Mercado da beleza para os novos empreendedores

Recentemente, a AVEC divulgou dados que colocam os paulistas como os brasileiros que mais gastam dinheiro em salões de beleza. Segundo a AVEC, o gasto médio de cada paulista em uma única visita ao salão de beleza costuma ser de 97 reais. Essa é uma ótima notícia para todos os empreendedores brasileiros que queiram atuar nesse mercado.

O segundo lugar ficou para os mineiros, com gasto médio em torno de 90 reais a cada visita. Isso só reforça a ideia de que o mercado da beleza continua crescendo e ganhando espaço entre os brasileiros. No levantamento feito pela AVEC, eles ainda conseguiram criar um ranking das cidades que mais registram idas ao salão de beleza: Minas Gerais, com 8,46 visitas por semana, Rio Grande do Sul, com 8,76, Santa Catarina, com 8,7, Rio de Janeiro, com 8,58, Paraná com 8,52, e finalmente São Paulo, com 8,46 visitas semanais aos salões de beleza.

Para quem quer se aventurar nesse mercado é preciso conhecer os gostos do seu público alvo naquela região, e investir em produtos e serviços que serão procurados por eles. Atualmente os salões de beleza oferecem diversos serviços e produtos, que vão desde um simples corte de cabelo, até um dia completo de spa. No caso dos paulistas, a cidade é a que mais registra gastos com salão de beleza, mas não é a que mais registra idas ao salão. O que significa que os paulistas estão mais dispostos a gastar mais em serviços e produtos que atendam às suas necessidades.

Essa é uma observação importante a se fazer, nem sempre o produto ou serviço mais barato consegue ser tão procurado. Por isso, se você quer empreender nesse mercado, pense em oferecer um ótimo produto ou serviço, e cobre de uma forma justa por ele. A qualidade faz a diferença na hora de fidelizar clientes, isso faz com que eles chamem outros clientes para o estabelecimento.

Engana-se quem pensa que precisa de grandes investimentos para atuar nesse mercado. Algo muito comum hoje em dia, são os salões de beleza que funcionam em um espaço da casa do proprietário ou até mesmo na garagem. Isso economiza dinheiro com aluguel e com deslocamento do empreendedor até o seu negócio. Com apenas alguns equipamentos indispensáveis, como, secador de cabelo, escovas, cadeira própria para salão, tesouras e produtos de cabelo, é possível começar a atender alguns clientes.

Além disso, ainda existe a opção de atender no local que o cliente desejar. Essa ainda é uma modalidade pouco explorada nas cidades, mas que pode dar muito certo. Nem sempre as pessoas têm tempo para ir até o salão de beleza, por isso o empreendedor pode levar um kit com os equipamentos e produtos necessários até seu cliente.

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Levantamento de 2016 traz as cinco tendências do varejo online até 2021

em outubro do ano passado, 2016, os próximos anos seriam bons para os que resolvessem intervir no comércio digital, com “boas perspectivas e oportunidades de negócio”. Com essa pesquisa, teve-se a previsão de que as vendas realizadas por meio da internet dobrariam até o ano de 2021, crescendo assim, em média, 12,4% ao ano.

Era também afirmável, a partir desta, que, dentro de cinco anos, a partir do ano passado, o impacto da web no varejo teria aumentado em mais de 70%, atingindo então o marco de 42% de todas as vendas realizadas. Porcentagem essa que, mesmo ao desconsiderarmos o comércio de alimentos e bebidas, já representaria cerca de R$ 365 bilhões.

Desse modo, faz-se válido pontuar aquelas que seriam assim, para os próximos anos do varejo digital, as cinco maiores tendências.

E logo de primeira, pode ser citado o aumento no número de consumidores. No caso, a previsão específica era de que, em cinco anos, a partir de 2016, teríamos mais 27 milhões de pessoas realizando sua primeira compra pela internet. Com esse número a mais, teríamos então um total de 67,4 milhões de consumidores online, comumente chamados de “e-shoppers”. O número representará 44% do total de internautas.

A segunda tendência era em relação aos setores que serão os mais promissores, posto que a avaliação considerou, ao todo, quatorze categorias do varejo, a exemplo das categorias de roupas e de móveis; ou das categorias de cosméticos, televisores e de computadores; além das categoria de livros, eletroportáteis, artigos e roupas esportivas; e até mesmo das categorias de periféricos e alimentos e bebidas. Assim, dentre essas categorias todas, algumas deverão crescer acima da média, nesses próximos anos, como as de artigos e roupas esportivas, com 17%; livros, com também 17%; e a categoria de roupas e beleza, com 15%.

