Os SUVs superam as vendas de carros populares

 

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Em 2017, pela primeira vez no mercado nacional, a venda de carros utilitários esportivos, chamados SUVs, que tem como público alvo, pessoas com maiores rendas, venderam mais do que os carros de entrada, voltados para os clientes com renda mais baixa.

Nos primeiros quatro meses desse ano, os SUVs tiveram 21,4% do total de carros vendidos, contra 17,5% no mesmo período do ano passado, segundo a associação representante das concessionárias (Fenabrave). Quando em 2012, as vendas de carros bateram recordes no país, os SUVs venderam 8,9% do total e os carros populares totalizaram 31,3%, ficando dessa forma, com a maior parte das vendas. Hoje, o quadro é totalmente diferente, com os carros mais básicos, vendendo no acumulado desse ano, 20,7%.

Em 2015, foi quando essa trajetória começou a mudar, devido a dois fatores. O primeiro foi quando o desemprego no país começou a aumentar, e em consequência disso, os créditos por parte dos bancos ficaram cada vez mais difíceis de conseguir, reduzindo dessa forma, as vendas de carros zero, para as pessoas com poder aquisitivo menor. O segundo fator veio quando as montadoras, começaram a perceber, que somente os clientes com poder aquisitivo maior, iriam continuar comprando veículos 0 km e então, começaram a investir nos lançamentos desses utilitários, que são os preferidos por essa classe.

Duas marcas se destacaram e lançaram campeões de vendas: a Jeep  lançou o Renegade  e a Honda lançou o HR-V, ambos entraram no mercado, nos primeiros meses de 2015. Em um cenário nada promissor para os carros de entrada, esses dois SUVs, chegaram no final desse mesmo ano, entre os dez carros mais vendidos do ano. Em uma comparação, no ano de 2012, a SUV mais vendida foi a Duster, da Renault, aparecendo somente em 16º no ranking geral.

As outras montadoras, acabaram aderindo a essa moda de SUVs, e para diminuir os efeitos da crise, começaram a lançar veículos desse segmento. A Nissan lançou o Kicks em 2016 e a Hyundai lançou o Creta este ano.

As montadoras garantem que, apesar dos SUVs terem se tornado os preferidos pelos consumidores com poder aquisitivo mais alto, esse desempenho não foi capaz de anular as perdas, causadas pela queda nas vendas dos carros mais básicos. A Honda declarou, que mesmo com o crescimento das vendas dos SUVs, o custo de produção desse segmento é maior, devido aos gastos com material, para garantir a versatilidade e a forma mais robusta desse carro.

Nos próximos meses, a tendência desse crescimento é perder um pouco a força, na sua participação das vendas no mercado, já que a estimativa é de melhora da economia, e isso acontecendo, a venda de carros mais básicos, irá aumentar. Com o número de desempregados diminuindo e o aumento da liberação dos créditos para financiamentos, mesmo que seja de forma gradativa, vão elevar as vendas de veículos populares, retomando o espaço perdido para os utilitários esportivos nos últimos anos.

 

Compliance: uma ferramenta sem grandes custos aos empreendedores

 

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Uma nova tendência no mercado é o Compliance, que deriva do verbo em inglês “to comply” e tem o significado de conformidade. Esses instrumentos utilizados em várias empresas e que cada vez mais é aplicado às empresas brasileiras, vem como uma solução de governança corporativa e conformidade legal para gerar boas práticas e um ambiente limpo nas empresas, bem como evitar perda de recursos, melhoria da imagem e vantagem concorrencial lícita.

No entanto, muito se acredita que o compliance foi feito apenas para grandes empresas que podem aplicar grandes recursos na implementação de um programa, o que não é verdade. Hoje, cada vez mais, o mercado exige novas soluções às médias e pequenas empresas que, para garantir seu crescimento, precisam de novas práticas.

No Estado do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Controle e Transparência, algumas empresas de médio e pequeno porte foram condenadas com base na Lei Anticorrupção, e isso poderia ter sido evitado por simples práticas de compliance, sem a necessidade de aplicação de grandes e volumosos recursos.

Então quais são os pontos essenciais para um bom programa de compliance sem a necessidade de um alto investimento?

