telespectadores convidados e matérias especiais. Na Redação, a festa foi por conta de todos os colaboradores que fazem o programa entrar no ar todos os dias.

Nas ruas, Cristina foi ao Centro de Porto Alegre e conversou com o público, que não economizou nas mensagens de feliz aniversário para Jornal do Grupo de Eduardo Sirotsky Melzer. Alguns telespectadores que costumam interagir com as redes sociais da RBS TV foram convidados a participar da atração e falar sobre a sua relação com o JA.

Cristina Ranzolin, apresentadora que a mais tempo comanda o programa, celebrou -“É com muito orgulho que comemoro estes 45 anos, mas também com uma responsabilidade imensa, porque, quando olhamos para trás e vemos tudo que esse programa já representou para o Rio Grande do Sul, percebemos que temos muito o que fazer, muito o que batalhar para que cada dia seja melhor. Que continuemos nos reinventando e atendendo toda a expectativa do nosso telespectador.”

O aniversário também foi marcado pela hashtag “#JA45anos” que se afirmava em 1º lugar entre o trending topics nacional do Twitter. Ainda nas redes sociais, os internautas foram convidados a enviar fotos e vídeos assistindo ao Jornal do Almoço.

Para o diretor de Jornalismo da RBS TV, Cezar Freitas, o sucesso observado quase cinco décadas depois do Jornal que foi fundado em 1972, é resultado da proximidade marcada entre o programa e a sociedade. “O JA é a praça pública, onde os gaúchos se reúnem e discutem seus problemas, as soluções, a gente vê os bons exemplos, as pessoas que nos orgulham e as coisas que podemos melhorar. O futuro do JA é continuar conectado e cada vez mais próximo para entender as pessoas e continuar proporcionando esse espaço para discussão. É um programa extremamente humano, atento à evolução dos hábitos e da cultura geral do Rio Grande do Sul”, considera Cezar Freitas.

 

O presidente do Grupo, Eduardo Sirotsky Melzer

Neto de Maurício Sirotsky Sobrinho – fundador do Grupo RBS – Eduardo Sirotsky Melzer é presidente da companhia de comunicação desde 2012. Em 2015, ele chegou à presidência do Conselho de Administração da instituição.

Foi em 2002 que Eduardo Sirotsky Melzer começou a carreira – nos Estados Unidos, como Analista Financeiro Sênior da Delphi Corporation. Dois anos depois, em 2004, foi Diretor-Geral da empresa de mídia não-tradicional BoxTop Media. Depois de um longo caminho, voltou ao Brasil e, finalmente, chegou ao negócio da família.

Utilizar as datas comemorativas da melhor forma

As épocas festivas e datas especiais sempre foram um paraíso em potencial para grande parte dos pequenos e microempreendedores. Essas épocas costumam alimentar muito mais o caixa, graças à grande procura de presentes ou itens de época, como ovos de páscoa e chocolates, presentes de dia das mães, namorados, natal, entre tantos outros.

No entanto, não é raro que alguns desses comerciantes terem lucro menor do que o esperado ou o retorno acabar sendo o suficiente apenas para recuperar o investimento feito para a própria data. Para que esse tipo de situação não ocorra e a margem de lucros aumente, o empreendedor deve se preparar previamente para essas datas.

Preparar com antecedência

Um erro frequentemente cometido pelos lojistas quanto a datas comemorativas é não se preparar com antecedência. Como empreendedor, deve-se notar quais as datas são mais apreciadas pelos seus clientes e começar a trabalhar nelas meses antes da data determinada. Assim não haverá problemas como falta de estoque, entregas em cima da hora (ou depois) feita por fornecedores, deixando o empreendedor na mão e esse deixando, por consequência, os seus clientes.