Em terceiro, tínhamos o fato de que o comércio mobile tem ficado cada vez relevante, não à toa que, em 2016, já representavam 30% do total de internautas, aqueles que só poderiam ser atingidos pelo mobile, ou seja, aqueles que não usavam de outros dispositivos para acessarem a internet. E desde o final do ano passado, 2016, que 19% das vendas de e-commerce já iriam ocorrer por meio desses dispositivos, assim movimentando cerca de R$ 9 bilhões. Sendo então previsto, para 2021, que passaria para os 41%, a participação da categoria, pulando-se, consequentemente, para a quantia de R$ 35 bilhões movimentada nesse segmento.

Depois, em quarto, teve-se a descoberta do estudo sobre o fato dos clientes brasileiros que estão envolvidos em todos os canais das marcas, que envolvem tanto aplicativo quanto espaço físico e site, gastarem assim 40% a mais do que aqueles consumidores limitados ao uso de apenas um desses canais, em 2016. Desse modo, tínhamos aí uma tendência forte, indicando maiores investimentos na construção de iniciativas que fossem voltadas para consumidores desse tipo que consumia 40% a mais.

Por fim, a quinta tendência falava dos motivos para que houvesse esse previsto aumento das vendas online. O levantamento indicava então uma maior confiança do consumidor, além de um possível retorno do chamado “consumo das famílias”, além da ascensão daqueles site onde várias empresas podem vender ser respectivos produtos, comumente chamados de “marketplaces”. E também, é claro, havia o motivo de que simplesmente haveriam, com o passar dos anos, mais consumidores ativos.

 

Rede de lojas Daiso vem crescendo no Brasil

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A Daiso que é uma rede japonesa, vem crescendo a cada ano, mantendo o seu foco na venda de mercadorias com preços baixos, apresentando um catálogo completo com itens superficiais e que vem aumentando o seu crescimento no Brasil e em outros países do mundo. Para o ano de 2017 no país, a previsão é inaugurar vinte novas lojas, sendo que cinco delas, já estão em funcionamento.

Em março, foi inaugurada uma loja em um dos shoppings mais luxuosos do Brasil, na cidade de São Paulo, o Cidade Jardim, onde uma banda tocava uma canção japonesa e podia ser ouvida por toda a loja.

Cheio de orgulho, o diretor-presidente no país da Daiso, o japonês Keisuke Ono, entoava alto o refrão durante a inauguração, mostrando toda a alegria pela nova unidade brasileira, declarando a dificuldade do caminho percorrido até então, falando em português, já que reside no país há quinze anos.

Reginaldo Gonçalves, gerente geral da rede, estava ao lado cantando a mesma música, sendo acompanhado pelos funcionários, o que se repete em cada inauguração.

Hoje a empresa já conta com 300 funcionários no país, em 23 lojas, tendo sua primeira loja inaugurada em 2012.

Essa loja no shopping paulista, devido ao seu tamanho menor com cerca de 260 metros quadrados, acaba destoando das demais lojas da rede, apresentando prateleiras feitas de madeira e lâmpadas de LED, além de mercadorias exclusivas.

Apesar dessa diferença, ela apresenta como nos outros espaços, gôndolas com diversos produtos pequenos de diversas cores e preços variando de 7,99 a 49,90 reais.

Keisuke Ono comentou que essa loja servirá de modelo para as outras que a companhia deseja abrir, sendo que a meta da empresa é inaugurar  dez lojas por ano , até 2020.

Depois de atuar como presidente de companhias japonesas aqui no país, ele aceitou o convite para iniciar no Brasil, o desafio de vender para brasileiros, produtos japoneses com preços acessíveis.

Fazendo uma pesquisa detalhada, ele acabou decidindo abrir a primeira loja da Daiso na rua Direita, localizada no caos do centro de São Paulo, com um orçamento bem baixo. Além dele, somente uma secretária fazia parte deste desafio e que permanece até hoje na companhia.

Falando perfeitamente o japonês e com grande habilidade comercial, Reginaldo que viveu vinte anos no Japão e foi o terceiro empregado da loja, passando depois de três meses, a exercer o cargo de gerente geral.