Inicialmente, os administradores devem se comprometer a levar o programa a sério e, a começar por eles a mudança de atitude, fazendo sempre o que é certo e seguindo a legislação vigente.

Um bom código de conduta que componha todos os riscos devidamente tratados na empresa é de suma importância. Nada muito extenso, devendo ser escrito em linguagem clara, simples e objetiva, contendo exemplos práticos e as devidas punições aos transgressores.

A maior parte dos recursos alocados deve ser direcionada a comunicação e o treinamento. Veja bem, não adianta o comprometimento da alta administração, bem como a confecção de um ótimo código de conduta, se ninguém souber da existência dele e nem ser devidamente treinado. Uma reunião com o Presidente (ou qualquer outro cargo máximo da empresa) deve ser feita, com ele se comprometendo com o programa, fazendo a entrega do código de conduta aos colaboradores e terceiros, deixando uma cópia disponível e se possível de forma online (por email ou site). Já o treinamento deve ser feito demonstrando os casos práticos e de forma a promover o “fazer o certo” na empresa, sempre reiterando as boas condutas por meio de pequenas reuniões, eventos, e-mails, cartazes e etc. Basicamente: treine e, comunique sempre!

Como se trata de uma empresa que não pode dispor de grandes investimentos, o canal de denúncia da empresa pode ser feito pela disponibilização de um email e/ou número de telefone, deixando nas mãos do responsável pela condução do programa de compliance o controle e triagem das denúncias, que devem ser anotadas de forma organizada e respondidas. O importante é garantir o anonimato e confidencialidade do denunciante.

Como especialistas dizem: “Se você acha o Compliance caro, tente o não compliance!”.

Magazine Luiza faz novas parcerias de vendas

Com uma meta de integração entre as lojas físicas e digitais, o Magazine Luíza acabou tendo um crescimento de mercado, aumentando assim os seus lucros. Nessa Páscoa, pela primeira vez, vendeu chocolates, inovando e aumentando o seu marketplace. Um dos recentes parceiros da companhia, é a Mondelez, que vende chocolates através do site.

Em abril, o número de parceiros chegou a 100, tendo em seu marketplace, marcas como a Avon, Spicy, ClimaRio, Onofre, Havan, Madeira Madeira, Drogaria SP, Drogaria Pacheco, Connectparts, entre outros vários parceiros, chegando a totalizar 220 mil itens diferentes no seu shopping online.

A empresa, além dos seus produtos tradicionais, está vendendo produtos como cosméticos, alimentos e produtos para carros. Graças a essas novas parcerias, o Magazine Luiza está adotando uma estratégia que visa aumentar as vendas online e o seu marketplace.

Os produtos oferecidos pelas empresas parceiras, em 98% dos casos, não concorrem com os produtos oferecidos pelo Magazine Luiza, ampliando assim o seu catálogo de mercadorias.

Houve um aumento no número desses novos parceiros, depois da compra  da startup Integra , que tem como principal objetivo, a gestão de marketplaces e lojistas, com mais de 200 empresas usuárias desse sistema.

Como resultados dessa estratégia, podemos observar que as vendas da empresa tiveram um grande aumento, garantindo o seu maior Ebitda, que é lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, desde que foi fundada.

A companhia apresentou um lucro líquido de R$ 59 milhões, nos primeiros três meses do ano, contra R$ 5 milhões, no mesmo período do ano anterior. O total de vendas cresceu 23% nos primeiros três meses do ano, atingindo R$ 3,4 bilhões.

A empresa teve como principal destaque, o aumento das vendas online, representando quase 30% do total de vendas. Esse lucro foi 56,2% maior do que no ano anterior.

O Magazine Luiza possui mais de 800 lojas físicas, que fazem a distribuição e servem como pontos de retirada das vendas online, para que o comprador não tenha o custo do frete, chamado de Retira Loja. A empresa a partir de agora, vai ter como meta, fazer essa entrega na loja física em 48 horas, diminuindo assim, o tempo de entrega para as compras feitas com esse sistema. Com essa diminuição do prazo de entrega, o tempo de estoque diminuiu de 73 dias, para 66 dias, nesse mesmo período do ano passado.