Focar em algumas datas, não todas

Uma forma de evitar o problema anterior e ter melhor controle nesses períodos determinados é focar não em todas as datas comemorativas, mas apenas algumas, aquelas que são de maior apelo de seus clientes. Se o seu negócio for pequeno ou médio, dificilmente conseguira trabalhar natal, carnaval e dia internacional da mulher em sequência. Isso exigiria muito mais trabalho, gastos e infraestrutura. Então para evitar sobrecargas em seu comercio e funcionários, é melhor escolher apenas um dos três feriados e ter um foco maior nele.

Esse tipo de estratégia é focada no ciclo de varejo, tal como conhecido pelos comerciantes e varejistas. Esse ciclo nada mais é que separar o calendário anual, não em meses ou épocas, mas sim em datas comemorativas, ajudando o empreendedor a focalizar os períodos mais propícios para realizar ações.

Acompanhamento econômico

Outra questão importante para que empreendedores não acabem no vermelho ao tentarem utilizar épocas festivas é ficar de olho na economia e fazer comparativos com os anos anteriores. Acompanhar a tendência das datas nos anos anteriores ajudará com que escolha a data para utilizar no ano, ou se vale a pena investir naquele ano ou não, de acordo com o potencial econômico previsto para o ano.

Como o país não anda no seu melhor momento para pequenos empreendedores, é preferível ter cuidado e deixar que algumas datas passem e manter o lucro estável do que correr riscos enquanto a economia do país está incerta.

 

Eu empreendedor? O que você precisa saber para se tornar um

Você já deve ter ouvido muitas reclamações em seu círculo de amizade ou familiar, como está difícil se recolocar no mercado de trabalho por causa da crise econômica que o Brasil e os brasileiros estão passando.

Especialistas em economia dizem que a crise é uma ótima forma de criar oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

E como não se pode perder as chances que a vida proporciona, que tal arregaçar as mangas e colocar em prática o verdadeiro significado de aproveitar as oportunidades e se tornar um empreendedor?

Ser um empreendedor não é sinônimo de se ter uma grande quantia em dinheiro para investir em um negócio próprio. Existem várias histórias de empreendedores que começaram com investimento de menos de R$100,00 e são grandes cases de sucesso, pois se tornaram médias e grandes empresas de referência no mercado, cada um em seu segmento.

Ideias para empreender

Começar algo novo é sempre um desafio empolgante, ainda mais quando você já definiu qual será o produto ou serviço que vai investir. Mas não se desespere se esse não for o seu caso. Veja essas ideias de produtos e serviços com os quais você pode iniciar seu negócio.

  • Confecção de roupas
  • Representante comercial
  • Criação de produtos alimentícios
  • Artesanato
  • Telemarketing
  • Beleza

Percebeu que todas essas atividades dependem só de você para começar? E mesmo que você não tenha as habilidades e competências necessárias para trabalhar em uma dessas áreas, é possível encontrar cursos profissionalizantes em escolas físicas e também pela internet, e o melhor, de graça.

Investimento inicial

Escolher inicialmente trabalhar em casa é a primeira opção para quem está pensando em ser um empreendedor e não tem dinheiro para investir tão cedo.

Com pontos positivos como, a possibilidade de economizar com aluguel, transporte e alimentação, exercer uma atividade profissional é para quem tem disciplina. Mas cuidado, pois as “facilidades” que sua casa trás podem ser armadilhas para sua produtividade.

Dependendo da escolha do seu negócio, é preciso ter apenas uma linha telefônica e acesso a internet. Em outros casos o empreendedor terá que investir na compra de produtos como matéria prima ou maquinários. Dependendo do valor, você pode conseguir um empréstimo pelos programas de incentivo que o governo oferece.

Formalização

Para não se perder na administração do seu negócio é importante consultar um órgão especialista sobre a importância de ser um trabalhador autônomo, mas de forma legalizada.

O Sebrae pode esclarecer suas dúvidas de como se tornar um MEI(Microempreendedor Individual), que é a modalidade onde o empreendedor trabalha sozinho e pode ter um CNPJ e benefícios sociais, além da orientação para que seu negócio seja bem administrado, cresça e tenha vida longa.