No ano de 2013, contando com um quadro de funcionários um pouco maior, a Daiso passou por dificuldades quando a loja foi saqueada, depois de depredada, no primeiro grande protesto da cidade em 2013.

Com o pequeno recurso que sobrou e contando com o apoio dos funcionários para reerguer a loja, que quase declarou falência. A canção japonesa foi cantada pela primeira vez por todos, o que acabou se transformando na marca registrada dos funcionários, nas inaugurações das novas lojas.

A expansão no Brasil foi rápida, saltando de 60 milhões de reais, no ano de 2015, para 100 milhões de reais, em 2016. A meta para 2017, é de passar dos 200 milhões de reais até o final do ano.

Esse aumento aconteceu devido ao volume de vendas, tendo um valor médio gasto por cliente de R$ 35,00.

Na nova loja do Cidade Jardim, a estimativa da companhia é de que cada cliente gaste em média R$ 50,00, já que o investimento foi maior no ponto comercial, totalizando 1,5 milhão de reais.

 

Aumenta a procura das empresas por sistemas de compliance – com Bruno Fagali

Aumenta a demandas das empresas por sistemas de compliance, que evitam fraudes e riscos. Quem noticia a informação é o advogado Bruno Fagali, que também atua na Fagali Advocacia.

Compliance é o termo em inglês vindo de “to comply with” ligado a conformidade de regras e procedimentos legais. Os softwares permitem a melhora dos níveis de segurança, adequando os níveis de segurança da empresa/ organização.

A base dos sistemas de compliance é um código de conduta e ética que deverá ser seguido por todos na instituição. Dessa forma há uma melhora nos níveis de governança, redução dos riscos e ajuda na identificação de fraudes e/ ou desvio éticos.

Bruno Fagali reporta a fala do coordenador do MBA de compliance da Trevisan Escola de Negócios. Renato Santos: “O compliance gera transparência e combate vários tipos de fraude, como corrupção, apropriação indevida e demonstrações financeiras manipuladas”.

A Lei Anticorrupção

A Lei Anticorrupção pode responsabilizar as companhias por atos ilícitos feitos por seus colaboradores relacionados a sua função. Entre as determinações da lei estão multas de até 20% do faturamento bruto.

Essa foi uma das principais razões para a maior procura por softwares de compliance. Isso porque é possível obter uma redução na pena se a empresa colaborar com investigações e comprovar ter mecanismos capazes de inibir as fraudes.

Bruno Fagali cita a fala do também advogado e membro do Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial Renan Marcondes Facchinatto: “Apesar do compliance ter ganhado força no Brasil com a Lei Anticorrupção, ainda existe alguma resistência, […] mas isso está mudando rapidamente”.

Pesquisa conduzida pela Deloitte consultoria entrevistou profissionais de 103 empresas e demonstra a mudança para adequação à nova legislação. Em 2013 somente 30% delas tinham um sistema estruturado de compliance. Em 2016, esse percentual passou para 65%. Apesar desse quadro, não quer dizer que todas elas apresentem um alto grau de compliance.

Outra pesquisa destacada por Bruno Fagali, desta vez conduzida pela consultoria Protiviti com 642 empresas, mostra que 48%, ainda estão sujeitas a riscos de desvios éticos e fraudes.

Um projeto de compliance eficiente precisa envolver todos os níveis organizacionais da empresa, bem como a criação de um código de ética e conduta transparente, treinamentos, capacitações, palestras, campanhas e quaisquer mecanismos para que o código seja incorporado por todos.

Também é importante desenvolver práticas, ferramentas e controles para detectar e evitar desvios, fraudes e atos ilícitos. Outro ponto é a criação de canais de denúncia (preferencialmente anônimo), além de meios para atestar a idoneidade dos parceiros e fornecedores.

Benefícios a empresa

Em linhas gerais, uma empresa que investe em compliance tem mais chances de crescer, de aumentar a lucratividade e principalmente ser bem vista pela sociedade, demais empresas, fornecedores, poder público e etc;

Com menos desvios, a empresa não é penalizada ou recebe multas menores. Assim sobra mais recursos para investir em outras áreas;

Empresas éticas sobrevivem por mais tempo;

Funcionários que levam a sério código de ética da empresa tendem a tomar decisões mais seguras;

Canais de denúncias permitem que irregularidades sejam alertadas, garantindo condições igualitárias.

Bruno Fagali cita a pesquisa da ACFE – Associação de Examinadores de Fraudes que revela que 5% da receita bruta de uma companhia pode se perder com as fraudes. Os programas de compliance reduzem em até 90% os riscos, desde que bem elaborados.