Outro fator para o aumento das vendas, é o investimento da empresa, para compras através do aplicativo para smartphones, que já tem mais de 5 milhões de downloads.

Além de uma estratégia de integrar vendas online e lojas físicas, outro fator determinante para o aumento do crescimento, foram os preços mais racionais praticados pela empresa. Apesar da competitividade do mercado, o Magazine Luiza se beneficia e aumenta a sua taxa de conversão.

 

 

Crescimento econômico do Sudeste Asiático

Os países do Sudeste Asiático estão chamando a atenção das empresas, que procuram ampliar seus negócios, já que possuem um mercado consumidor numeroso e estão com a economia em alta.

A Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) , formada pela Malásia, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Brunei, Singapura, Myanmar, Camboja, Laos e Vietnã , se encontra em terceiro lugar entre as economias do continente asiático. Possui um PIB de 2,4 trilhões de dólares, crescendo em média 6% anualmente, está recebendo investimentos de países com os maiores crescimentos do mundo.

O ranking Doing Busines, do Banco Mundial, é liderado por Singapura, onde é analisado a facilidade de manter negócios com países por todo o planeta. Hoje, Singapura possui o maior número de sedes internacionais, que tomam conta de seus negócios na Ásia a partir de lá, tendo ultrapassado inclusive a China.

Diante da instabilidade na Europa e do governo americano de Donald Trump, sendo considerado o maior risco político mundial pela consultoria Eurasia, a economia local está correndo risco de ser prejudicada. Os produtos mexicanos com 20% de taxação e os chineses com 45%, podem gerar uma guerra comercial, com aumento dos preços no mercado americano, atingindo assim, os consumidores mais pobres desse país.

Sendo um polo global, a Asean aparece como uma fonte primária resultante das exportações. As empresas localizadas nessa região, acreditam que dentro de três anos, a maior parte dos seus lucros, venham do Sudeste Asiático, devido a alguns países, como a Índia por exemplo, estar próxima dessa região, contando com um crescimento econômico acelerado e ao numeroso mercado de consumo.

Com mais de 50 anos nessa região, o banco JP Morgan, concluiu em uma análise feita, que houve uma evolução na região, com novas chances de negócios, sem perder a qualidade e com custos baixos. Com uma melhor competitividade entre os países, a Asean vai apresentar crescimento nos próximos anos.

Os países do Sudeste Asiático movimentaram 121 bilhões de dólares em 2015, totalizando 7% dos investimentos globais. Esses números mostram o ótimo índice econômico dos últimos oito anos.

Houve um crescimento da classe média dessa região, aumentando o poder de compra de seus habitantes. Hoje, essa classe de consumidores conta com cerca de 67 milhões de famílias. No Vietnã, esse aumento no poder de compras, principalmente das áreas urbanas, fez aumentar o investimento, com o surgimento de novas lojas de marcas conhecidas mundialmente. Estão previstos para os próximos anos, a abertura de 300 novos supermercados e cerca de 1.500 novas lojas de conveniências.

Para esse ano, a expectativa de crescimento para essa região é de 4,8%, e uma projeção mostra que até 2050, a Asean deve estar em quarto lugar na economia mundial. Para isso, é importante as diversidades no mercado, o crescimento sustentável e o crescimento de consumo.

Entre os dez países com a melhor infraestrutura do mundo, dois ficam nessa região, segundo o Banco Mundial. A Ásia possui uma previsão de investimento nessa área, até 2020, de cerca de 1 trilhão de dólares ao ano.

O Sudeste Asiático deve estar na lista das cinco maiores economias com potencial digital, até 2025.

 

Manaira Shopping, de Roberto Santiago, foi na contramão da crise, contando até com uma casa de shows badalada

Apesar da situação de recessão econômica que sofria o país em 2015, e que ainda sofre por sinal, na contramão da crise seguiam os shoppings centers, com um crescimento que beirava os 6,5%. Nessa referida época, encontrava-se o faturamento do setor, considerando-se a totalidade do país, em um montante de 150 bilhões de reais. A informação, vale lembrar, partiu da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), por meio de um censo divulgado à época.

