Banco de dados próprio? Como fazer isso

O email marketing é uma ferramenta de comunicação muito ampla, o que significa que você pode alcançar a maioria dos seus clientes através dela. Como você faz com que seu canal de e-mail entregue os resultados desejados? A principal condição é um banco de dados de correspondência coletado corretamente, ou seja, uma lista de destinatários interessados ​​em sua comunicação. Descubra quais idéias são as melhores para você e comece a usar todo o potencial de suas campanhas de email marketing.

Independentemente de o objetivo de suas campanhas ser aumentar as vendas, educar o mercado ou melhorar a imagem da sua empresa, você precisa do consentimento explícito e estabelecido do destinatário para recebê-las.

Lembre-se disso já na fase de implementação das ferramentas de criação da lista de endereçamento, caso contrário, sua comunicação por email marketing não será eficaz. Ninguém deseja receber mensagens e notícias que ele não encomendou e pelas quais não está interessado.

Comprar um banco de dados pronto para correspondência ou ler endereços de sites aleatórios é antiético; além disso, ele não trará nenhum efeito além de inserir seu endereço na lista negra.

Com o conhecimento acima, você está pronto para começar a criar sua própria base de assinantes. Verifique qual das seguintes idéias trará os melhores resultados no seu caso.

Seu site – Este é o lugar que seus possíveis assinantes visitam com mais frequência. Se o conteúdo que você postar, por exemplo, em um blog, for útil e atraente para eles, você poderá contar com eles de boa vontade, deixando seu endereço de e-mail atualizado.

O formulário de inscrição no boletim é o seu cartão de visita e deve convencer o destinatário de que vale a pena entrar em contato com você. Portanto, não se esqueça de cuidar de sua criação adequada. É igualmente importante que, através dele, você ofereça benefícios atraentes ao destinatário, por exemplo, descontos serão mais convincentes para os clientes no setor B2C. No caso do B2B, o conhecimento exclusivo que permitirá que o destinatário se destaque na sua empresa é de maior valor. Lembre-se também de informar com que frequência você enviará suas mensagens. Muitas correspondências são um dos motivos mais comuns para cancelar a inscrição na lista de correspondência.

Preço médio dos imóveis residenciais apresenta queda de 0,03% em julho

De acordo com dados divulgados pelo Índice FipeZap, o preço médio estabelecido para imóveis residenciais apresentou queda de 0,03% no mês de julho, quando comparado com o mês anterior. Dentre o acumulado do ano que vai de janeiro a julho de 2019, o indicador apontou uma pequena alta nominal de 0,26%. Já o resultado para os últimos 12 meses mostra uma alta um pouco maior, de 0,28%.

Na opinião do sócio-diretor da TPA, Mauro Teixeira, esse recuo apresentado em julho no preço médio é uma consequência de um movimento realizado por incorporadoras de todo o país com o intuito de zerar seus estoques. Para conseguir isso, o preço precisou ser reajustado.

“Após reduzir drasticamente os estoques, é esperado que as incorporadoras do país retomem os lançamentos de novos imóveis, o que por sua vez levará a uma recuperação lenta do mercado imobiliário, fazendo com que os preços subam novamente”, comentou Mauro.

Quando a inflação é considerada para o período, que em julho foi de 3,36%, o Índice FipeZap mostra uma queda real acumulada de 2,89% nesses últimos 12 meses. De acordo com Eduardo Zylberstajn, que é pesquisador da Fipe, o mercado imobiliário está caminhando para uma retomada dos preços.

“Há condições para que o setor volte a crescer, assim como a própria economia do país. Uma dessas condições é a reforma da previdência que deverá ser aprovada em breve. Isso fará com que a confiança dos empresários volte a subir, os juros baixem e o mercado de trabalho volte a se recuperar. Em algum momento dessa recuperação econômica os preços dos imóveis deverão subir”, informa Eduardo.

Segundo os dados divulgados pelo Índice FipeZap, o preço médio dos imóveis chegou a R$ 7.179 o m². Dentre as 16 capitais do país que são monitoradas pelo indicador, Brasília, Florianópolis e Vitória apresentaram maiores altas no preço médio, sendo de 3,04%, 3,28% e 3,61%, respectivamente. Já a capital de João Pessoa foi a que apresentou maior recuo, equivalente a uma queda de 3,16%, seguida das capitais: Campo Grande, com queda de 2,97% e Fortaleza, com queda no preço médio de 2,39%.