Negócio milionário continua fazendo sucesso mesmo após o divórcio dos donos 

 

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A empresária Jodie Fox, que construiu um verdadeiro império no ramo de calçados com seu marido Michael, diz que quando começaram o negócio, o casamento deles era bastante difícil. O casal australiano montou sua companhia, Shoes of Prey, em Sydney, em 2009, três anos depois de terem se casado.

Juntamente com o co-fundador e antigo amigo da faculdade, Mike Knapp, eles lançaram seu site de comércio eletrônico que permite que as mulheres criem seus próprios sapatos. A empresa então os fabricam na China, antes de enviá-los para qualquer lugar do mundo.

Enquanto o negócio continua a crescer fortemente, sendo que até agora mais de seis milhões de sapatos foram projetados no site, o casamento dos fundadores da empresa desmoronou sob a força de trabalhar juntos e eles se divorciaram em 2012.

No entanto, apesar do fim de seu casamento, nenhum deles se afastou de Shoes of Prey. Em vez disso, ambos continuam a liderar o negócio, que no ano de 2016 transferiu sua sede para Los Angeles, pois eles pretendem quebrar o gigante mercado de varejo dos EUA. Jodie é a principal responsável pelo setor criativo, enquanto Michael é o principal do setor executivo.

Jodie, de 34 anos, disse: “Trabalhar com meu marido foi incrível, porque poucas pessoas têm a sorte de poder ver seu parceiro em ação, fazendo bem nas reuniões, vendo como eles trabalham com os outros. Mas também foi difícil porque se desligar é quase impossível”. Ela acrescenta: “No final de um dia de trabalho era difícil conversar sobre qualquer coisa que não envolvesse o trabalho, e ainda não discutir sobre isso também”.

Quando o casal optou por se divorciar, Jodie diz que o acordo foi bastante amigável, o que facilitou que eles mudassem de casados para apenas parceiros de negócios e amigos. Ela diz que também trabalharam duro para colocar a emoção de lado e se concentrarem no negócio. “Trabalhamos na comunicação muito clara e frequente para garantir que as tensões fossem resolvidas rapidamente”, revelou Jodie. “E nós operamos com o maior respeito para que as respostas não fossem desencadeadas pelo emocional”.

A história de Jodie e Michael não é a primeira ou última a acontecer, tanto dentro dos negócios quanto na vida pessoal. Jodie explica que é importante não deixar o negócio se tornar maior do que tudo na vida pessoal do casal, pois só falar de trabalho pode acabar atrapalhando a relação, como foi no caso deles. Além disso, é importante não levar certas emoções do dia a dia para o negócio, que deverá sempre ter total concentração e boas energias para tudo dar certo.

Mas se por qualquer outro motivo o casal decidir se divorciar, é preciso manter o respeito e a ordem dentro da empresa. Se ambos optarem por continuar gerenciando o negócio, então o casal deverá ter maturidade para manter a empresa e a convivência entre os dois.

 

Ser multitarefa gera improdutividade

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Muitas pessoas são levadas a pensar que desenvolver várias atividades ao mesmo tempo é uma vantagem no mercado de trabalho, no entanto, não é sempre que essa característica pode significar uma maior produtividade. Quando um profissional se encontra excessivamente atarefado existem chances que diversas tarefas não sejam cumpridas como esperado, por isso, é necessário atenção para não perder o foco e completar cada atividade com uma qualidade que supera a quantidade de serviços.

Falar no telefone enquanto está escrevendo ou lendo um e-mail, e visualizar ou responder mensagens no momento de uma reunião, são exemplos de profissionais que podem ter o seu desempenho prejudicado.

Existe uma dificuldade maior quando é necessário prestar atenção em mais de uma atividade ao mesmo tempo. Especialistas afirmam que manter a concentração trabalhando dessa maneira se torna mais árduo.

Com o excesso de trabalho que muitas empresas têm muito se ouve falar em ser multitarefa, no entanto, esse termo está mais relacionado com quem precisa fazer mais de uma coisa em um tempo curto, e é usado de maneira equivocada.

De acordo com a sócia da consultoria Thelema Coaching, Maria Olívia Machado: “Essa é uma expressão que surgiu do excesso de trabalho nas empresas, mas que não existe na prática. Nosso cérebro não consegue se concentrar em duas coisas ao mesmo tempo, por isso ele tira o foco de uma e passa outra que está em primeiro plano”.