E tal como essa média de crescimento geral, os dois shoppings centers de Roberto Santiago, o Manaira Shopping e o Mangabeira Shopping, ambos situados na capital paraibana, também não fugiram a essa tendência nacional. O primeiro, inaugurado em 1989, é o de maior área bruta locável, considerando-se o total de cinco centros comerciais em todo o Estado. E parte do segredo para manter-se bem-sucedido, afirmava o empresário à época, deve-se à aposta de fazê-lo um espaço multiuso, com várias opções de entretenimento aos seus visitantes.

Além de contar com uma faculdade e uma academia no seu interior, o Manaira Shopping de Roberto Santiago, conta também com uma casa de shows, a Domus Hall.

Um pouco sobre a casa de shows que potencializa o empreendimento de Roberto Santiago

Com já sete anos de existência e sucesso de público, a Domus Hall segue como sendo uma das maiores casas de shows da capital paraibana. Estando situada no mais antigo shopping de Roberto Santiago, o Manaira Shopping, fica então bem localizada, entre as praias do litoral norte da cidade do João Pessoa e o centro da mesma.

Sua capacidade para um público de, em média, quatro mil pessoas sentadas ou, se em pé, dez mil pessoas, faz dessa casa de espetáculo ser considerada uma “boate gigante”, quando não logo um “teatro para shows musicais”, como dizem alguns. E a estrutura também atende a essas expectativas, posto que, além de atualizada em seu design, é também bem climatizada e conta com a parte do som e isolamento acústico dos mais modernos.

Mas não para por aí, pois o referido espaço, situado no Manaira Shopping de Roberto Santiago, conta com dois andares, não só com um. No primeiro andar, o frequentador encontra um mezanino com camarotes individuais e também privê com capacidade para dez pessoas, fora lounge music e acesso aos camarins. Já no térreo, a depender de cada evento, poderá encontrar tanto mesas quanto cadeiras ou pista livre.

Desde a sua inauguração, ocorrida em 2009, com um show da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano, que esse empreendimento tem como foco atrair para João Pessoa grandes artistas, seja nacionais ou internacionais, e dos mais diversos estilos musicais. Não à toa, no mesmo local, já aconteceram apresentações de Ana Carolina, Seu Jorge e O Rappa, por exemplo.

Além disso, também ocorre nele apresentações de humor, como os Stand-ups, sem deixar de servir para os eventos mais tradicionais da sociedade, como as formaturas e os casamentos, assim como as feiras de exposições e quaisquer outros tipos de eventos privados.

Empreendedores de sucesso dão dicas para fazer o negócio crescer

Transformar um pequeno negócio em uma grande companhia é um desafio enfrentado por milhares de empreendedores. Atualmente no mercado, é possível encontrar alguns exemplos de empresas que tiveram um crescimento estratosférico, como a Airbnb e a Skyscanner, só para citar alguns.

Para quem possui uma start-up ou um pequeno negócio que almeja crescer, é importante contar com os erros e acertos de quem já trilhou o caminho do sucesso.

A BBC Brasil entrevistou quatro empreendedores de sucesso com o intuito de trazer uma série de dicas para quem ainda está batalhando para fazer o seu negócio crescer.

As dicas são baseadas nas experiências, positivas e negativas, desses empreendedores ao longo de suas jornadas. Confira a seguir:

Aprenda a delegar tarefas

Para a Jéssica Butcher, co-fundadora da Blipper, uma start-up que em 5 anos de existência possui um valor de mercado de US$ 1 bilhão, conta que a medida que o negócio vai crescendo, é necessário saber delegar e distribuídas as tarefas para o time.

Ainda segundo a empreendedora, o fundador não precisa participar de todas as tomadas de decisões da empresa. Saber confiar no time e delegas tarefas para os profissionais adequados, é essencial para fazer o negócio evoluir.

Utilize o entusiasmo como combustível

Para o criador do Kobo, empresa de livros digitais que concorre diretamente com a Amazon, é preciso engarrafar a paixão para utilizar o entusiasmo para lidar com os desafios diários. P

Para o empreendedor, também é necessário contar com um time formado por pessoas de diferentes culturas e habilidades. De acordo com o milionário, é essencial ter pessoas com paixão e desafiadoras ao redor.

Não seja precipitado

Alex Depledge, fundador da Hassle, diz que é fundamental aprender a lidar com as frustrações para não tomar decisões precipitadas. Quando a Hassle passou a atuar no mercado Global, o empreendedor passou a ter dificuldades e por não saber administrar as emoções, acabou vendendo a empresa para um grupo alemão.

De acordo com o empresário britânico, se ele soubesse o que saberia hoje, provavelmente não teria vendido a companhia. Para ele, ficou a lição: não tome decisões precipitadas.

Menor pode ser melhor

Para Bill Veghte, que já atuou em gigantes como Microsoft e HP e que atualmente está na Survey Monkeys, o ambiente de trabalho em um negócio de pequeno porte é mais desafiador. O empreendedor conta que gerenciar um time pequeno, como a Survey Monkeys, é como pilotar uma lancha. Para o empreendedor, há uma conexão mais íntima entre todos os colaboradores.

 

Tendências do Varejo online

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Com advento da informação instantânea e suprema, a internet define o século vinte e um como o das oportunidades virtuais. Uma pesquisa encomendada pelo buscador Google revelou que as compras em mercados online, até o primeiro ano da próxima década, dois mil e vinte e um, irão dobrar, crescendo cerca de doze por cento ao ano.

De tal forma que quarenta e dois por cento das vendas até esse ano serão pela web, o que significa um montante de cento e quinze milhões de dólares ou trezentos e setenta milhões de reais.

Veja a seguir o que tende a ocorrer no mercado do e-commerc

 

  • Quarenta e quatro por cento dos internautas comprarão pela própria internet
  • Compradores utilizam diversos dispositivos
  • Quarenta por cento fará as compras pelo celular
  • Quem mais venderá pela web

 

1 – Quarenta e quatro por cento dos internautas comprarão pela própria internet

O número total de clientes que usam a Rede Mundial de Computadores para adquirirem novos produtos chegará a sessenta e oito milhões, segundo a pesquisa encomendada pelo gigante Google. Destes, vinte e sete milhões farão sua primeira compra.

2- Compradores utilizam diversos dispositivos

Citando dados do Brasil, a pesquisa feita para o buscador identificou que os usuários compra quarenta por cento mais em portais que tenham mais de um canal de vendas (além do espaço físico e site, aplicativos), o que significa um melhor aprimoramento na disponibilidade desses serviços.

3-  Quarenta por cento fará as compras pelo celular

Trinta por cento dos usuários da Internet só a acessam em dispositivos mobliy, os celulares, de modo que até dois mil e vinte e um trinta e cinco bilhões de reais sejam oriundos das compras realizadas nesses aparelhos, totalizando quarenta e um por cento .

4- Quem mais venderá pela web

O levantamento da pesquisa contabilizou os setores que mais se destacaram no varejo online na próxima década. São eles em lista, apresentando primeiro os que mais cresceram e seus percentuais de crescimento:

-artigos e roupas esportivas (17%)

-livros (17%)

-roupas e beleza (15%)

-móveis

-cosméticos

-eletroportáteis

-computadores

-alimentos e bebidas

As causas do crescimento são a retomada da economia Mundial, maior consumo familiar e confiança nos markteplaces.

 

Rede D’Or, proprietária do Copa Star, implanta serviço Smart Track em seus 32 hospitais

A precisão e a agilidade são duas das maiores preocupações em setores hospitalares delicados, como o Pronto Socorro. E foi pensando nesses motivos que a Rede D’Or, também proprietária do Copa Star, implantou o sistema Smart Track em seus 32 hospitais da sua rede.

Com este novo sistema, o atendimento é rigorosamente monitorado para que todos os detalhes da triagem possam ser perfeitamente controlados.

O cuidado começa já no monitor, onde a chegada de um paciente é observada e recepcionada por uma equipe que está completamente a postos. Seguindo um roteiro com diferentes etapas, onde cada uma é realizada por um grupo diferente de profissionais especializados, todos os cuidados são tomados para que nada fuja do previsto.