Todas as vezes que um profissional precisa tirar o foco de uma tarefa para realizar outra, não existe ganho de tempo e nem de produtividade, pois será necessário mais tempo para retomar o raciocínio da atividade que estava sendo realizada, o que vai demorar para mais tempo para cumprí-la. Machado afirma: “Quando você está escrevendo um e-mail e atende o telefone, é comum ter de reler o que havia escrito para retomar o pensamento após a ligação”.

Depois que uma pessoa precisa interromper o que estava fazendo, é necessário 15 minutos para retomar a atividade interrompida, segundo um artigo que foi publicado na “Harvard Business Review”.

Ao tentar ser um profissional que realiza diversas tarefas o artigo aponta que pode existir uma queda de até 40% de produtividade. Conforme diz a consultora: “Ao tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo, você acaba fazendo tudo com menos qualidade porque não consegue se concentrar direito”.

O consultor e autor de livros sobre produtividade Christian Barbosa afirma que o termo “multitarefa” é apropriado para os computadores, embora muitos profissionais e até mesmo empresas utilizem esse termo de maneira errada, principalmente, quando colocam em seus requisitos para candidatos a um cargo na empresa.

“As empresas são cegas e burras, só um computador é multitarefa. Quanto mais elas exigem que seus funcionários façam mais coisas ao mesmo tempo, mais improdutivo e estressante será o ambiente de trabalho”, aponta o consultor Barbosa.

 

Atividades gratuitas para empreendedores é oferecida por Centro Tecnológico

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O conhecimento é umas das palavras chaves que podem abrir a porta do sucesso para o empreendedor que planeja uma estratégia e precisa aplicá-la de forma eficiente. Para quem procura estar por dentro das técnicas que podem potencializar os resultados de sua empresa, um centro de empreendedorismo tecnológico está realizando um evento gratuito para orientar empresários com assuntos sobre investimentos e relacionamentos com grandes empresas.

O Cubo coworking Itaú que está situado na cidade de São Paulo, tem como objetivo oferecer várias atividades gratuitas para quem quer abrir uma empresa. Em uma parceria com a Redpoint eventures, o centro tecnológico do Itaú procura se concentrar nas principais lacunas dos empreendedores.

Por meio de observações no Cubo foram detectadas alguns aspectos que estão relacionados com as lacunas de empreendedores. Já são mais de 1 ano e oito meses de experiência que permitem trazer análises consistentes para ajudar empreendedores. Essas análises estão baseadas na experiência do centro tecnológico que possui 55 startups residentes.

Na grade dos eventos que serão proporcionados pelo Cubo estão vários programas que serão segmentados. Os temas terão uma abordagem abrangente, eles serão trabalhados ao longo do ano através de discussões, workshops e encontros. O principal objetivo é proporcionar a interação entre pessoas, estimular a troca de conhecimento e assim ter ações que possam gerar uma nova perspectiva no mercado empreendedor e na inovação. Serão 24 atividades gratuitas que já estão programadas até o momento.

Entre os programas que serão trabalhados estão:

Brasil ao Cubo.

Essa iniciativa tem o propósito de levar a experiência do Cubo para que outras comunidades do país possam participar dessa conexão.

Café com Mentor

Com a experiência de profissionais do mercado o “cafezinho” estimulará o encontro de empreendedores novos ou futuros empresários que estão querendo colocar em prática as suas ideias. BeerOrCoffee é uma plataforma do centro tecnológico para promover essa relação de experiência e início de empresa.

Corporate Venture

Nesse evento a intenção é aproximar o relacionamento entre grandes empresas com startups. Proporcionar um benefício que proporcione satisfação para ambos os lados é essencial para gerar um interesse mútuo de empresas.

Cubo Day

Todas as dúvidas pertinentes a um hub de conexões será respondida por Flavio Pripas, diretor do Cubo Coworking Itaú. A proposta dessa atividade é abordar a forma como a iniciativa estimula o ecossistema, como é o dia a dia dos empreendedores e o funcionamento da dinâmica do espaço.

Cubo Explora

O Cubo Explora tem como foco trazer a aproximação de startups e de talentos. Haverá diversos eventos e oportunidades de networking, onde jovens talentos poderão encontrar o seu espaço em algumas das startups para desenvolver ao máximo as suas potencialidades e desse modo iniciar a sua carreira no mercado de trabalho.