A inspiração para o sistema Smart Track foi baseada no atendimento prestado por boxes da Fórmula 1, onde cada profissional sabe perfeitamente qual o seu papel. Com isto, este sistema de atendimento para pacientes não graves contribui com eficiência e qualidade ímpar para a recuperação.

A preocupação com a eficiência dos serviços é algo constante nos hospitais de alto nível da Rede D’Or, como o é visto na vertente de luxo da rede no hospital Copa Star, sua principal estrela. Desta maneira, a o sistema de atendimento foi perfeitamente alinhada com as rotinas médicas hospitalares.

Entre os diferenciais deste sistema, está a rapidez do primeiro contato do paciente com o médico. Algo diferente do que ocorre comumente em hospitais, onde o paciente recebe as primeiras atenções das enfermeiras e logo após vai para o final da fila, onde será examinado pelo médico.

A redução neste tempo de espera contribui perfeitamente para que o paciente sinta que está recebendo toda a atenção necessária sobre questões relacionadas à sua saúde. Segundo os diretores da Rede D’Or, após a chegada do Smart Track, o tempo de espera que era de até uma hora e meia, foi reduzido para, no máximo, 20 minutos.

Cada fase do atendimento do paciente é comunicada para as outras equipes, que já preparam os procedimentos necessários para acolher o paciente. Com isto, além da redução no tempo de espera, os hospitais oferecem também melhores resultados finais em sua assistência, o que os valorizam ainda mais.

Outro grande diferencial do sistema Smart Track é que o paciente está sempre evoluindo, ou seja, nunca regressa a um atendimento já realizado: uma vez que já passou pela recepção, o paciente não precisará mais retornar ao local para recolher exames ou esperar a vez para o próximo procedimento.

Para que o sucesso desta metodologia ocorra em plenitude, os demais hospitais dos idealizadores do Hospital de luxo, o Copa Star, a Rede D’Or mantêm treinamentos constantes com equipes pré-definidas, onde a padronização de cada detalhe deve corresponder aos critérios de qualidade impostos.

Com o intuito de levar os pacientes aos atendimentos mais eficazes, os profissionais os classificam em diferentes níveis de gravidade, sendo os “vermelhos” correspondentes a tratamentos mais sérios, os “amarelos” a tratamentos intermediários e os “verdes” a situações com menos gravidade.

Enquanto os “vermelhos” seguem para as salas de emergência, os “amarelos” e “verdes” são encaminhados para salas de medicação, repouso ou recebem liberação imediata.

Com tudo isto, o cuidado com a qualidade dos atendimentos nos hospitais, como também é visto no Copa Star, também da Rede D’Or é facilmente notada com a aplicação de sistemas eficientes, como o Smart Track.

 

 

Burguer King investe em expansão agressiva e facilita aquisição de franquias

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Uma das áreas mais lucrativa no meio dos negócios é a alimentícia, visto que a alimentação é uma necessidade básica e por vezes faz parte da diversão do público geral.

Sendo uma das favoritas dos empreendedores na hora de buscar uma franquia para investir ou negócio próprio para montar, no entanto investir em uma franquia famosa pode custar valores exorbitantes o que afasta o investidor. Mas o Burguer King pode estar tentando mudar essa realidade.

Sendo uma das empresas de fast food que mais crescem no Brasil, atualmente com 500 lojas espalhadas pelo país, planeja investir em um plano de expansão agressivo, com o intuito de crescer a rede ainda mais, tendo mapeado 200 cidades em potencial para estabelecer novas unidades.

Oportunidade para empreendedores

A empresa criou uma plataforma em seu site onde o empreendedor pode se cadastrar, tirar dúvidas e conversar sobre os modelos que podem ser adquiridos.

São disponibilizados quatro tipos de loja, cada uma com sua característica, de loja rápida e de tamanho reduzido, até lojas grandes com drive thru. A empresa está disposta a negociar com os empresários interessados a abrir uma franquia do Burguer King, analisando a capacidade de investimento do empreendedor, o local onde o mesmo pretende colocar a loja, mas também não deixará de analisar se a localização é adequada para instalação da unidade.

Uma boa localização

A área dos alimentos está crescendo cada vez mais, no entanto o empreendedor deve estar ligado nas tendências e nos locais onde pretende investir. É preciso estar ciente de que uma boa localização irá influenciar prontamente e impactar nos lucros, positiva ou negativamente.

Por essa razão um dos fatores de avaliação da empresa aos empreendedores que desejam adquirir uma franquia tão grande quanto o Burguer King.

A concorrência

O maior concorrente do Burguer King é certamente o McDonalds. O McDonalds diferente do Burguer King parece mais interessado em investir em quiosques de autoatendimento em que o cliente simplesmente através de telas touchscreen clicam e selecionam seus pedidos, montam seus lanches de forma personalizada se assim desejarem e fazem o pagamento, tendo então apenas que esperar o seu pedido.

O modelo novo que está sendo testado nos Estados Unidos é uma variação do modelo de algumas lojas de alimentos existentes no Japão, em que os clientes fazem a compra automaticamente na entrada de estabelecimentos em máquinas de tickets e os levam para o balcão e esperam por seu pedido.

 

 

 

Os 5 empresários mais bem sucedidos do mundo

Eles estão em todas as redes. De diferentes áreas e países essas pessoas compartilham algo: o sucesso. Os setores que abrangem os executivos mais poderosos do mundo são tecnologia, economia, serviços, moda e educação. Confira abaixo 5 cases de sucesso do mundo empreendedor.

  1. Bill Gates (EUA)

Bill Gates, 59 anos, é dono, junto com Paul Allen, da empresa norte-americana Microsoft. Em 1975, como estudante de Harvard, não satisfeito com a faculdade, fundou a mais popular empresa de software do mundo. Bill tem um patrimônio avaliado em 86 bilhões de dólares, é filantropo e em 2005 criou a Fundação Bill e Melinda Gates, um projeto que destinou mais de 30 bilhões em programas humanitários. Em 2013 Bill recuperou o posto de homem mais rico do mundo depois que suas ações se valorizaram.

  1. Mark Zuckerberg (EUA)

Mark, 31 anos, é fundador da maior e mais conhecida rede social do mundo, o Facebook. A empresa foi fundada em 2004, Mark tinha apenas 19 anos. Com a entrada da rede na bolsa de valores norte-americana Nasdaq seu patrimônio cresceu e hoje é de 56 bilhões. Por meio do facebook Mark adquiriu outras empresas como Whatsapp e Instagram. Em 2015, ele anunciou que destinaria 99% de suas ações do Facebook para a caridade. Mark é casado, tem uma filha, e mora na California.

  1. Amancio Ortega (Espanha)

Amancio Ortega,78 anos, é dono das marcas de grife Zara, Oyshio, Massimo Dutti, Pull and Bear e Stradivarius presente em mais de 77 países, 35 no Brasil. Seu patrimônio está avaliado em 70 bilhões e é o residente mais rico da europa com 59% das ações da Inditex, a maior varejista têxtil do mundo. Amancio também possui investimentos privados. Mora em Corunha, Espanha. Foi considerado como o homem mais rico do mundo.

  1. Jeff Bezos (EUA)

Jeff, 52 anos, é presidente e CEO da Amazon, uma empresa de comércio eletrônico. Nos anos 90, Jeff tinha o objetivo de vender livros, começou com 20, e logo sua rede de venda se expandiu. Comprou outras empresas de vendas online, como Alexa Internet, A9.com e a Internet Movie Database (IMDb). A compra do Jornal Washington Post por 250 milhões foi sua última aquisição, em 2013. É casado, tem 4 filhos, e mora em Seatle (EUA).

  1. Carlos Slim (México)

De 2007 a 2012, Carlos Slim, 75 anos, foi considerado o homem mais rico do mundo. Engenheiro, Carlos é acionista majoritário da maior operadora de telefonia móvel da América Latina, América Movil (Claro, Embratel e Net). Tem um patrimônio estimado em 54 bilhões e investe em diversos setores, como o financeiro (grupo Inbusa e CaixaBank), mídia (Jornal New York Times), futebol (Pachuca, León, Universidad del Fútbol y Ciencias del Deporte e Real Oviedo) e tabaco (Philip Morris).